• Bombeiro do Rio agride e raspa o cabelo da filha de 14 anos após ver vídeo com cigarro e bebida
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Bombeiro do Rio agride e raspa o cabelo da filha de 14 anos após ver vídeo com cigarro e bebida

    Sargento dos Bombeiros raspou cabelo da própria filha, uma adolescente de 14 anos, ao se irritar com um vídeo em que a menina aparecia supostamente tomando bebida alcoólica e fumando cigarro.

  • O desabafo de Luisa Sonza é um alerta sobre a tentativa de 'ser feliz o tempo todo'
    Notícias
    HuffPost Brasil

    O desabafo de Luisa Sonza é um alerta sobre a tentativa de 'ser feliz o tempo todo'

    Luisa Sonza fez um grande desabafo no Twitter na noite da ultima sexta-feira(13).

  • Bolsonaro diz que deve vetar pena maior para crime contra honra na internet
    Notícias
    Folhapress

    Bolsonaro diz que deve vetar pena maior para crime contra honra na internet

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, neste sábado (14), que tende a vetar o aumento das penas para quem comete crimes contra a honra nas redes sociais, um dos pontos incluídos pelo Congresso no pacote anticrime de iniciativa do ministro Sergio Moro (Justiça). "A questão de triplicar pena para crime de calúnia, difamação e injúria veio lá do Parlamento. A tendência é vetar isso aí", afirmou o presidente na saída do Palácio do Alvorada. A medida aprovada pelo Congresso foi gestada por partidos que consideram haver uma campanha organizada de difamação contra políticos nas redes sociais patrocinada por grupos bolsonaristas. Os parlamentares acrescentaram um parágrafo ao artigo 141 do Código Penal, dentro do capítulo de crimes contra a honra, como injúria, calúnia, exceção da verdade e difamação. Conforme o texto, se o crime for cometido ou divulgado pelas redes sociais, a pena será aplicada em triplo. Caso Bolsonaro vete mesmo esse ponto, o Congresso ainda tem a palavra final. Ele pode derrubar o veto e restabelecer a medida por meio do voto da maioria dos 513 deputados e 81 senadores. Bolsonaro também comentou proposta de indulto de Natal em formulação pelo Ministério da Justiça. Conforme noticiou o jornal "O Estado de S. Paulo", o texto não traz indulto específico para policiais que cometeram crimes."Vai ter policial sim, vai ter civil, vai ter todo mundo lá. Agora, sempre esquecemos dos policiais, não é justo isso aí. Ou tem indulto para todo tipo de gente ou não tem. Quem assina sou eu", disse. O presidente disse também que ainda não decidiu se sancionará eventual aumento do fundo eleitoral, em discussão no Congresso. "Quando chegar na minha mesa eu decido", respondeu aos jornalistas."Não negociei nada. Não procede a informação que alguns órgãos de imprensa deram que eu teria negociado R$ 2,5 bilhões", afirmou. Parte dos parlamentares defende aumentar o fundo eleitoral para R$ 3,8 bilhões, o que retiraria recursos de áreas como educação e saúde. Em 2018, o fundo teve R$ 1,7 bilhão. Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada no início da tarde deste sábado para participar de uma confraternização de fim de ano promovida pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, para autoridades e servidores de seu gabinete. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também foi à festa, realizada em um espaço de eventos numa área de mansões no Park Way, no Distrito Federal. Na sexta (13), Bolsonaro declarou que o Supremo foi importante para a governabilidade neste ano --aspecto que auxiliares de Toffoli também destacam como um dos pontos importantes de sua gestão no comando do tribunal. "Eu tenho gratidão às Forças Armadas, à população como um todo e à Câmara e ao Senado que têm nos ajudado a construir esse futuro. Sem se esquecer do Poder Judiciário, em especial o nosso STF, que em muitas medidas tem nos ajudado a garantir a governabilidade", afirmou Bolsonaro.

  • Estudo do Inpe indica que óleo que atinge litoral brasileiro veio do mar da África
    Notícias
    Folhapress

    Estudo do Inpe indica que óleo que atinge litoral brasileiro veio do mar da África

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Estudo do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) realizado em novembro e apresentado na quarta-feira (11) na Câmara dos Deputados tem uma nova hipótese para a origem do óleo que atingiu o litoral do Nordeste e do Norte. O óleo teria vindo do mar da África, por cerca de 4.000 km, trazido pelas correntes marinhas por baixo da superfície. "A gente tem uma hipótese principal de que esse derrame aconteceu a partir de abril deste ano e as manchas só chegaram ao país, em superfície, de maneira difícil de ser detectada através de imagens de satélite, em setembro deste ano", disse o oceanógrafo Ronald Buss de Souza, pesquisador titular do Inpe que também atua na administração do órgão como chefe de gabinete. Souza falou na CPI do Derramamento de Óleo no Nordeste, onde exibiu um vídeo de uma simulação de como uma suposta mancha teria saído do mar perto da África, em abril, e atingido as costas do Norte e do Nordeste em setembro. "A mancha de óleo teve uma origem longe e fora da costa [brasileira]", afirmou. "O óleo que chegou na costa brasileira não veio pela superfície do mar, mas, sim, veio em subsuperfície. De maneira nenhuma foi detectado por nenhuma imagem de satélite nesses últimos três meses, [imagens] que estão sendo analisadas diariamente dentro do nosso instituto." A hipótese é diferente da linha de investigação divulgada pela Marinha e pela Polícia Federal no início de novembro, quando o navio Bouboulina, da empresa grega Delta Tankers, foi apontado como principal suspeito. As suspeitas sobre o Bouboulina tinham como um de seus fundamentos a detecção da imagem de uma mancha, supostamente de óleo, no dia 29 de julho a 733 km a leste da Paraíba. A Delta Tankers tem negado envolvimento. Na CPI, Souza refutou a possibilidade de que o óleo que atingiu as praias brasileiras tenha tido origem em alguma mancha detectável por imagem de satélite. Souza integra o GAA (Grupo de Acompanhamento e Avaliação), instituído pela Marinha por causa da crise do óleo. Em 5 de novembro, segundo ele, foi criado um grupo de trabalho para descrever o que estava acontecendo, com base na experiência de vários especialistas em sensoriamento remoto, observação da Terra por satélites e modelagem numérica.

  • Prefeitura proíbe veículos do Grupo Globo de participarem de entrevista sobre crise da saúde
    Notícias
    O Globo

    Prefeitura proíbe veículos do Grupo Globo de participarem de entrevista sobre crise da saúde

    Evento no Palácio da Cidade, com a participação de ministros da Saúde e do Turismo, anunciou repasses de verbas da União para rede municipal e reforma do Sambódromo

  • Dono da Quatro por Quatro recebe voz de prisão durante CPI dos Incêndios por falso testemunho
    Notícias
    O Globo

    Dono da Quatro por Quatro recebe voz de prisão durante CPI dos Incêndios por falso testemunho

    A CPI apura as circunstâncias do incêndio na wiskeria que vitimou quatro bombeiros

  • Jogadores do Al-Hilal se surpreendem com declaração de Jesus de que montou o time
    Notícias
    Extra

    Jogadores do Al-Hilal se surpreendem com declaração de Jesus de que montou o time

    Jorge Jesus fartou-se de dizer nas últimas semanas que “montou todo o Al-Hilal”

  • Bolsonaro compra picolé na Praça dos Três Poderes e nega planos de troca ministerial
    Notícias
    Extra

    Bolsonaro compra picolé na Praça dos Três Poderes e nega planos de troca ministerial

    O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado que "não está prevista" nenhuma troca na sua equipe...

  • Renan Calheiros vira um dos principais conselheiros de Alcolumbre
    Notícias
    HuffPost Brasil

    Renan Calheiros vira um dos principais conselheiros de Alcolumbre

    "Estamos aqui para servir o povo brasileiro e nao para nos servirmos dele:neste novo Senado que construiremos juntos, os anseios das ruas terao oprotagonismo outrora deixado aos conchavos das elites partidarias assepticasao interesse publico.

  • Turista britânico morto
    AFP

    Turista britânico morto

    Um turista britânico morreu e um segundo ficou ferido, neste sábado, enquanto davam entrada em um hotel de luxo em Buenos Aires. Eles haviam acabado de desembarcar no Aeroporto Internacional de Ezeiza.

  • Paolla Oliveira estrela clipe de carnaval da Grande Rio para 2020
    Notícias
    Extra

    Paolla Oliveira estrela clipe de carnaval da Grande Rio para 2020

    Rainha de bateria da Grande Rio mais uma vez, Paolla Oliveira estrela o clipe com o samba-enredo da escola

  • Coreia do Norte anuncia novo "teste crucial"
    Notícias
    AFP

    Coreia do Norte anuncia novo "teste crucial"

    A imprensa estatal da Coreia do Norte anunciou um novo "teste crucial" em sua base de lançamento de satélites de Sohae, em um contexto de bloqueio das negociações entre Pyongyang e Washington.

  • Exames apontam que câncer de Fabrício Queiroz voltou a se manifestar, diz revista
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Exames apontam que câncer de Fabrício Queiroz voltou a se manifestar, diz revista

     Queiroz teria aparecido no hospital na última quinta para conhecer o resultado de uma colonoscopia.

  • Três dias após assumir cargo, presidente argentino volta à sala de aula para aplicar prova em seus alunos
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Três dias após assumir cargo, presidente argentino volta à sala de aula para aplicar prova em seus alunos

    Fernández, que assumiu a Presidência na terça-feira passada, é professor de direito penal na universidade estatal há 30 anos

  • Justiça manda Marcelo D2 apagar tuítes que ligam Doria a mortes em Paraisópolis
    Notícias
    Folhapress

    Justiça manda Marcelo D2 apagar tuítes que ligam Doria a mortes em Paraisópolis

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cantor Marcelo D2 terá de apagar três tuítes críticos ao governador João Doria (PSDB) relacionados às mortes na favela de Paraisópolis (zona sul de SP). A decisão é do desembargador Luiz Antônio de Godoy, da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que afirmou que  há "possível abuso do direito de liberdade de expressão por parte do requerido, bem como perigo de dano, tendo em vista a repercussão gerada por suas publicações".  Em uma das postagens, D2 afirma que Doria foi o mandante das mortes de nove jovens, ocorridas durante ação da Polícia Militar, no dia 1º. Em outro tuíte, respondendo a uma declaração de Doria dizendo que lamenta o episódio, o cantor afirmou: "Lamenta nada, assassino". Uma terceira postagem afirma "o Doria não gostou que chamei ele de assassino e tentou, na justiça, tirar meu post do ar. Então aqui vai uma homenagem a mais um brasileiro do ano Parabéns aos envolvidos!". Em seguida, há uma charge de Doria com as mãos sujas de sangue.  O pedido de Doria afirma que "em que pese o agravante seja governador do estado de São Paulo, responsável pela segurança pública e planejamento macro do exercício do poder de polícia, não se pode imputar à sua pessoa, enquanto detentora de direitos e obrigações, a responsabilidade direta pelo episódio." O magistrado estabeleceu multa diária de R$ 500 para o caso de o cantor não retirar os posts. As postagens ainda estavam no ar nesta sexta-feira (13).  A reportagem procurou a assessoria de D2 e, assim que receber o posicionamento, acrescentará nesta reportagem.

  • Como Arrascaeta refugou dos cavalos e deu salto no Flamengo com Jesus
    Notícias
    O Globo

    Como Arrascaeta refugou dos cavalos e deu salto no Flamengo com Jesus

    Uruguaio, fã de Riquelme e Neymar, viu avô jóquei em cadeira de rodas e não seguiu destino do pai por medo

  • Veja quando poderá sacar a diferença de R$ 498 do FGTS, além dos R$ 500 já recebidos
    Notícias
    Extra

    Veja quando poderá sacar a diferença de R$ 498 do FGTS, além dos R$ 500 já recebidos

    A Caixa anunciou nesta sexta-feira (13) o calendário para retirada do valor complementar do Saque...

  • Ministro despeja TV Escola e encerra contrato com associação, após polêmica com Olavo
    Notícias
    Folhapress

    Ministro despeja TV Escola e encerra contrato com associação, após polêmica com Olavo

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo Jair Bolsonaro decidiu não renovar o contrato de gestão com a Associação Roquette Pinto, que gerencia a TV Escola. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, determinou um despejo da TV Escola das dependências do MEC (Ministério da Educação). Não há certeza sobre a continuidade do canal. Segundo a reportagem apurou, Weintraub e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, tentaram indicar pessoas para a associação e influenciar nos rumos na TV. A alta cúpula da Associação Roquette Pinto avalia que a atitude do governo é uma retaliação porque as indicações não foram acolhidas. Nesta semana, a emissora passou a transmitir uma série sobre a história do Brasil com visão revisionista, ideológica de direita e conservadora, com entrevistas do escritor Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo. Profissionais da TV Escola recolhem equipamentos desde a manhã desta sexta-feira (13). Um caminhão de mudança está na porta do MEC para levar os materiais para um depósito em Brasília.Um ofício de outubro pedia a desocupação do espaço, uma sala no 9º andar do prédio do MEC. Naquele momento, o argumento era sobre a necessidade de uma reforma no espaço. A associação tentou na Justiça, em 29 de novembro, um prazo maior para efetuar a mudança, mas a Justiça derrubou liminar nesta quinta-feira (12). "Com a queda liminar, de fato, é um despejo", diz Flavio Pereira de Sousa, da assessoria jurídica da Roquette Pinto. A TV Escola existe desde 1995 com conteúdo educacional voltado para professores e estudantes. A emissora é responsável, por exemplo, pela transmissão da Hora do Enem, com conteúdo de preparação para o exame. Em julho, Onyx encaminhou a Weintraub a indicação de dois aliados para que fossem contratados, segundo cópias das indicações obtidas pela reportagem. São eles o ex-deputado Marcelo Jandre Delaroli (do PR-RJ, que esteve na Casa Civil) e Glenio Josino de Camargo, que assessora um deputado na Câmara. Os dois deveriam ser, respectivamente, superintendente da TV Escola em Brasília e assessor dessa superintendência. Um deles chegou a exigir o valor da salário, segundo relatos ouvidos pela reportagem. Weintraub é próximo de Onyx, de quem foi assessor na Casa Civil antes de assumir o MEC. Quando ainda estava na Casa Civil, Weintraub chegou a encaminhar à associação, segundo a Folha de S.Paulo apurou, uma relação de dez pessoas para serem absorvidos na TV Escola. O que não foi atendido. No ano passado, a Roquette Pinto recebeu R$ 73 milhões do MEC por meio de um contrato de gestão. Além de gerenciar a TV Escola, a associação também é responsável TV Ines, canal voltado a surdos, e pela Cinemateca. O MEC atrasou repasses neste ano para a associação, em torno de 40% dos R$ 70 milhões previstos, o que vinha dificultando as operações. Apesar de ser uma associação independente, a direção e o quadro de funcionários são escolhidos com grande influência pelo MEC. O diretor-geral, Francisco Câmpera, foi indicado ainda na gestão do ex-ministro Ricardo Vélez. A associação ainda abrigou integrantes da ala mais ideológica do governo, como Eduardo Melo, que é diretor adjunto. O MEC confirma que o contrato não será renovado, mas defende que "estuda a possibilidade de as atividades do canal serem exercidas por outra instituição da administração pública". A pasta não respondeu qual o motivo do encerramento e do despejo. Nos bastidores circula a informação de que o ministério quer repassar as atividades do canal para a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação). A marca TV Escola pertence à Associação Roquette Pinto. Em nota, a Roquette Pinto informou que tentou "inúmeros contatos com assessores do Ministério e com o próprio ministro no sentido de solicitar uma prorrogação do prazo para a desocupação afim de poder achar um local adequado. Não recebeu nenhuma resposta". A associação reúne 369 funcionários, sendo que cerca de 200 deles atuam na TV Escola. Um assessor próximo a Câmpera afirmou à reportagem que ele espera intervenção do presidente Bolsonaro na situação. Para enfraquecer o diretor, o ministro da Educação e aliados, como seu irmão, Artur Weintraub (assessor de Bolsonaro) insistem para Bolsonaro que Câmpera é de esquerda por ter veiculado um documentário sobre Rosa Parks, ícone americana do movimento negro por ter se recusado a ceder lugar em um ônibus em 1955.

  • Professor caí de escada, bate cabeça e morre em estação do metrô de SP
    Notícias
    Folhapress

    Professor caí de escada, bate cabeça e morre em estação do metrô de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O professor Luiz Carlos Neves Ribeiro, 57, morreu após cair e bater a cabeça, perto da escadaria que dá acesso à estação Barra Funda, da linha 3-vermelha do metrô, na noite desta sexta-feira (13).  Segundo a Polícia Militar, a vítima teria se desequilibrado, por motivos que são ainda apurados, e caiu da escada. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgências) e os bombeiros foram acionados.  Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública), gestão João Doria (PSDB), socorristas realizaram "várias tentativas de reanimação" na vítima, que acabou morrendo no local onde sofreu a queda. Segundo os bombeiros, o professor teria sofrido uma parada cardiorrespiratória.   O caso foi registrado no 91º DP (Ceagesp) como "morte suspeita", mas será investigado pelo 23º.  O Instituto de Criminalístiaca realizou perícia no local.  O Metrô afirmou que o acidente ocorreu na área externa da estação, acrescentando que a vítima foi socorrida no local. Nenhum outro posicionamento foi feito pela empresa.

  • Mergulhadores procuram corpos de vítimas de erupção na Nova Zelândia
    Notícias
    AFP

    Mergulhadores procuram corpos de vítimas de erupção na Nova Zelândia

    Equipes de mergulhadores procuravam neste sábado os corpos de pelo menos duas vítimas da erupção do vulcão da Ilha Branca, que entrou em atividade na segunda-feira e matou pelo menos 16 pessoas.

  • Luxemburgo e Vasco não entram em acordo e técnico deixa o clube
    Notícias
    Extra

    Luxemburgo e Vasco não entram em acordo e técnico deixa o clube

    O técnico Vanderlei Luxemburgo anunciou que não fica no Vasco em 2020. A confirmação foi dada nesta...

  • Um morto e 220.000 casas sem luz por ventos violentos na França
    Notícias
    AFP

    Um morto e 220.000 casas sem luz por ventos violentos na França

    Mais de 220.000 casas ficaram sem eletricidade nesta sexta-feira no sudoeste da França devido aos ventos fortes, de até 140 km/h, que causaram distúrbios significativos e mataram pelo menos uma pessoa.

  • Notícias
    Folhapress

    Maioria dos apoiadores de Bolsonaro aprova saída do PSL

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A maioria dos eleitores que declaram voto em Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 aprova a decisão do presidente de sair do PSL, partido pelo qual foi eleito, e criar uma nova sigla, a Aliança pelo Brasil, aponta a mais recente pesquisa Datafolha. Segundo o levantamento, 57% dos entrevistados que declaram ter votado em Bolsonaro aprovam a empreitada político-partidária do presidente; 27% a desaprovam. Nesse grupo, os indiferentes são 9% e os que não sabem, 7%. O aval à decisão de Bolsonaro também é maior entre os que consideram seu governo ótimo ou bom. Nessa fatia da população, 68% aprovam a investida do presidente. Segundo o instituto, a taxa de aprovação à sua administração oscilou de 29% para 30% na primeira semana de dezembro, dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Nas faixas de renda mais alta (cinco a dez salários mínimos e mais de dez salários), 43% dos entrevistados aprovam a saída de Bolsonaro do PSL. Entre os que têm renda familiar de até dois salários mínimos por mês, são 34%. Apesar de os números indicarem que Bolsonaro mantém uma base fiel, independentemente do partido a que esteja filiado, o Datafolha também mostra que grande parte dos brasileiros não está acompanhando o movimento político do presidente. De acordo com a sondagem, a maioria da população (55%) não tomou conhecimento da decisão de Bolsonaro de deixar o PSL e de seu plano de criar um novo partido. A pesquisa ouviu 2.948 pessoas nos últimos dias 5 e 6 em 176 municípios pelo país. A saída de Bolsonaro do partido que o alçou ao Planalto se deu após semanas de embate dentro do PSL. Em meados de outubro, a sigla se dividiu entre os mais fiéis aliados de Bolsonaro e uma ala que apoia o presidente da legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE). A crise dentro do partido foi escancarada por Bolsonaro no início daquele mês, ao dizer a um apoiador que Bivar estava "queimado pra caramba". "Esquece o PSL, esquece o PSL, tá OK?", cochichou o presidente no ouvido de apoiador que momentos antes se disse do Recife e pré-candidato do PSL. As declarações causaram reação imediata na legenda, que já passava por uma disputa interna de poder. O PSL está no centro de um escândalo, revelado pela Folha de S.Paulo, que envolve o uso de verbas públicas por meio de candidaturas de laranjas em Minas Gerais e Pernambuco. Embora Bolsonaro sinalizasse a pessoas próximas que a situação no partido estava insustentável, sua decisão de sair do PSL se arrastou por semanas. A possibilidade de ficar sem partido não era descartada pelo presidente, mas a avaliação de aliados sempre foi a de que o apoio formal de um grupo político é fundamental para o chefe do Executivo. Havia dúvidas, no entanto, se a criação de um novo partido não geraria desgaste a Bolsonaro --uma vez que o número excessivo de agremiações no país é alvo de críticas. Os dados do Datafolha indicam, entretanto, que no caso específico de Bolsonaro há uma divisão entre os brasileiros. Segundo o levantamento, 41% dos entrevistados desaprovam o movimento de Bolsonaro de sair do PSL e criar a Aliança, ante 38% que o aprovam. Disseram ser indiferentes 13%, e não saber 9%. Em meio a incertezas sobre a viabilidade política da Aliança pelo Brasil, o novo partido de Bolsonaro foi lançado oficialmente no dia 21 de novembro, em Brasília, com forte apelo ao discurso de cunho religioso, à defesa do porte de armas e de repúdio ao socialismo e ao comunismo. O documento que vai nortear a atuação da Aliança defende, por exemplo, "o lugar de Deus na história e na alma do povo brasileiro", e diz que a "laicidade do Estado jamais significou ateísmo obrigatório, como ocorre em regimes autoritários que perseguem a religião". De acordo com o texto, o partido é "ciente de que o povo brasileiro acredita que Deus é o garantidor do verdadeiro desenvolvimento humano" e que "a relação entre a nação e Cristo é intrínseca, fundamental e inseparável". Segundo o Datafolha, 43% dos evangélicos aprovam a saída de Bolsonaro do PSL e a criação da Aliança. Entre os católicos, 37% apoiam. É justamente na fatia evangélica da população que o presidente aposta para conseguir tirar sua sigla do papel. São necessárias 491.967 assinaturas em ao menos 9 estados, todas validadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), para a Aliança ser criada --tornando-se, assim, a nona sigla de Bolsonaro em sua carreira política. Líderes de igrejas pentecostais e neopentecostais alinhados à agenda de Bolsonaro já se colocaram à disposição da empreitada do presidente, que ainda busca brechas na Justiça Eleitoral para chegar às eleições com recursos dos fundos partidário e eleitoral e com tempo de rádio e TV. Nesse contexto, como mostrou a Folha de S.Paulo, Bolsonaro aposta na atuação da PGR (Procuradoria-Geral da República) para garantir que um grupo de cerca de 20 deputados migre do PSL para a nova legenda, mantendo os mandatos e as respectivas fatias da verba pública.

  • Rosto de US$ 1 milhão, Luciana Curtis fala da vida antes da moda: 'grana não sobrava'
    Notícias
    O Globo

    Rosto de US$ 1 milhão, Luciana Curtis fala da vida antes da moda: 'grana não sobrava'

    Modelo mora em Nova York, mas cogita voltar ao Brasil: 'não vou ficar velha no frio

  • Caprichosos ganha força da Mangueira e da Imperatriz para voltar à avenida
    Notícias
    Extra

    Caprichosos ganha força da Mangueira e da Imperatriz para voltar à avenida

    O carnaval irreverente que mistura política e humor da Caprichosos de Pilares, que ficou dois anos...