Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o Palácio Amarelo, construído em 1850 e sede do Legislativo petropolitano desde 1897, passará por uma extensa reforma.
As obras foram orçadas em cerca de R$ 1,5 milhão, e a empresa Studio G foi escolhida, por licitação, para executá-las. O início da reforma, entretanto, depende de autorização do Iphan, que já avaliou a estrutura e as necessidades do prédio.
A importância do patrimônio para a cidade e para os turistas foi ressaltada pelo presidente da Câmara dos Vereadores, Paulo Igor Carelli.
- O palácio é uma atração turística, além de ter a sua função inicial de ser a casa do povo. A sua manutenção é importante para, acima de tudo, preservar a história da cidade.
Em 2002, foram feitas as últimas intervenções no prédio. Carelli destaca os principais problemas que afetam, hoje, o Palácio Amarelo:
- As infiltrações são visíveis até para leigos. Quando chove, algumas salas precisam de baldes para acumular a água das goteiras. No plenário, a madeira da parede e do teto está danificada por infiltrações, o que acontece também em outras salas. Além disso, a avaliação técnica mostra a deficiência de toda a estrutura elétrica da Casa e a necessidade de recompor elementos decorativos da fachada e do interior do prédio.
A reforma do Palácio Amarelo prevê ainda a recuperação de mármores, pisos, portas, janelas e a restauração dos guarda-corpos na fachada.


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