Como o governo sul-africano também controla a companhia aérea South African Airways, que tem frequências para o Brasil, a ACSA questionou a agência reguladora sobre se também precisaria se enquadrar no limite máximo de 20% imposto a empresas aéreas que queiram integrar os consórcios para participar dos leilões. A avaliação da Anac é de que a empresa está sujeita à restrição.
Pela interpretação da autarquia, uma empresa aérea e uma sociedade que tenham um controlador comum são coligadas. E, de acordo com o edital, empresas que sejam coligadas a companhias aéreas e que ao mesmo tempo sejam controladas direta ou indiretamente por entidades de direito público de países com os quais o Brasil tenha assinado acordo de serviços aéreos estão limitadas à participação de 20% na concessionária.


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