Qui, 03 Jul, 04h47
Washington, 3 jul (EFE).- Algumas técnicas empregadas pelos pára-quedistas poderiam ajudar a reduzir as fraturas de quadril em aproximadamente 70%, segundo um estudo divulgado hoje pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
As simulações realizadas pelos pesquisadores revelaram que a posição dos pára-quedistas no momento do impacto contra o solo expõe o quadril a somente 25% da força necessária para quebrá-lo.
Ashton Miller, pesquisador da Universidade de Michigan, afirmou em comunicado que se uma pessoa maior de 65 anos cair na rua e fraturar um quadril "tem 20% de chances de não sobreviver outro ano e outros 20% de não recuperar a mobilidade".
"Descobrimos que a forma na qual o pára-quedista aterrissa reduz o risco de lesões", disse. Além disso, a pesquisa também revelou que o tempo de reação é tão importante quanto a postura do corpo durante a queda.
Miller disse que em uma superfície não escorregadia, o tempo médio entre o tropeço e o impacto contra o solo é de 700 milisegundos, 200 deles empregados no tempo de reação.
"Isto nos deixa uma margem de apenas 500 milisegundos para pôr em prática a estratégia de queda ", afirmou. EFE
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