Assim como as primeiras versões do iPhone, o Palm Pre não é capaz de gravar vídeo, apesar de equipado com uma câmera de 3 MP e um processador poderoso o suficiente para a tarefa. O problema é, puramente, a falta de software: a Palm não incluiu a função de vídeo no aplicativo de câmera do Pre. Não mais: frequentadores do Wiki WebOS Internals e dos fóruns do site PreCentral se uniram para criar o Precorder , o primeiro aplicativo de gravação de vídeo para o Palm Pre.
O Chrome OS, novo sistema operacional do Google desenvolvido sob medida para netbooks, já há alguns dias pode ser experimentado em uma máquina virtual. Embora prático, este método tem suas desvantagens: o desempenho é inferior ao do hardware real, o que pode prejudicar o julgamento de recursos interessantes como o boot em 7 segundos orgulhosamente alardeado pelo Google. Felizmente, quem quer ter uma experiência mais real com o Chrome OS já tem uma nova opção: rodar o sistema a partir de um pendrive.
A demora de sete meses para a aprovação da compra da Sun Mycrosystems pela Oracle pela Comissão Européia conseguiu um feito bastante raro: a união entre democratas e republicanos nos Estados Unidos. Um grupo de 59 senadores dos dois partidos enviou uma carta aberta à CE solicitando que termine a sua análise da aquisição e deixe o negócio ser consumado. Curiosamente, prazo para entrega da defesa foi prorrogado para depois do feriado de Ação de Graças a pedido da própria Oracle.
A Opera Software :http://www.opera.com/ fechou uma brecha em seu navegador que permitia aos chineses acessarem sites proibidos pelo governo. Segundo o site BBC News :http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8376555.stm, foi feita uma solicitação neste fim de semana aos usuários do Opera para que fosse instalada uma versão chinesa do navegador. A partir desse momento, os usuários perderam o acesso a vários sites censurados pelo governo chinês, como Facebook.
Por Georgina Prodhan LONDRES (Reuters) - O LinkedIn, o maior serviço mundial de redes sociais profissionais, provavelmente realizará uma oferta pública inicial de ações, mas não em um futuro próximo, disse o co-fundador e presidente do conselho executivo da companhia, Reid Hoffman, em entrevista à Reuters. "Provavelmente chegará o momento em que essa será a solução certa. Mas isso não acontecerá em curto prazo", disse Hoffman em um evento da empresa realizado em Londres para marcar 3 milhões de usuários no Reino Unido. O LinkedIn, com 53 milhões de membros em todo o mundo, é visto como forte candidato a uma oferta pública inicial de ações, especialmente agora que o mercado começa a se recuperar. Uma pesquisa recente da Reuters constatou que o serviço é uma das empresas mais elegíveis do Vale do Silício para uma abertura de capital. O serviço, que permite que os membros administrem perfis profissionais online e os auxilia a encontrar contatos importantes de negócios ou novos empregos, levantou 76 milhões de dólares em capital durante uma recente rodada de capitalização, em 2008, quando a companhia foi avaliada como valendo 1 bilhão de dólares. Desde então, o número de usuários da rede quase dobrou, e ela vem apresentando lucro nos dois últimos anos. "Não gastamos um tostão de nossa última rodada de capitalização", disse Hoffman. "Creio que nossos números sejam bons o bastante para que não dependamos do mercado." O LinkedIn conta entre seus investidores com Goldman Sachs, McGraw Hill, SAP Ventures e Bessemer Venture Partners. Alguns meses atrás, o LinkedIn apontou Jeff Weiner, proveniente do Yahoo, para a posição de presidente-executivo. No mês passado, a empresa anunciou parceiras com Microsoft, Twitter e Research in Motion, a fabricante do BlackBerry. Esta semana, o LinkedIn abriu sua API (interface de programação de aplicativos) a programadores externos, liberando o caminho para que os membros transfiram perfis da rede social a outros sites, o que pode ampliar o alcance e a utilidade da adesão ao serviço.