Ronickson Pimentel dos Santos, irmão mais velho de Eloá Pimentel e última testemunha de acusação, definiu Lindemberg Alves, acusado de matar a jovem em 2008, como "um monstro, um louco, um agressivo". O depoimento de Ronickson durou uma hora. Ele foi a primeira pessoa a ser ouvida no segundo dia de julgamento de Lindemberg, que começou por volta das 9h40 desta terça-feira, no Fórum de Santo André.
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Ronickson chorou no plenário ao lembrar dos momentos difíceis que a família passou após o crime. Ele reiterou que o réu tinha a intenção de matar Eloá durante o cativeiro.
O acusado chegou ao local por volta das 8h30, após passar a noite na Cadeia Pública de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. A expectativa é que ele fale aos jurados hoje pela primeira vez. A presença policial é reforçada na porta do Fórum, porque ainda é grande a movimentação de jornalistas e curiosos.
Ontem foram ouvidos os amigos de Eloá, que também foram mantidos reféns por Lindemberg, Nayara Fernandes, Victor Lopes de Campos e Iago Vilera de Oliveira. Além deles, também foi ouvido o sargento da Polícia Militar Atos Antonio Valeriano, que escapou na época do crime de um tiro disparado pelo acusado. A mãe e o irmão mais novo da vítima foram convocados como testemunhas de defesa, mas é possível que a advogada de Lindemberg, Ana Lúcia Assad, não convoque todas as testemunhas.
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A expectativa é que o julgamento dure até amanhã. O júri que decidirá o futuro de Lindemberg é formado por seis homens e uma mulher.
Com informações do Diário do Grande ABC.


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