• Para Bolsonaro, número de mortes por coronavírus em SP "está fraudado"
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    Reuters

    Para Bolsonaro, número de mortes por coronavírus em SP "está fraudado"

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que o número de mortes no Estado de São Paulo pelo novo coronavírus "está fraudado" e teria por objetivo atender a interesses políticos do governador paulista, João Doria (PSDB).Bolsonaro lançou dúvidas sobre as mortes em São Paulo e usou como justificativa a edição de um decreto estadual que, em suas palavras, passou uma orientação na qual, se uma pessoa não tiver uma causa mortis identificada, a morte seria registrada como novo coronavírus.

  • Coronavírus: por que o número de mortes continua subindo na Itália
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    BBC News Brasil

    Coronavírus: por que o número de mortes continua subindo na Itália

    Nesta sexta-feira, a Itália teve recorde de número diário de novas mortes por coronavírus. A BBC News Brasil ouviu especialistas para entender por que o número de mortes segue crescendo.

  • Rafa Kalimann, do 'BBB 20', já teve treta com Andressa Suita por causa de Gusttavo Lima
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    Extra

    Rafa Kalimann, do 'BBB 20', já teve treta com Andressa Suita por causa de Gusttavo Lima

    Se no "BBB 20" Rafa Kalimann tem uma postura de não se envolver em polêmicas ou brigas (embora...

  • Popularidade de Merkel fortalecida na crise do coronavírus
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    AFP

    Popularidade de Merkel fortalecida na crise do coronavírus

    A direita conservadora da chanceler Angela Merkel, impopular e criticada pelos ecologistas há poucas semanas, retoma forças em plena pandemia de coronavírus, graças à boa gestão da crise, elogiada pelos alemães.

  • Em quarentena, Anitta leva amigos e cães para a casa do namorado
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    Em quarentena, Anitta leva amigos e cães para a casa do namorado

    A cantora assumiu o relacionamento com o empresário Gabriel David, herdeiro da Beija-Flor

  • Imprensa global vai para esculacho do 'BolsoNero'
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    Folhapress

    Imprensa global vai para esculacho do 'BolsoNero'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A resposta imediata ao novo pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na cobertura externa, havia sido de cansaço, até constrangimento, com o brasileiro e sua mesmice retórica. Do Wall Street Journal ao chinês Caixin, o jornalismo financeiro global nem sequer noticiou. "De novo", registraram os títulos das agências, reproduzidas pela maioria dos veículos. O New York Times, quando apareceu afinal com um texto próprio, evitou o nome de Bolsonaro nos enunciados e só foi mencioná-lo no segundo parágrafo. Com a entrada das revistas, começou o sarcasmo. O título na inglesa The Economist, em sua edição impressa, foi "BolsoNero", dizendo que o presidente "brinca" enquanto a pandemia avança sem controle no Brasil. Na alemã Der Spiegel, o enunciado foi "O último negacionista", mostrando que, da chanceler Angela Merkel ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, todos passaram a defender o isolamento social, com exceção do brasileiro. As comparações com Donald Trump começaram a se perder, em parte porque este se conteve e, por exemplo, adotou distanciamento físico em entrevistas --e vem evitando a expressão "vírus chinês", de fato, como havia anunciado à Fox News. Ainda assim, destacando que o brasileiro segue tentando "canalizar Trump", o Washington Post também embarcou na ironia, com este primeiro parágrafo: "Ele falou que o auto-isolamento era 'confinamento em massa'. Chamou o novo coronavírus de 'gripezinha'. Perguntou 'por que fechar as escolas' se só pessoas com mais de 60 estão sob risco. Este é Jair Bolsonaro, líder do maior país da América Latina." Ele se diferencia pelo discurso repetitivo e desbragado, mais para o radialista americano Rush Limbaugh, como apontou Tim Wu, professor da Universidade Columbia, de Nova York --que considera o brasileiro "pior que Trump". A atenção, sobretudo nos tabloides pelo mundo, se volta agora à perda de poder efetivo do governo brasileiro, nem tanto para os governadores estaduais, ao menos até o momento no noticiário, e mais para o crime organizado. Vale tanto para o New York Post como para o também sensacionalista Global Times de Pequim e para a plataforma de notícias Baijiabao, do Baidu, o gigante chinês de buscas, com enunciados como "Lei da selva". Os cartazes com o "toque de recolher" nas favelas, por parte do Comando Vermelho e até do Bonde dos Malucos, se espalham pelo mundo.

  • Postura de CR7 na quarentena é criticada por ex-presidente da Juventus: 'ele só tira fotos na piscina'
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    Postura de CR7 na quarentena é criticada por ex-presidente da Juventus: 'ele só tira fotos na piscina'

    Cristiano Ronaldo tem três companhiros de equipe que já testaram positivo para Covid-19. Para o...

  • A ira da Itália contra a União Europeia
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    AFP

    A ira da Itália contra a União Europeia

    A "horrível Europa" foi manchete nesta sexta-feira (27) do jornal La Repubblica, resumindo a ira e consternação da Itália contra a União Europeia (UE) diante da ausência de uma resposta comum para conter o impacto econômico causado pela pandemia de coronavírus.

  • Sandália polêmica usada por Manu Gavassi no ‘BBB20’ vira meme nas redes sociais; Bruna Marquezine e pai da cantora reagem
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    Sandália polêmica usada por Manu Gavassi no ‘BBB20’ vira meme nas redes sociais; Bruna Marquezine e pai da cantora reagem

    Uma sandália usada pela cantora Manu Gavassi no ‘BBB20’ tem chamado a atenção do público e vem...

  • Espanha registra 832 mortes por coronavírus em 24 horas, novo recorde diário
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    AFP

    Espanha registra 832 mortes por coronavírus em 24 horas, novo recorde diário

    O ministério espanhol da Saúde anunciou neste sábado que 832 pessoas morreram nas últimas 24 horas vítimas do coronavírus, um novo recorde diário no país, que eleva o total de óbitos a 5.690, o segundo maior balanço do mundo.

  • Flavio Bolsonaro ironiza: 'Fiquem em casa, a Rede Globo vai pagar suas contas'
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    Flavio Bolsonaro ironiza: 'Fiquem em casa, a Rede Globo vai pagar suas contas'

    Post foi feito dois dias depois de o presidente da República desincentivar quarentena

  • Doria faz intervenção na Saúde e leva decisões sobre coronavírus para o Bandeirantes
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    Folhapress

    Doria faz intervenção na Saúde e leva decisões sobre coronavírus para o Bandeirantes

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Insatisfeito com a atuação da Secretaria de Estado da Saúde nas ações de combate ao novo coronavírus, o governador João Doria (PSDB) decidiu promover uma intervenção na pasta e levar as decisões da crise para o Palácio dos Bandeirantes. De acordo com decreto publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (27), a pasta da saúde ficará subordinada à Secretaria de Governo, comandada pelo vice-governador Rodrigo Garcia, ao mesmo tempo que será criado um grupo executivo para atuação conjunta entre as pastas. O grupo será coordenado pelo secretário-executivo de Governo, Nelson Baeta, que ganha autonomia para editar, mediante portarias, normas complementares ao combate à Covid-19. Ficará responsável, por exemplo, pela gestão da compra de kits de testes e de insumos, equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas, além de respiradores hospitalares. Também poderá celebrar parcerias para a gestão de serviços de saúde e identificar necessidades orçamentárias e financeiras para o combate ao coronavírus. A intervenção também levou saída do número 2 da pasta da Saúde, Edison Tayar, que ficou apenas 23 dias no cargo. Ele será substituído pelo médico Eduardo Ribeiro Adriano, que foi coordenador de Contratos de Gestão da Secretaria entre 2011 e 2017. Adriano foi secretário secretário-adjunto de David Uip na pasta da Saúde nessa época. Quando Márcio França (PSB) assumiu o governo paulista, ele foi para a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. A intervenção de Doria na Saúde enfraquece ainda mais o secretário José Henrique Germann Ferreira, que já estava sem nenhum protagonismo no enfrentamento do coronavírus. Desde o começo da crise, Germann teve o papel ofuscado por David Uip. Antes de ser diagnosticado com coronavírus, Uip foi alçado ao cargo de coordenador do Centro de Contingência e garoto-propaganda das ações do governo contra a crise. Na avaliação do governo, o infectologista demonstra muito mais naturalidade diante das câmeras, onde, com frequência, Germann se atrapalha e expressa opiniões que desagradam o governo. Nesta quinta (26), por exemplo, incomodou a cúpula do governo o secretário da Saúde ter falado na possibilidade de um "lockdown", a restrição de circulação da população com ajuda da polícia. Na visão do governo, essa informação, ainda incerta, poderia gerar pânico na população.

  • Cônsul morto com suspeita de coronavírus relatou abandono em hospital da Barra
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    O Globo

    Cônsul morto com suspeita de coronavírus relatou abandono em hospital da Barra

    Administrador estava internado em hospital na Barra, onde morreu nesta quarta-feira com sintomas da Covid-19. Jorge González Sebá deixou áudios em que acusou a unidade de abandoná-lo por medo de contaminação

  • Harry e Meghan se mudam do Canadá para a Califórnia
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    AFP

    Harry e Meghan se mudam do Canadá para a Califórnia

    O príncipe Harry, neto da rainha Elizabeth II, e sua mulher, Meghan, que, em abril, abandonarão oficialmente suas funções como membros da realeza britânica, mudaram-se do Canadá para a Califórnia, informou o jornal The Sun.

  • Coronavírus: Real Madrid quer vender quatro jogadores, e 'sonho' Mbappé fica distante
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    Extra

    Coronavírus: Real Madrid quer vender quatro jogadores, e 'sonho' Mbappé fica distante

    A pandemia do coronavírus promete ter um impacto direto na atuação dos clubes europeus na próxima...

  • Filhos de Bolsonaro, Flávio e Carlos se filiam ao Republicanos, partido de Crivella
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    Folhapress

    Filhos de Bolsonaro, Flávio e Carlos se filiam ao Republicanos, partido de Crivella

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O senador Flávio Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro e Rogéria Nantes, filhos e ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se filiaram ao Republicanos, partido ligado à Igreja Universal cujo principal nome é o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. O prefeito, que busca o apoio do presidente na reeleição deste ano, comemorou a adesão da família presidencial ao seu partido. "É uma honra receber o senador @FlavioBolsonaro e o vereador @CarlosBolsonaro no Republicanos. Tenho certeza de que eles chegam no nosso partido para somar. Parabéns e sejam bem-vindos. @jairbolsonaro", escreveu Crivella em sua rede social. Carlos deixou o PSC, partido do governador Wilson Witzel, pelo qual foi eleito em 2016 ao quinto mandato na Câmara Municipal carioca. O vereador ainda avalia se tentará a reeleição. A mãe, Rogéria, é uma opção do clã caso o filho do presidente desista da candidatura. Não está descartada também a possibilidade dos dois buscarem duas vagas no Legislativo municipal. Flávio também decidiu nesta sexta-feira (27) se filiar à sigla de Crivella. Ainda não há informações sobre a possibilidade do presidente também embarcar no Republicanos, bem como seu terceiro filho político, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, ainda no PSL. A família Bolsonaro concorreu em 2018 pelo PSL, mas logo se afastou da direção nacional da sigla, comandada por Luciano Bivar, na esteira do escândalo das candidaturas laranjas. O presidente tentou articular a criação de seu novo partido, Aliança pelo Brasil, mas não foi capaz de recolher as assinaturas necessárias no curto prazo de tempo para as eleições deste ano. Desde então, a direção do Republicanos disponibilizou sua estrutura para aqueles ligados ao presidente que quisessem se candidatar esse ano fora do PSL. Crivella, por sua vez, aumenta ainda mais a proximidade com o presidente, o que vem buscando nos últimos meses. O prefeito nomeou Gutemberg Fonseca, ligado a Flávio, secretário de Ordem de Ordem Pública. Ele era secretário de Governo de Witzel, mas deixou o cargo após o governador se afastar politicamente do presidente. Crivella tem conseguido afagos públicos de Bolsonaro, como quando recebeu um abraço do presidente durante um culto na praia de Botafogo. Até o momento, contudo, o presidente não confirmou se embarcará com empenho em sua campanha à reeleição. Durante a pandemia do coronavírus, o prefeito do Rio de Janeiro ainda não atendeu ao chamado de Bolsonaro para que revogasse as determinações de isolamento social. Nesta quinta (26), ele renovou por mais 15 dias o fechamento de escolas e autorizou apenas a abertura de lojas de conveniência em postos de gasolina e de material de construção. O prefeito segue recomendando que os moradores da cidade fiquem em casa, a fim de reduzir a velocidade de transmissão do vírus.

  • Brasileiros reagem à postura de Bolsonaro
    AFP

    Brasileiros reagem à postura de Bolsonaro

    Moradores do Rio de Janeiro reagem depois que a comunidade médica e opositores criticaram o presidente Jair Bolsonaro por subestimar a pandemia da COVID-19. O líder de extrema-direita criticou as medidas restritivas para combater o vírus, que ele chamou de " gripezinha".

  • Coronavírus: mulher tosse de propósito nas prateleiras e mercado joga fora US$ 35 mil em comida
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    Coronavírus: mulher tosse de propósito nas prateleiras e mercado joga fora US$ 35 mil em comida

    De acordo com o departamento de polícia da cidade, a mulher, que tem 35 anos e se chama Margaret Cisko, dizia estar doente enquanto tossia sobre os alimentos

  • Criminosos se adaptam à pandemia de coronavírus
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    AFP

    Criminosos se adaptam à pandemia de coronavírus

    Os criminosos buscam maneiras de se beneficiar da pandemia de coronavírus na Europa. Eles se adaptam à medida que a pandemia avança: tráfico de máscaras, vacinas falsas, fraudes contra idosos e abusos na internet de menores de idade confinados.

  • Coronavírus: Cristiano Ronaldo aceita corte salarial na Juventus, diz jornal
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    Coronavírus: Cristiano Ronaldo aceita corte salarial na Juventus, diz jornal

    Um dos jogadores mais bem pagos do planeta, Cristiano Ronaldo concordou em abrir mão de pelo menos...

  • FMI: economia mundial entrou em recessão
    AFP

    FMI: economia mundial entrou em recessão

    O Fundo Monetário Internacional fez um alerta nesta sexta-feira. O FMI afirmou que a economia mundial entrou em recessão e os países em desenvolvimento precisarão de recursos maciços.

  • Doria insinua que Bolsonaro pode ser fiador de mortes por autorizar campanha
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    Folhapress

    Doria insinua que Bolsonaro pode ser fiador de mortes por autorizar campanha

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez nesta sexta-feira (27) duros ataques ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e insinuou que ele pode ser responsabilizado por mortes causadas pelo coronavírus após fazer campanha que incentiva população a romper o isolamento. "Cabe perguntar: quem será o fiador das mortes? Aquele que autorizou essa campanha? Aquele que idealizou a campanha? Aquele defende uma campanha para as pessoas irem às ruas? Aquele que foi às ruas quando a orientação já era se resguarde? Aquele que identifica a mais grave crise de saúde da história da humanidade como uma gripezinha? Quem será o fiador das mortes no Brasil?", disse Doria. O prefeito Bruno Covas (PSDB) seguiu na mesma linha e fez menção a afirmação do presidente de que governadores e prefeitos poderiam ser responsabilizado pelo fechamento de estabelecimentos, citando artigo da CLT. "Embora a gente veja muitos políticos preocupados com artigo da CLT que trata de responsabilização, nossa preocupação aqui é com o artigo 121 do código penal, de não ser responsabilizado por nenhum homicídio" Em um evento no hospital de campanha do estádio do Pacaembu, Doria e Covas tiveram discurso afinado condenando a campanha do governo incentivando a população a não parar durante a crise do coronavírus, classificada como desinformação e irresponsável. Durante o evento, um pequeno grupo xingava Doria e protestava pela abertura do comércio. Doria, que fez um boletim de ocorrência por ameaça, afirmou que ter recebido centenas de mensagens no WhatsApp e telefonemas, com ataques que, segundo ele, foram coordenados pelo chamado "gabinete do ódio". Segundo ele, houve ameaças de invasões à casa dele. O tucano afirmou estar monitorando todos os telefonemas e mensagens. "Aproveitar para dizer também para bolsominions, bolsonaristas, ameaçadores, agressores como esses que estão aí fora gritando, que eu não tenho medo de cara feia. Não tenho medo de bolsominions, zero um, zero dois, zero três, zero quatro. Não tenho medo de Bolsonaro", disse. Doria atacou fortemente a campanha do presidente. "Mais de 50 países estão em quarentena. O mundo inteiro está errado e o único certo é o presidente Jair Bolsonaro?", disse Doria. Na peça bolsonarista, categorias como a dos autônomos e mesmo a dos profissionais da saúde são mostradas como desejosas de voltar ao regime normal de trabalho. "O Brasil não pode parar", encerra cada trecho do vídeo, inclusive para os "brasileiros contaminados pelo coronavírus". O governador afirmou que os R$ 4,8 milhões gastos na campanha deveriam ser gastos no combate ao coronavírus, como comprando insumos médicos. "O Brasil pode parar para lamentar a irresponsabilidade de alguns", disse Doria. Durante o evento no Pacaembu, Doria também afirmou que repassaria R$ 50 milhões para a prefeitura custear os hospitais de campanha. A coletiva foi dada no estádio do Pacaembu, que foi preparado para virar um hospital de campanha, com 200 leitos, voltados a atender pacientes com coronavírus. O local será administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Além deste hospital de campanha, haverá outro com mais 1.800 vagas no complexo do Anhembi. ​Durante a vistoria de Covas e Doria no local, houve grande aglomeração de jornalistas em área fechada, gerando apreensão entre os profissionais. Apesar das medidas restritivas no estado, Doria tem feito coletivas diárias, com presença de jornalistas. Há a opção, porém, de opção de fazer perguntas online.

  • Cuba refuta 'campanha' dos EUA contra seus médicos em plena pandemia
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    AFP

    Cuba refuta 'campanha' dos EUA contra seus médicos em plena pandemia

    Cuba refutou nesta quinta-feira (26), mediante nota diplomática de protesto, o que chamou de uma "campanha de descrédito e mentiras" dos Estados Unidos contra seus serviços médicos internacionais, em um momento em que vários países pediram ajuda ao país para combater a Covid-19.

  • O calvário de uma mãe pela morte da filha de 16 anos por coronavírus
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    AFP

    O calvário de uma mãe pela morte da filha de 16 anos por coronavírus

    Tudo começou com uma tosse aparentemente comum, conta a mãe de Julie A., quem morreu após contrair o novo coronavírus em Paris. Ela tinha 16 anos.

  • EUA pede explicações ao Irã pela morte de ex-agente do FBI
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    AFP

    EUA pede explicações ao Irã pela morte de ex-agente do FBI

    As autoridades dos Estados Unidos consideraram nesta quinta-feira (26) "provável" que o americano Robert Levinson, desaparecido desde 2007 no Irã, tenha morrido e pediu explicações sobre o que aconteceu com o ex-agente do FBI em Teerã.