Qua, 01 Jul, 05h26
GENEBRA, Suíça (AFP) - O vírus A (H1N1) da gripe suína contaminou 77.201 pessoas em 120 países e territórios, deixando no total 332 mortos, segundo os últimos números publicados nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O número de pessoas infectadas aumentou em 6.308 desde os últimos dados da OMS, divulgados segunda-feira no site da organização.
A OMS, que declarou o vírus A (H1N1) primeira pandemia atípica de gripe do século, mencionava então 70.893 casos em 116 países e territórios, e 311 mortes.
O Reino Unido, um dos países mais atingidos do planeta, registrou 2.288 novos casos desde segunda-feira, elevando para 6.538 o número total de pessoas contaminadas pelo vírus em todo o país. Três morreram.
O número de casos também disparou no Chile, com mais 1.025 desde segunda-feira. Assim, o número total de pessoas infectadas atingiu 6.211 no país andino. A doença também continuou crescendo no México, seu país de origem, com um total de 8.680 doentes (mais 401 em relação a segunda-feira), entre eles 116 mortos.
Segue um quadro com a evolução da gripe suína nos países onde foram registrados casos mortais e nos que têm mais de cem enfermos diagnosticados:
Estados Unidos: 27.717 casos, 127 mortais
México: 8.680 casos, 116 mortais
Canadá: 7.893 casos, 25 mortais
Chile: 6.211 casos, 12 mortais
Reino Unido: 6.538 casos, 3 mortais
Austrália: 4.090 casos, 7 mortais
Argentina: 1.587 casos, 26 mortais
Tailândia: 1.414 casos, 3 mortais
Filipinas: 861 casos, 1 mortal
Espanha: 717 casos, 1 mortal
Brasil: 680 casos, 1 mortal
Costa Rica: 279 casos, 2 mortais
Guatemala: 254 casos, 2 mortais
Uruguai: 195 casos, 1 mortal
Honduras: 118 casos, 1 mortal
Rep. Dominicana: 108 casos, 2 mortais
Colômbia: 93 casos, 2 mortais
China: 1.518 casos
Japão: 1.266
Nova Zelândia: 711
Cingapura: 701
Peru: 538
Israel: 506
Panamá: 417
Alemanha: 417
Nicarágua: 293
França: 277
El Salvador: 226
Coréia do Sul: 202
Venezuela: 193
Equador: 163
Holanda: 128
Itália: 123
A OMS faz suas próprias verificações, o que explica a defasagem entre suas estatísticas e as de alguns países.
Também relativiza "a pertinência" das estatísticas porque alguns dos países mais afetados, como Estados Unidos, desistiram de contabilizar todos os casos de contágio.
A organização estima, além disso, que muitos países pobres não têm os meios de detectar a presença do vírus.
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