O blog Design and Dev, do portal The Next Web, dá a dica.
Por Henrique Cesar Ulbrich
Todo mundo tem execrado o Flash (os Linuxistas fazem isso há anos…), decano formato de web interativa da Adobe, e festejado a chegada do padrão HTML 5 + CSS3 como seu substituto. Mas muitos sites bacanas (bacanas mesmo!) só poderiam – pelo menos até hoje – ter sido feitos em Flash. Por isso, o blog Design and Dev, do portal The Next Web, relacionou sete sites em Flash que merecem ser portados para a nova tecnologia.
De fato, o Flash já mostra sua idade, e mesmo quando ainda estava por cima da carne seca era muito mal utilizado por web designers preguiçosos – ou mesmo incompetentes – para gerar sites “bonitos” (note as aspas), pesados e amplamente incompatíveis com grande parcela dos navegadores.
Com a entrada primeiro do iPod touch e em seguida do iPhone e iPad, e a decisão da Apple de simplesmente não embarcar o problemático Flash neles, a curva de utilização do formato, já descendente, ficou mais acentuada. Mesmo com o Android e com o Windows Phone, o Flash ficou meio desajeitado.
Mesmo com todos os problemas, entretanto, se bem usado, e com bom gosto (como nos exemplos elencados pelo D&D) o Flash pode ser ainda uma grande ferramenta. É o que provam os exemplos citados na matéria: a página oficial do ator Jim Carrey (jimcarrey.com), a peça de arte audiovisual espanhola Labuat (herraizsoto.es/labuat/eng), os sites de fotografia Fiero Animals (fieroanimals.com), Wekstette (werkstette.dk) e Lilia’s Planet (liliaplanet.com), o Museum of Me da Intel (intel.com/museumofme) e o brasileiro Xixi no Banho (www.xixinobanho.org.br).
O D&D reconhece que, especialmente nesses dois últimos sites, o Flash ainda é mais eficiente que o HTML 5. Mas isso não deve durar muito, até porque com o sucesso da plataforma iOS, os dias do Flash estão mesmo contados.


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