Sex, 28 Ago, 06h09
LOS ANGELES, EUA (AFP) - A morte de Michael Jackson foi decorrente de homicídio, provocado essencialmente por "uma intoxicação com o (um anestésico muito potente) propofol", anunciou nesta sexta-feira o Instituto Médico Legal de Los Angeles (Califórnia, oeste).
Os peritos chegaram a esta conclusão depois dos resultados dos exames toxicológicos constantes da autopsia praticada no corpo do cantor após sua morte, aos 50 anos, de uma parada cardíaca no dia 25 de junho na mansão em que vivia, em Beverly Hills (oeste de Los Angeles).
Uma "intoxicação aguda por propofol" teria causado o colapso do 'Rei do Pop', que estava acompanhado na hora da morte por seu médico pessoal Conrad Murray.
Michael Jackson usava com frequência o anestesiante, para lutar contra a insônia.
Outros medicamentos foram encontrados no sangue do cantor, precisa o comunicado do IML.
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