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    Dilma lança Programa do Livro Popular para incentivar leitura no país

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    Rio de Janeiro, 1 set (EFE).- A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, anunciou nesta quinta-feira no Rio de Janeiro a criação de um programa para incentivar a produção e comercialização de livros mais econômicos com o objetivo de estender a cultura e o hábito de leitura entre a população.

    "Falta muito por fazer. Devemos ampliar o acesso à educação para que o Brasil cresça assim como o ambiente cultural e o conhecimento em todo o país", disse Dilma na inauguração da XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

    A presidente disse que encarregará o Ministério de Cultura e a Biblioteca Nacional o Programa do Livro Popular para fomentar a produção de livros baratos, pois o alto custo dos mesmos é apontado como uma das causas para os baixos índices de leitura no país.

    O objetivo do programa é que as autoridades e o setor editorial trabalhem unidos em torno de uma proposta para que o livro seja de fato um bem de cada brasileiro, disse Dilma, que mencionou em seu discurso Monteiro Lobato e Joaquim Machado de Assis, a quem definiu como "um nome universal da literatura".

    A Bienal do Livro do Rio de Janeiro reunirá até dia 11 de setembro 150 escritores nacionais e 21 estrangeiros como a americana Anne Rice, autora da série "Crônicas vampirescas", o francês Marc Levy e o angolano Gonzalo Tavares, um dos principais representantes da literatura de língua portuguesa contemporânea.

    "A principal estrela da Bienal será o livro porque permite mergulhar em um mundo complexo e maravilhoso como o das ideias, que exige um esforço contínuo", manifestou a presidente, que inaugurou a feira com o tradicional corte de fita.

    Dilma elogiou durante seu discurso a política educativa impulsionada por seu Governo e assinalou a importância de construir novos centros com o objetivo de estender o ensino entre as classes mais humildes.

    A reunião, que pretende consolidar-se como uma das principais referências literárias do continente, conta com 950 expositores distribuídos em um local de 55 mil metros quadrados, que serão visitados por 640 mil pessoas, segundo dados da organização.

    A Bienal do Livro, evento que lançará mil títulos literários, homenageará neste ano o Brasil com o objetivo de divulgar a cultura do país e celebrar seu auge no contexto internacional. EFE

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    6 comentários

    • Lázaro  •  8 meses atrás
      Execelente iniciativa é disso que o povo brasileiro precisa educação.
    • Silvana  •  8 meses atrás
      Jeronimo, gostei do seu "Bolsa Livro", apoiado! A Presidenta Dilma poderia aprovar uma Lei que obrigasse as empresas a incluir este benefício aos funcionários. "Bolsa Cultura" e a gente gasta com livros, cd´s, dvd´s, teatro, cinema... se fosse um cartão com valor acumulativo poderíamos ir ajuntando até o valor que fosse interessante de gastar. Na Lei tem que estipular que todos os teatros, cinemas e livrarias são obrigados a aceitar o pagamento com o Cartão Cultural. As empresas poderiam abater uma porcentagem em impostos, parte deste valor poderia ir para incentivo às produções artísticas e novas obras literárias e os indivíduos seriam mais felizes com muito mais entretenimento.
    • Cindy  •  8 meses atrás
      Eu mesma passei a ler mais depois de adulta, pois podia comprar meu próprios livros.
    • ORDEP  •  8 meses atrás
      Não entendo porque os livros são tão caros. Não deveria ser isentos totalmente de impostos? Continue Presidente... não desista.
    • Revoltada....  •  8 meses atrás
      Aff, espero que não sejam livros de 5ª categoria.....
    • Um usuário do Yahoo!  •  8 meses atrás
      Poderia ser lançado algo como o "bolsa livro".
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