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    Rio ganhará primeiro parque eólico, com investimento de R$ 600 milhões

    DESTAQUES EM ECONOMIA

    RIO - Bons ventos estão soprando no Rio de Janeiro. No próximo mês, ou no mais tardar em agosto, será iniciada a construção do primeiro parque de geração de energia eólica de grande porte no estado, informa reportagem de Ramona Ordoñez. A SIIF Energias do Brasil, empresa do grupo CPFL de energia, vai construir o parque Quintanilha Machado no município de São Francisco do Itabapoana, no Norte do Estado do Rio.

    O presidente da SIIF, Marcelo Picchi, informou ao GLOBO que a unidade terá 135 megawatts (MW) de capacidade, energia suficiente para suprir o consumo de uma cidade com 500 mil habitantes. Serão investidos R$ 600 milhões, e o empreendimento deve entrar em operação durante o evento mundial Rio+20, em 2012. Durante as obras, serão gerados cerca de mil empregos. Em funcionamento, serão 300 vagas.

    - É o projeto mais importante da empresa, de uma energia limpa, e que vai beneficiar a região, que é bem pobre - destacou Picchi.

    Redução de 100 mil toneladas anuais de CO2

    A empresa, adquirida pela CPFL em abril, estima que o parque eólico proporcionará a redução de 100 mil toneladas anuais de emissões de CO2.

    O executivo explicou que para iniciar as obras só falta a companhia receber a Licença de Instalação (LI) do órgão ambiental do governo do Estado do Rio, que é esperada para a próxima semana. Na mesma semana, a companhia aguarda também a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para assinar o contrato com a Eletrobras, holding do setor elétrico.

    A autorização da Aneel é de prorrogação do prazo de entrada em operação da usina, que originalmente estava prevista para 2010. O executivo da SIIF explicou que o atraso na execução do projeto se deveu à mudança do local de construção. Originalmente, seria instalado em uma região próxima ao aeroporto de Cabo Frio. Devido a problemas de segurança levantados pela Infraero, foi necessário que se buscasse uma outra localização, o que exigiu novos estudos sobre a velocidade dos ventos.

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