Agência Estado

Bovespa: valor de mercado em outubro de R$ 2,11 tri, alta de 0,9%

Sex, 06 Nov, 11h29

Em outubro, o valor de mercado das 387 empresas com ações negociadas na BM&FBovespa foi de R$ 2,11 trilhões, alta de 0,9% sobre os R$ 2,09 trilhões referentes às 386 empresas com ações negociadas no mês anterior. As 159 empresas integrantes dos níveis diferenciados de governança corporativa representavam 64,65% do valor de mercado ao final do mês, 78,83% do volume financeiro e 81,87% da quantidade de negócios realizados no mercado à vista.

A BM&FBovespa encerrou outubro com 555.768 contas de investidores pessoas físicas com posição em custódia. No mês anterior, o número era de 515.506. A Bolsa também fechou o mês com 2.854 clubes de investimento e 50 novos registros. O patrimônio líquido somou R$ 12,31 bilhões e o número de cotistas chegou a 144.049, conforme os últimos dados disponíveis, referentes a setembro.

As negociações realizadas via home broker registraram, em outubro, seis recordes: volume total de R$ 60,99 bilhões, ante R$ 44,20 bilhões em setembro; volume médio diário de R$ 2,90 bilhões, ante R$ 2,10 bilhões; quantidade de negócios de 5.973.285, ante 4.474.883; média diária de negócios de 284.442 ante 213.090 no mês anterior; valor médio por negócio foi de R$ 12,81 mil, ante R$ 10,86 mil e a participação no volume financeiro do mercado de ações de 19,80% ante 19,40%.

A participação no número de negócios alcançou 32,60%, ante 31,30% em setembro. A quantidade de investidores com ofertas colocadas ficou em 249.027, ante 215.861 no período anterior. Em outubro, o número de corretoras que ofereceram o serviço foi de 67, uma a menos do que no mês anterior.

No Banco de Títulos da Central Depositária (BTC), o volume financeiro das operações com empréstimos de ações alcançou R$ 29,54 bilhões em outubro, ante R$ 28,74 bilhões em setembro. Foram realizadas 63.642 operações, ante 63.477 no mês anterior.

O volume financeiro do mercado secundário de renda fixa privada totalizou R$ 10,42 milhões, ante R$ 66,83 milhões em setembro, somados os negócios no Bovespa Fix e Soma Fix. Deste total, R$ 4,19 milhões foram referentes a debêntures; R$ 880 mil relativos aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC); e R$ 5,35 milhões aos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

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