Os municípios campeões em queimadas são: Gaucha do Norte, 322; Marcelândia, 310; Nova Ubiratã 234; Campinapólis, 219; Cáceres, 82. Mato Grosso está à frente de Minas Gerais, 3670; Bahia, 3285;, Tocantins, 2737 e Pará com 2611. Apesar da redução, os dados preocupam as autoridades, uma vez que, neste ano, apesar de números menores, Mato Grosso tem registrado um crescimento mês a mês.
Em abril, os satélites captaram 89 focos de queimadas em Mato Grosso. Em maio, foram 325. Em junho, o índice cresceu para 900 e, até o dia 21 de julho o estado já tinha acumulado 356 focos. Neste ano, foram treinados cerca de 60 peritos que terão condições de identificar com mais precisão a origem do fogo. Ao contrário do que previa o superintendente do Instituto do Meio Ambiente (Ibama), Ramiro Martins Costa, o fogo no Estado não tem ligação com as áreas desmatadas. Costa observa que os municípios campeões estão na região do Araguaia e no Pantanal.
Neste ano, o maior incêndio, segundo ele, foi registrado em uma estação ecológica do pantanal mato-grossense, na região de Cáceres. O fogo foi debelado após uma semana. Na segunda quinzena de agosto, um incêndio destruiu a vegetação do Parque Estadual da Serra de Ricardo Franco, no Município de Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562km de Cuiabá. O período de proibição das queimadas começou em 1º de julho e se estenderá até outubro.


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