ATIVIDADES DE AMIGOS

    • Recentemente a imprensa paulistana divulgou que a quadra da escola de samba Vai-Vai, no bairro do Bexiga, região central de São Paulo, poderá ser desapropriada por conta das obras da linha 6-laranja do metrô. Embora não queira deixar o local, a direção da escola vê aí a possibilidade de mudar para um espaço mais amplo, possivelmente na região da Luz. A escola imagina que, se a prefeitura ou o governo do Estado doarem para a escola um dos terrenos vazios e ruínas do projeto Nova Luz, com os recursos da desapropriação, a agremiação poderia construir uma sede maior e melhor. Tudo certo? Não! Uma possível saída da escola de samba do bairro do Bexiga é mais complexa do que isso. O bairro é um histórico território negro da cidade de São Paulo e a quadra da Vai-Vai insere-se nesse contexto, significando a importante – e invisível! - presença da cultura afro-brasileira na cidade.

      Para se ter uma ideia, em 1854, dos 30 mil habitantes de São Paulo, cerca de 8 mil eram escravos, quase 1/3 de sua

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    • Foto: Divulgação

      É o fim da desculpa de não ter um trocadinho para dar uma gorjeta por não tem moedas ou notas miúdas no bolso. A DipJar aceita cartões de crédito e débito. Basta inserir o cartão, esperar o som confirmando a transação e pronto: você deu uma gorjeta de US$1.

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      A (genial) criação é dos irmãos Ryder e Judd Kessler, aficcionados por café e frequentadores de cafeterias e outros estabelecimentos similares. "Com o pagamento via cartão, muita gente passou a dar apenas bom dia como gorjeta aos atendentes".

      Judd, doutor em economia, explica a motivação para criar a "gorjeta eletrônica": as pessoas tendem a doar quando isso é fácil e quando há uma regra estabelecida" - por isso, o valor foi fixado em US$ 1, segundo o inventor. Sem botões ou telas, a jarra faz a transação direto para uma conta dos funcionários do estabelecimento.

      Os testes começaram em julho de 2012 e a DipJar já funciona em seis estabelecimentos de Nova

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    • No auge da sua valorização, as empresas do grupo X, de Eike Batista, valiam 101 bilhões de reais. Hoje, valem R$ 14,7 bilhões. Que conglomerado empresarial no mundo resiste a uma perda de valor de quase 85% em três anos?

      Nesse período, quase R$ 90 bilhões viraram pó, fumaça, cinza, pó, vento. Ainda assim, continua inflacionado artificialmente o valor real da corporação daquele que, no ápice desse crescimento, era o homem mais rico do Brasil e oitavo bilionário do mundo, com pretensões a ser o primeiro em mais dois anos.

      É espantoso como esse “caso” não atrai o interesse em profundidade que merece, permanecendo na superficialidade do dito show-biz. É um retrato do Brasil dos nossos dias. Eike é o maior– mas não o único – dos aventureiros de mercado. Cheios de inteligência e argúcia, impetuosidade e falta de escrúpulos, voracidade sem qualquer freio ético ou moral, informações privilegiadas e elos secretos com quem pode produzi-las.

      Por seus próprios meios, esses barões não teriam ido

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    • Estampar a graça

      Cronistas batem perna. Mesmo quando trancados em casa não se esquecem da rua. Pois é nela que a vida trota suas mesmices e surpresas. Semana passada, num footing pela Vila Madalena, dei de cara com um carimbo grafitado no tapume de um prédio em ascensão.

      O grafite comunicava: Você praça, acho graça. Você prédio, acho tédio. É claro que sorri. De forma dupla. Primeiro, pela delícia da mensagem colorida e afiada. Segundo, por entender que se trata de uma utopia. Afinal, como tantos outros bairros de Sampa, a Vila se verticaliza. E, perdão pela rima chinfrim, vertiginosamente.

      Caem uma a uma as casinhas de construção e inspiração portuguesas. Sobem prédios com o valor do metro quadrado na lua. Riem os bancos e os juros. É o mercado! Mas o grafite continua tendo razão. Vai-se a graça, instala-se o tédio.

      Choram cinquentões e sessentões. Em breve, a Madalena não será mais a mesma. Quer dizer, ela já não é. Por exemplo, as famílias mais pobres se foram. Para mais longe. O pãozinho da

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    • Foto: Reprodução/Modaparahomens.com.br

      O senso comum indica que as mulheres gostam de homens com a barba por fazer, aquela aparência levemente desalinhada. Uma pesquisa feita por pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália resolveu responder à seguinte pergunta: que tipo de barba é o preferido de mulheres e homens?

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      Segundo a pesquisa conduzida por Barnaby Dixon e Robert Brooks, as mulheres preferem homens com a barba mal feita a homens bem barbeados. Já os homens preferem deixar o rosto com a barba cheia. A pesquisa foi publicada na edição de maio de 2013 da revista científica Evolution and Human Behavior.

      Foram consultadas 351 mulheres e 177 homens heterossexuais. Para realizar a pesquisa, foram mostradas fotos de homens em quatro estilos: sem barba, barba rala (5 dias sem fazer), barba malfeita (10 dias sem fazer) e barba cheia. Então os pesquisadores perguntaram aos mais de 500 voluntários qual o tipo mais atraente.

      Entre as mulheres, os

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    • Foto: Divulgação/Wool&Prince

      Calças, casacos e outras peças do vestuário duram algum tempo sem precisar de lavagem. Mas as camisas são as peças de roupa mais lavadas: muitas vezes, basta usar a peça uma única vez para que seja necessário botar a camisa para lavar. Já parou para pensar quanta água, eletricidade e sabão são gastos nesse processo?

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      A empresa norte-americana Wool&Prince desenvolveu uma camisa para ser usada por até 100 dias sem lavar. Ou seja, bastariam apenas quatro lavagens por ano para manter a camisa limpa. Em todo o mundo, 15 pessoas foram convidadas a testar a camisa, usando a roupa sem alterar a sua rotina - o criador da peça é um dos testadores, inclusive.

      Para testar o produto ao extremo, ele usou a camisa não apenas nos afazeres cotidianos. O inventor participou de maratonas, dançava em baladas e brincava com seus animais de estimação, entre outras atividades que estimulam a produção de suor. Sempre usando a mesma camisa.

      100 dias

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    • Dia desses imaginei o seguinte cenário: se pelo menos um terço (número totalmente hipotético) dos fiscais do gozo alheio curtissem os próprios prazeres, que maravilha seria viver. Lola Benvenutti concorda comigo. Ou eu concordo com ela, tanto faz. Só que Lola vai além, pois faz de seu próprio corpo um campo de batalha, no qual sexo é orgulho e dinheiro não é vergonha.

      Nascida Gabriela Natália da Silva há 21 anos em Pirassununga, Lola começou a fazer programas quando se mudou para São Carlos. Até o último ano do curso de Letras na UFSCar manteve Gabriela e Lola em mundos distintos, pois temia represálias e inquisições, mas em março do ano passado abriu seu blog para contar suas experiências e os programas que faz pelo interior de São Paulo (o que faz lembrar imediatamente de Bruna Surfistinha, só que Lola é mais bem humorada e escreve melhor).

      Sua história apareceu numa entrevista para o site São Carlos em Rede, depois numa longa matéria no G1 e mais recentemente no site da Folha de S.

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    • Muitos têm consciência de que alimentos comuns podem ser prejudiciais pela grande quantidade de agrotóxicos adicionados. Levando em consideração quealimentos orgânicos trazem benefícios à saúde, hoje você vai saber onde encontrar feiras desses produtos em São Paulo.

      Saiba também quais restaurantes naturais ou orgânicos servem esses alimentos de melhor qualidade!

      O Idec (Instituto brasileiro de defesa do consumidor) fez um levantamento da localização das feiras de alimentos sem agrotóxicos nas 27 capitas do país. Veja a relação de São Paulo:

      Se você gosta de comida vegetarianaorgânica, conheça os restaurantesque indicaremos abaixo. Além de possuírem pratos apetitosos, possuem Guidu Card!

      Casa Jaya: use o aplicativoa cada 3 pontos você ganha 1 suco. Com 6 pontos você ganha 1 Veggie Burger. Completando 10 pontos você ganha 1 prato do dia ou 20% de desconto em algumas das atividades da Casa Jaya.

      Maha Mantra: use o aplicativocom 5 pontos você ganha 1 suco orgânico. A cada 10

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