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    Coronavírus: Bolsonaro chama Moro de egoísta e diz que não ajuda governo em crise

    Bolsonaro teria, inclusive, reclamado a Moro de estar desassistido juridicamente

  • Números do coronavírus assustam: os 13 primeiros dias de mortes no Brasil têm mais óbitos do que a Itália teve no mesmo período
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    Números do coronavírus assustam: os 13 primeiros dias de mortes no Brasil têm mais óbitos do que a Itália teve no mesmo período

    O Brasil teve mais mortes pelo novo coronavírus por dia do que a Itália — atualmente o país com...

  • Depois de sair com os filhos e desrespeitar isolamento,  Cristiano Ronaldo pede que seus seguidores fiquem em casa
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    Depois de sair com os filhos e desrespeitar isolamento, Cristiano Ronaldo pede que seus seguidores fiquem em casa

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  • Dono de bar fechado por coronavírus é ameaçado, na Baixada Fluminense: 'ordem de reabrir'
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    Dono de bar fechado por coronavírus é ameaçado, na Baixada Fluminense: 'ordem de reabrir'

    Policiais da delegacia de Xerém apreenderam arma de pressão usada no crime

  • Por que o H1N1 não parou economias como a pandemia de coronavírus?
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    BBC News Brasil

    Por que o H1N1 não parou economias como a pandemia de coronavírus?

    Em 2009, vírus da gripe suína se alastrou pelo mundo na 1ª pandemia do século 21; mas por que ele não fez cidades e países entrarem em quarentena? Entenda.

  • Bolsonaro é alertado de que, se tentar flexibilizar isolamento ‘na canetada’, sofrerá revés na Justiça
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    Bolsonaro é alertado de que, se tentar flexibilizar isolamento ‘na canetada’, sofrerá revés na Justiça

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    Pyong diz não entender torcida de Felipe Neto para ele sair do 'BBB20'

    Fora da casa do "Big Brother Brasil 20", Pyong Lee diz ainda não entender o motivo que levou o...

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    Griselda desmascara Antenor em 'Fina estampa'

    Antenor (Caio Castro) vem conseguindo enganar a família Le Velmont, que até então acredita que ele...

  • Trump: 'não pagaremos pela segurança de Harry e Meghan'
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    AFP

    Trump: 'não pagaremos pela segurança de Harry e Meghan'

    O presidente Donald Trump declarou, no domingo (29), que os Estados Unidos não vão pagar pela segurança do príncipe Harry e de sua mulher, Meghan, parecendo confirmar a mudança do casal para a Califórnia.

  • 'Me preocupo com meus colegas como se eles estivessem indo para a guerra', diz estudante de medicina voluntário na luta contra coronavírus
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    O Globo

    'Me preocupo com meus colegas como se eles estivessem indo para a guerra', diz estudante de medicina voluntário na luta contra coronavírus

    Cursando o 7º período na Uerj, Gabriel Bittencourt é um dos quase 300 alunos da universidade que se ofereceram para atuar na linha de frente da pandemia

  • Depois de Jair e Flávio, Twitter deleta postagem de Eduardo Bolsonaro
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    Folhapress

    Depois de Jair e Flávio, Twitter deleta postagem de Eduardo Bolsonaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após apagar postagens do senador Flávio Bolsonaro e do presidente Jair Bolsonaro, o Twitter também deletou mensagem publicada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, nesta segunda-feira (30). A postagem continha um vídeo do presidente no tour que fez no domingo (29) pelo Distrito Federal, contrariando seu próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que recomendou que as pessoas ficassem em casa como medida de enfrentamento ao coronavírus. Nas filmagens, Bolsonaro cita o uso de cloroquina para o tratamento da doença e defende o fim isolamento social. A hidroxicloroquina, combinado de cloroquina e azitromicina, está em fase de testes e não há comprovação de sua eficácia na luta contra o coronavírus. Em meio à crise do novo coronavírus, a plataforma atualizou suas políticas e passou a apagar mensagens que possam aumentar o risco de as pessoas se contaminarem. No domingo (29), duas postagens de Jair Bolsonaro foram apagadas. Foi a primeira vez que a rede social apagou mensagens do presidente do Brasil. O motivo foi o mesmo que levou ao apagamento das mensagens de Eduardo: vídeos de seu passeio pelo Distrito Federal. Em um dos posts, em Taguatinga, ele conversa com trabalhadores informais, escuta críticas à quarentena, concorda com a cabeça, e diz que o medicamento está dando certo. No outro, em Sobradinho, o presidente entra em um açougue, fala com funcionários, projeta o desemprego que o isolamento social pode causar e, de novo, cita o remédio.

  • Médico Roberto Kalil Filho vai para isolamento por suspeita de coronavírus
    Notícias
    Folhapress

    Médico Roberto Kalil Filho vai para isolamento por suspeita de coronavírus

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O médico Roberto Kalil Filho se afastou de seu consultório e das atividades o InCor e no Hospital Sírio Libanês por estar com suspeita de ter sido infectado pelo coronavírus. Ele acordou com febre nesta segunda-feira (30) e decidiu fazer os exames. Estava também com tosse. "Estou isolado, aguardando o resultado, que deve sair amanhã", disse o cardiologista à reportagem. Segue atendendo os pacientes por telefone e examinando deles os exames por computador. Na semana passada, Kalil teve contato, por exemplo, com o gastroenterologista Raul Cutait, que está internado no Sírio com Covid-19. O cardiologista tem entre seus pacientes os ex-presidentes Lula, Michel Temer e D​ilma Rousseff. Ele enviou uma mensagem de texto em que detalha a situação: "Escrevo esta mensagem para dizer que posso estar com o novo coronavírus. Na manhã de hoje, acordei febril. Com um quadro de tosse e febre, procurei imediatamente ajuda médica, fiz o teste e aguardo o resultado. Como precisa ser feito, respeito o isolamento.Estou bem. Apesar de isolado, sigo com o trabalho, tenho acesso pelo computador aos exames dos meus pacientes. Estudo caso a caso e, por telefone, discuto procedimentos mais adequados com a equipe. Caso meu exame seja positivo, espero ficar bem logo para retomar o mais rápido possível minhas atividades no InCor, no Hospital Sírio-Libanês e no consultório".

  • Estudo aprofunda a ligação dos pangolins com pandemia do novo coronavírus
    Originais do Yahoo

    Estudo aprofunda a ligação dos pangolins com pandemia do novo coronavírus

    Embora ainda seja cedo para afirmar que o animal tenha sido o único responsável direto pela transmissão aos humanos, cientistas chineses demonstraram que pangolins malaios carregam um vírus muito semelhante ao SARS-CoV-2

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    Ídolo no Japão, comediante Ken Shimura morre de coronavírus

    O comediante Ken Shimura é mais uma personalidade que perdeu a vida para o coronavírus. Conhecido...

  • PCC orienta advogados a usarem coronavírus para tirar seus membros da prisão
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    PCC orienta advogados a usarem coronavírus para tirar seus membros da prisão

    Salve (comunicado) dirigido ao grupo de advogados da facção recomenda buscar na Justiça a liberdade de presos que façam parte do grupo de risco da pandemia.

  • Guinada de Bolsonaro se deu por medo de perder empresários e redes sociais
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    Folhapress

    Guinada de Bolsonaro se deu por medo de perder empresários e redes sociais

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A guinada dada por Jair Bolsonaro diante da pandemia do coronavírus foi gerada pelo receio de perder apoio do setor empresarial e de trabalhadores autônomos, pilares de sustentação de seu mandato. O presidente começou a semana passada sinalizando uma trégua no embate com governos estaduais. No entanto, após ligações e vídeos de empresários e trabalhadores com queixas dos prejuízos com a política de isolamento, e da pressão em suas redes sociais, Bolsonaro radicalizou o discurso. O flerte inicial com uma fala moderada foi costurado pela cúpula militar, em especial os ministros da Casa Civil, Walter Braga Netto, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. Foi este último, por exemplo, quem marcou com os governadores conversas por teleconferência com o presidente, em um esforço de abrir um canal de diálogo. A estratégia parecia ter sido bem-sucedida e recebera elogios até de deputados bolsonaristas, para os quais o momento era de baixar as armas e construir uma solução. A cúpula militar, no entanto, não esperava o movimento casado dos filhos do presidente com o setor empresarial. Desde o início da semana, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) vinha dialogando com empresários insatisfeitos com as medidas de isolamento adotadas nos estados. As reclamações, segundo assessores palacianos, vinham sobretudo dos setores de varejo, logístico e agropecuário. Eles ameaçavam demitir se o resguardo se prolongasse. Flávio fez chegar as reclamações ao pai. O recado implícito era o de que, caso Bolsonaro não se posicionasse ao lado do setor produtivo, ele corria o risco de perder o apoio de boa parcela dos empresários. A pressão sobre o presidente foi feita por meio de uma enxurrada de ligações e vídeos de empresários e trabalhadores reclamando das consequências das restrições. As queixas chegaram também pelas redes sociais, terreno que sensibiliza Bolsonaro. Em um dos vídeos, caminhoneiros reclamavam de não ter comida na estrada porque os estabelecimentos estavam fechados. Diziam que seriam obrigados a voltar para casa. Em outra peça, agricultores aparecem em feiras jogando no chão legumes e frutas. "Todos os restaurantes estão fechados e não tem o que fazer", diz um feirante no vídeo. Em paralelo, o gabinete digital da Presidência, sob a influência do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), constatou que o discurso ameno do presidente causou uma desmobilização de perfis de direita nas redes sociais, que passaram a defender menos o governo de ataques da esquerda. A avaliação foi a de que, diante do clima de animosidade, era hora de orientar a militância digital apontando inimigos, no caso a imprensa e os governadores, mobilizando os eleitores fiéis a responderem às críticas contra o presidente. A mudança de postura foi definida em uma reunião na tarde de terça (24), no Palácio do Planalto. No encontro, que teve as participações tanto de Flávio como de Carlos, o presidente começou a delinear o discurso que faria em rede nacional naquela noite. Nele, rompeu a linha da conciliação. Para convencer o presidente, foram mostradas a ele previsões do desemprego nos EUA diante da pandemia. Bolsonaro foi informado que a expectativa de integrantes do Federal Reserve de St. Louis, uma das instituições que compõem o Banco Central americano, é que o desemprego pode chegar a 30% no segundo semestre devido às paralisações. No Brasil, na avaliação de ministros, o cenário pode ser pior. Isso gerou o receio de que o ônus das medidas adotadas pelos estados recaia sobre ele. Antes de gravar o pronunciamento, Bolsonaro enviou o texto, de acordo com assessores presidenciais, para o secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Nabhan Garcia. Ele queria a opinião de alguém com interlocução com o setor produtivo. De acordo com relatos, recebeu apoio. O discurso teve repercussão negativa tanto no Legislativo como no Judiciário. A expectativa entre congressistas era por declarações que pregassem a união. No dia seguinte, as respostas preocuparam o presidente. Ele, porém, se acalmou, dizem deputados aliados, após receber ligações de apoio de industriais e de pecuaristas. A partir de então, Bolsonaro começou a discutir de maneira técnica com o Ministério da Saúde a ideia de um isolamento vertical --só para grupos de risco. Segundo relatos, a conclusão foi de que, neste momento em que o país ainda não atingiu o pico da doença, não é possível viabilizá-lo em cidades com mais de 100 mil habitantes, onde a chance de aglomerações é maior. Bolsonaro, então, passou a defender a sua adoção em cidades do interior, sobretudo as que ainda não registraram casos da doença. Como a determinação de isolamento cabe aos governos municipais e estaduais, a equipe do presidente começou a mobilizar protestos pelo país pela abertura de shoppings e comércios. A Presidência, por exemplo, produziu um vídeo de divulgação institucional em que a volta ao trabalho de regimes de confinamento é estimulada, contrariando orientações de autoridades sanitárias. A peça foi distribuída, em forma de teste, para as redes bolsonaristas. Nela, categorias como a dos autônomos e mesmo a dos profissionais da saúde são mostradas como desejosas de voltar ao regime normal de trabalho. Segundo relatos feitos à Folha, o filme chegou a ser enviado previamente a empresários que apoiam o governo para que eles divulguem o chamado do presidente. Justiça impede governo federal de veicular campanha Santos"‚A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou neste sábado (28) que a União se abstenha de veicular peças publicitárias relativas à campanha "O Brasil não pode parar", defendida pelo presidente Jair Bolsonaro e contrária a medidas de confinamento adotadas no país em meio à pandemia do coronavírus. A decisão, em resposta a uma ação civil pública do Ministério Público Federal, foi proferida durante a madrugada pela juíza Laura Bastos Carvalho. Ela impede a divulgação da campanha por rádio, TV, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital. O tribunal ainda diz que o governo não deve publicar qualquer outra campanha que sugira à população brasileira comportamentos que não estejam estritamente embasados com diretrizes técnicas. Tais diretrizes devem ser emitidas pelo Ministério da Saúde, com fundamento em documentos públicos, de entidades científicas de notório reconhecimento no campo da epidemiologia e da saúde pública. A Justiça ainda estipulou que o descumprimento da ordem está sujeito a uma multa de R$ 100 mil por infração. Em seu pedido, o MPF alegou que a campanha instaria os brasileiros a voltarem às suas atividades normais, sem que estivesse embasada em documentos técnicos que indicassem que essa seria a providência adequada --e que isso poderia agravar o risco de disseminação da doença no país. A AGU (Advocacia-Geral da União) disse que aguarda ser intimada da decisão e solicitará subsídios dos órgãos envolvidos. "A AGU irá apresentará em juízo todos os esclarecimentos necessários à elucidação da questão."

  • Coronavírus: China teme segunda onda da pandemia no país
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    Coronavírus: China teme segunda onda da pandemia no país

    Quase um quarto dos infectados em outros países desembarcaram em Pequim, disseram as autoridades chinesas

  • Coronavírus: Brasil tem mais mortes por dia do que Itália desde 1º óbito
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    BBC News Brasil

    Coronavírus: Brasil tem mais mortes por dia do que Itália desde 1º óbito

    Desde 1º óbito, em 17 de março, até último domingo, foram 136 mortes no país. Na Itália, foram 107 mortes.

  • Mercado de Wuhan, o marco zero do coronavírus, se esconde à luz do dia
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    Mercado de Wuhan, o marco zero do coronavírus, se esconde à luz do dia

    Na cidade chinesa de Wuhan, o mercado onde surgiu a pandemia que deixou o mundo de joelhos agora dorme atrás de uma divisória azul e branca

  • Em isolamento, planeta aguarda o pico da epidemia
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    AFP

    Em isolamento, planeta aguarda o pico da epidemia

    A perspectiva com o pico da pandemia do coronavírus nos próximos dias despertou esperança nesta segunda-feira (30) nos países da Europa mais afetados pela Covid-19, como Itália e Espanha, enquanto os Estados Unidos implementavam uma ampla mobilização.

  • Planalto estuda acabar com entrevistas de ministro da Saúde e concentrar informações sobre novo coronavírus
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    O Globo

    Planalto estuda acabar com entrevistas de ministro da Saúde e concentrar informações sobre novo coronavírus

    Mudança ajudaria a transmitir a imagem de união entre saúde e economia, como preconiza Bolsonaro

  • Coronavírus: Ministério Público recomenda medidas para proteção dos policiais do Rio
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    Coronavírus: Ministério Público recomenda medidas para proteção dos policiais do Rio

    O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada em...

  • Coronavírus: Pequenos negócios sobrevivem à crise adaptando suas operações para atender clientes em casa
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    O Globo

    Coronavírus: Pequenos negócios sobrevivem à crise adaptando suas operações para atender clientes em casa

    Avanço da Covid-19 no Brasil acertou em cheio os pequenos e médios negócios do país

  • Bolsonaro já usa decretos para driblar decisões de governadores em crise do coronavírus
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    HuffPost Brasil

    Bolsonaro já usa decretos para driblar decisões de governadores em crise do coronavírus

    Em um confronto aberto com governadores que determinaram a paralisaçao deatividades devido ao surto de coronavirus, o presidente Jair Bolsonaro temusado os recursos que possui para driblar decisoes estaduais e municipais.

  • Coronavírus: Morre em Nova York o cantor Alan Merrill, do sucesso 'I love rock 'n roll'
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    Coronavírus: Morre em Nova York o cantor Alan Merrill, do sucesso 'I love rock 'n roll'

    RIO - Cantor e co-autor da primeira versão gravada da canção "I love rock n roll", em 1975, o...