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    Israel: Likud referenda Benjamin Netanyahu como líder

    Jerusalém, 1 fev (EFE).- O partido governante em Israel, o Likud, referendou Benjamin Netanyahu como seu líder e aspirante ao cargo de primeiro-ministro nas próximas eleições gerais, após o anúncio dos resultados das primárias realizadas nesta terça-feira em todo o país.

    Apuradas quase todas as cédulas, o atual primeiro-ministro israelense obteve 74% dos votos, enquanto seu rival, o ultradireitista Moshe Feiglin, alcançou 24%, informou a imprensa local na manhã desta quarta.

    "Agradeço a todos pela confiança e o renovado apoio", disse Netanyahu em um breve ato nos Jardins de Exposições de Tel Aviv, onde foi realizada a apuração.

    Cerca de 50% dos 125 mil filiados ao Likud exerceram seu direito de votar em um pleito no qual o resultado já era esperado e que esteve focado no debate sobre a influência de círculos radicais dentro do partido governante.

    "Hoje venceu o verdadeiro Likud. Seguiremos governando com responsabilidade", declarou Netanyahu sobre a crescente presença de militantes residentes nas colônias nas fileiras de seu partido.

    A televisão israelense informou ontem à noite que ao redor de 30% dos militantes do Likud são colonos e que seu voto será decisivo quando o partido eleger a lista de deputados para o pleito.

    As primárias do partido governante são o preâmbulo de um processo eleitoral iniciado em Israel e que terá continuidade em março com o pleito interno do partido Kadima, que atualmente é presidido pela ex-ministra das Relações Exteriores Tzipi Livni.

    Israel deve realizar eleições gerais no início de 2013, mas o mais provável é que o pleito seja antecipado para este ano, segundo a opinião dos especialistas. EFE

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    1 comentário

    • Rafael  •  2 meses atrás
      há uma OUTRA mídia q diz q quem está matando mais por lá são paus-mandados da al-qaeda, do fundamentalismo islamista, q não aceitam o regime laico/secular socialista do partido ba'ath, mas q haveria uma maioria da população q apóia esse regime. as imagens q essa OUTRA mídia reporta mostram milhares (milhões?) de pessoas nas praças/ruas em manifestações pro-Assad.
      é engraçado... nossa mídia não toca nem no assunto da possibilidade de existência de uma outra perspectiva.
      é engraçado/trágico q toda a nossa mídia apresenta uma única visão anti-assad homogênea dessa história, quando, no mundo árabe e europeu há duas versões conflitantes.
      a versão q nossa mídia adotou/copiou é a da CNN.
      assad é do partido baath, socialista, q nacionalizou o petróleo.
      como em cuba, há oposição interna ao regime, mas não majoritária.
      contra assad e seus partidários estão americanos e europeus da otan, q precisam do petróleo
      contra assad e seus partidários estão as petromonarquias do golfo pérsico, cujo petróleo pertence ao capital privado e onde riquíssimos negociam o petróleo com o ocidente como nossas oligarquias latifundiárias brasileiras a nossa soja, a nossa cana, o nosso petróleo.
      contra assad e seus partidários está a própria al-qaeda, q vê no estado socialista não-religioso (laico, secular) dos países q tinham alguma ligação com o socialismo baathista (líbia e egito, entre eles) heresia contra o fundamentalismo islâmico.
      contra assad e seus partidários está certa parcela do islamismo sunita, q se opõe ao islamismo xiita alauíta da síria.
      contra assad e seus partidários está Israel, por várias razões, entre elas as imperialistas.
      como se pode perceber, somos informados muito parcialmente pela mídia, e NÃO POR ACASO, em conformidade com os interesses de um único lado, aquele q interessa aos americanos e aos europeus mais ricos.
      vamos ver os números do plebiscito.
      há quem diga q foi dos "rebeldes" (q nessa versão seriam paus-mandados pra armar o circo pra uma invasão) q partiram as agressões ao governo.
      o plebiscito pode ser uma boa maneira d se ver quanto apoio Assad tem.
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