O músico gaúcho Tonho Crocco foi um dos assuntos mais comentados do microblog Twitter nos últimos dias. Crocco foi processado por ter feito e divulgado o rap “Gangue da Matriz”, após aumento de R$ 11.564,76 para R$ 20.042,34 no salário dos deputados do Rio Grande do Sul. Após pressão de internautas, deputados barraram o processo no Ministério Público. As informações são do jornal Zero Hora.
A canção de Crocco faz referência a uma gangue de jovens que atuava na década de 1980 na Praça da Matriz de Porto Alegre, em frente à Assembleia, e cita os nomes dos 36 parlamentares que votaram a favor do aumento de 73% em seus próprios salários, em dezembro do ano passado.
Confira o vídeo:
Assim que recebeu a notificação, na terça-feira (2), Tonho Crocco logo divulgou as informações no Twitter. A partir daí, milhares de internautas confirmaram presença na audiência preliminar, que seria realizada em 22 de agosto, para apoiar o rapper. Na quarta (3) à noite, hackers tiraram o site da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul do ar, em protesto.
O autor da representação no Ministério Público, o deputado Giovani Cherini (PDT) explicou-se na rede social. “Não ingressei com ação contra Tonho Crocco. Como presidente (da Assembleia, à época) ofereci ao MP representação para que, havendo ilicitude, tomasse providências”.
O atual presidente da casa, Adão Villaverde, intercedeu a favor do músico e conseguiu suspender o processo, nesta quinta-feira (4). “Não podemos cometer censura em relação a manifestações por decisões que a Casa tenha tomado. Queremos reafirmar isso”, disse o superintendente-geral da assembleia, Ricardo Haesbaert.
A canção de Crocco faz referência a uma gangue de jovens que atuava na década de 1980 na Praça da Matriz de Porto Alegre, em frente à Assembleia, e cita os nomes dos 36 parlamentares que votaram a favor do aumento de 73% em seus próprios salários, em dezembro do ano passado.
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Assim que recebeu a notificação, na terça-feira (2), Tonho Crocco logo divulgou as informações no Twitter. A partir daí, milhares de internautas confirmaram presença na audiência preliminar, que seria realizada em 22 de agosto, para apoiar o rapper. Na quarta (3) à noite, hackers tiraram o site da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul do ar, em protesto.
O autor da representação no Ministério Público, o deputado Giovani Cherini (PDT) explicou-se na rede social. “Não ingressei com ação contra Tonho Crocco. Como presidente (da Assembleia, à época) ofereci ao MP representação para que, havendo ilicitude, tomasse providências”.
O atual presidente da casa, Adão Villaverde, intercedeu a favor do músico e conseguiu suspender o processo, nesta quinta-feira (4). “Não podemos cometer censura em relação a manifestações por decisões que a Casa tenha tomado. Queremos reafirmar isso”, disse o superintendente-geral da assembleia, Ricardo Haesbaert.
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