1 - Controle a pressão arterial - Embora seja, como todos sabem, um dos principais fatores de risco da doença cardíaca e do acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame, a pressão alta (hipertensão) – que afeta em média 30% da população brasileira – com freqüência permanece sem ser detectada e tratada. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, a doença chega a afetar mais de 50% da população na terceira idade e está presente em 5% das crianças e adolescentes do país. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos AVCs (acidentes vasculares cerebrais e 25% dos casos de insuficiência renal terminal). Assim, da próxima vez que você for ao médico primário, peça-lhe que verifique a sua pressão. É rápido e indolor – e pode significar a prevenção de um possível AVC ou ataque cardíaco.
2 - Evite as estatinas - Então o clínico lhe disse que o seu colesterol anda alto e lhe recomendou que tome estatinas – drogas que baixam o colesterol. Muitos pacientes afirmam “não se dar bem com elas”, o que significa que, muitas vezes, os efeitos colaterais são tão ruins, que eles deixam de tomá-las. Diversos estudos também demonstraram que as estatinas costumam ser menos eficazes para mulheres do que para homens. Assim, se você for mulher, algumas simples mudanças no seu estilo de vida, como a redução da gordura saturada, podem ser mais eficazes do que as estatinas. Mas não deixe de consultar seu médico. Lembre-se que você não deve se fixar apenas na avaliação de um fator de risco tradicional, como a dosagem de colesterol no sangue, para julgar a sua probabilidade de sofrer um ataque cardíaco. (Fonte: Dicas Secretas – Reader’s Digest)


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