Pesquisa realizada pelo Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro chegou a uma conclusão contrária ao pensamento do senso comum sobre os moradores de rua. Segundo o estudo, a maioria dessas pessoas não bebe, não usa drogas e é alfabetizada.
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Juliana Moreira, coordenadora do estudo, disse que a intenção da Defensoria fluminense é mapear as condições de vida dos moradores de rua e guiar políticas públicas, tornando-as eficazes. Segundo o levantamento, 62% deles não usam drogas, 65% não bebe e apenas 13% das pessoas desabrigadas são analfabetas. Justamente o contrário do que imaginamos ao pensar nas pessoas que vivem nas ruas.
Foram entrevistadas 1200 pessoas em instituições de acolhimento públicas e particulares na capital fluminese, Niterói e São Gonçalo. Dos entrevistados, 60% são homens e 50% são negros ou pardos. Cerca de 13% são
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