• Noiva grávida tem AVC e morre minutos antes de entrar na igreja
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Noiva grávida tem AVC e morre minutos antes de entrar na igreja

    Enfermeira teve um AVC e não resistiu, mas o bebê sobreviveu após cesárea de emergência

  • Jovem de 22 anos morre ao tentar acender churrasqueira no interior de São Paulo
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Jovem de 22 anos morre ao tentar acender churrasqueira no interior de São Paulo

    Natali Stefanni Martins, 22 anos, ficou com 95% do corpo queimado e morreu menos de 24 horas depois

  • Adolescente de 14 anos é encontrada morta em plantação em SC
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Adolescente de 14 anos é encontrada morta em plantação em SC

    Garota saiu para fazer as unhas na última sexta-feira (13) e não voltou para casa

  • Globo pede desculpas à família Bolsonaro após matéria com mulher de Eduardo
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Globo pede desculpas à família Bolsonaro após matéria com mulher de Eduardo

    A matéria em questão trazia um repórter que não havia se identificado como tal se submetendo a cinco sessões online com Heloísa, que é psicóloga

  • Vinagre de maçã: Os surpreendentes benefícios para a saúde quando tomado em jejum
    Notícias
    HuffPost Brasil

    Vinagre de maçã: Os surpreendentes benefícios para a saúde quando tomado em jejum

    Porem, ele tambem traz melhorias para a saude do corpo, que vao desde ocombate ao colesterol ate ajudar a fortalecer o sistema imunologico, segundo oMedicalDaily

  • PT vai ao Ministério Público contra procuradora que atuou pelo impeachment de Gilmar
    Notícias
    Folhapress

    PT vai ao Ministério Público contra procuradora que atuou pelo impeachment de Gilmar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O PT vai entrar com uma notícia-crime no Ministério Público Federal contra a procuradora da República Thaméa Danelon. O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), vai oferecer denúncia contra a procuradora, que atuou como assistente do advogado Modesto Carvalhosa para minutar o pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. O caso foi revelado na segunda-feira (16) pelo jornalista Reinaldo Azevedo, do UOL e da Band, e o editor do Intercept Brasil, Leandro Demori. Danelon é cotada para integrar a equipe de Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República. A bancada do PT no Senado vai inquirir Aras na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, na próxima semana, sobre a conduta de Danelon, que atuaria como coordenadora da Lava Jato na PGR. Na semana passada, Humberto e parlamentares do PT cobraram da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, procedimentos contra o que consideram abusos cometidos pelos integrantes da Lava Jato. Encontraram a chefe da PGR fragilizada. Ela chorou copiosamente perante os senadores e deputados do PT, preocupada com os rumos da democracia brasileira.

  • Viúva da Mega-Sena pode perder quantia milionária
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Viúva da Mega-Sena pode perder quantia milionária

    Condenada a 20 anos de prisão pela morte do marido, o ex-labrador e milionário René Senna, ela não tem direito à herança dele

  • Maduro diz que está preparado para guerra contra Bolsonaro e Trump
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Maduro diz que está preparado para guerra contra Bolsonaro e Trump

    Em entrevista, presidente da Venezuela falou sobre Trump, Bolsonaro e Lula

  • Dilma em Paris
    AFP

    Dilma em Paris

    Um dia depois de o ex-presidente Michel Temer declarar que nunca apoiou o ‘golpe’ contra a ex-presidente Dilma Rousseff, a petista se encontrou com o líder esquerdista francês, Jean-Luc Mélenchon, em Paris. Após o impeachment de Dilma, Temer, seu vice na época, assumiu o poder.

  • Datena se explica sobre 'desejar morte de Bolsonaro'
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Datena se explica sobre 'desejar morte de Bolsonaro'

    Polêmica começou quando apresentador soube o hospital em que o presidente está internado e disse "pois é, não pegou fogo"

  • Ataques à Arábia Saudita: rebeldes no Iêmen 'só se defendem', diz Rohani
    Notícias
    AFP

    Ataques à Arábia Saudita: rebeldes no Iêmen 'só se defendem', diz Rohani

    O presidente iraniano, Hassan Rouhani, justificou nesta segunda-feira (16) os ataques contra a Arábia Saudita reivindicados pelos rebeldes huthis no Iêmen, e afirmou que estes "só se defendem" dos bombardeios sauditas.

  • Padre usa avião para jogar 70 litros de água benta contra 'sexo e álcool' em cidade
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Padre usa avião para jogar 70 litros de água benta contra 'sexo e álcool' em cidade

    A ação faz parte do “Dia da Sobriedade” e busca livrar a cidade ‘dos pecados do consumo e álcool’

  • A foto inédita do pequeno Archie e de príncipe Harry, em seu aniversário
    Notícias
    HuffPost Brasil

    A foto inédita do pequeno Archie e de príncipe Harry, em seu aniversário

    Na imagem, Archie esta no colo de Meghan, com semblante risonho, enquantoHarry conversa com ele

  • Indignados, moradores jogam carro de agressor de mulher em vala
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Indignados, moradores jogam carro de agressor de mulher em vala

    Autor das agressões fugiu e abandonou o carro no local

  • Rara, falha na vacina contra o sarampo pode acontecer
    Notícias
    Folhapress

    Rara, falha na vacina contra o sarampo pode acontecer

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Não é comum tomar a vacina contra o sarampo e contrair a doença, mas isso pode acontecer. Existem o que especialistas chamam de falhas primária e secundária. Na primária, o indivíduo recebe as doses recomendadas pelo calendário nacional de imunização e o organismo não responde à vacina; já na secundária, há perda da proteção com o passar dos anos. "A eficácia da vacina para uma dose fica entre 85% e 90%; para duas doses é de 95% a 97%, levando em consideração um paciente saudável. Isso significa que, em uma dose, o percentual de falha da vacina gira em torno de 10% a 15% e na segunda é de 3% a 5%", explica o presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri. Ele reforça que, além de raros, casos de sarampo pós-vacina são leves. "Em época de surto, é mais comum encontrarmos sarampo em vacinados há mais de dez anos." Francisco Ivanildo Oliveira Júnior, infectologista do Sabará Hospital Infantil, diz que, quando há epidemia ou surto, o número de doentes aumenta e ficam em evidência os casos de falha primária. Kfouri alerta para a importância da vacinação. "É a única forma de interromper a cadeia de transmissão do vírus. A maior parte dos acometidos pelo sarampo são crianças menores de um ano, período em que as taxas de complicação e óbito são maiores, porque o sistema imunológico da criança responde com menos intensidade ao vírus. Então, há risco de complicações infecciosas, encefalite e pneumonias", afirma. Segundo o médico do Sabará, a principal teoria discutida sobre a razão de haver falhas na vacina é o fato de que há 20 anos, quando se aplicava uma só dose, as pessoas eram imunizadas, mas eram expostas a casos de sarampo, então esse contato funcionava como um reforço da imunidade.  "Quando a doença passa a ser rara, as pessoas vacinadas perdem o contato com o vírus e a imunidade diante dele cai. Se essa hipótese, que tem sido usada para justificar os casos atuais de sarampo, se confirmar, será necessário revisar a teoria de que duas doses da vacina são suficientes para a vida inteira, ou seja, é possível que haja necessidade de tomar outros reforços ao longo da vida. E isso vale para qualquer vacina", diz. Outra teoria, de acordo com Júnior, relaciona o atual surto de sarampo à modificação do vírus. "Apesar de só existir uma espécie de vírus do sarampo, ele tem genótipos distintos [pequenas diferenças no material genético que determinam a linhagem e permitem traçar o caminho do vírus]. A discussão atual é se a vacina tem menor eficácia diante desse genótipo, e por isso pessoas imunizadas estão contraindo doença, e se há necessidade de produzir vacinas de acordo com o genótipo circulante." É importante esclarecer que o sarampo em vacinados não é perigoso, pois é uma forma leve, com tempo mais curto e sintomas mais amenos. A vacina contra o sarampo é segura, segundo os especialistas. As reações mais comuns são dor no local da aplicação e vermelhidão.  Segundo Ana Paula Sayuri Sato, professora do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP, como a vacina é de vírus vivo, o paciente pode apresentar sintomas que lembram a doença entre 4 e 12 dias após tomá-la. "A vacina provoca uma simulação da doença para ativar o organismo a produzir anticorpos contra o sarampo. Não deixem de se vacinar para proteger a própria saúde e aumentar a cobertura vacinal, para impedir que a doença se espalhe na população." Outras reações à vacina tríplice viral (que inclui a imunização contra o sarampo, caxumba e rubéola) são febre durante dois dias, manchas vermelhas no corpo, gânglios no pescoço e atrás das orelhas e edema na região das parótidas (glândulas salivares, na região do pescoço) por conta do componente do vírus da caxumba. Sato explica que esse quadro não é transmissível. Não devem se vacinar contra o sarampo imunodeprimidos, quem toma corticoide em dose alta ou por tempo prolongado, transplantados, pessoas com HIV com imunidade muito baixa e grávidas. As mulheres devem aguardar 30 dias para engravidar, porque na vacina tríplice viral está o vírus atenuado da rubéola, que cruza a placenta e pode provocar má-formação fetal.  Quem já teve reação anafilática (alergia grave) a doses anteriores não deve ser vacinado nem em ações de bloqueio. O ideal nesses casos é consultar o médico. O número de casos de sarampo no estado de São Paulo teve aumento de 20,4% na semana até 11 de setembro, segundo a Secretaria Estadual da Saúde. Foram confirmados 3.591 casos, 609 a mais que na semana passada. Três pessoas morreram --um homem de 42 anos e dois bebês. A vacinação para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias continua. Basta procurar o posto de saúde mais perto de onde mora. A vacina é gratuita. É importante lembrar que essa dose não substitui as do calendário nacional, que preconiza duas doses aos 12 meses e aos 15 meses.

  • Guia supremo iraniano descarta negociar com EUA em plena tensão com Riad
    Notícias
    AFP

    Guia supremo iraniano descarta negociar com EUA em plena tensão com Riad

    O guia supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, descartou, nesta terça-feira (17), qualquer tipo de negociação com os Estados Unidos, em plena escalada de tensão pelos ataques às instalações petroleiras sauditas que Washington atribui a Teerã.

  • Ataque contra a Arábia Saudita partiu do Irã
    Notícias
    AFP

    Ataque contra a Arábia Saudita partiu do Irã

    Os Estados Unidos concluíram que o ataque de fim de semana às instalações petrolíferas sauditas foi lançado a partir de solo iraniano e foram utilizados mísseis de cruzeiro, disse uma autoridade americana à AFP nesta terça-feira.

  • Novo filme de Scorsese será convidado de honra do Festival de Roma
    Notícias
    AFP

    Novo filme de Scorsese será convidado de honra do Festival de Roma

    O novo filme de Martin Scorsese, "The Irishman", será o convidado de honra do Festival de Roma, realizado em outubro na capital italiana, informaram os organizadores nesta segunda-feira.

  • Desmatamento na Amazônia é comandado por redes criminosas, diz ONG
    Notícias
    Agência Brasil

    Desmatamento na Amazônia é comandado por redes criminosas, diz ONG

    Relatório divulgado hoje (17) pela organização não governamental (ONG) Humans Rights Watch (HRW) afirma que os grupos que desmatam a Amazônia praticam ameaças e assassinatos para invadir terras de comunidades tradicionais. De acordo com o pesquisador da ONG César Muñoz, as organizações que atuam em diversas atividades ilegais mantêm conexões, formando redes criminosas.“Essas redes criminosas têm contato entre elas e atuam com diversos atores que estão em diversas funções ilegais. Então, você tem o grupo que faz extração ilegal de madeira, tem outro especializado em grilagem e outro esquentando a madeira”, afirmou durante a apresentação das conclusões.O trabalho foi elaborado a partir de dois anos de pesquisa, com visitas a três estados, e 170 entrevistas, parte por telefone, com moradores da região e agentes públicos. “Viajamos por vários estados da Amazônia e documentamos padrões de violações de diretos em pelo menos 12 comunidades”, ressaltou Muñoz.Relatório aponta ligação entre redes criminosas e desmatamento - Arquivo/Agência BrasilUm dos principais fatores que possibilita a ação das redes criminosas na região é, segundo o relatório, a falta de apuração das mortes e ameaças. Dos mais de 300 assassinatos ligados a conflitos fundiários registrados na região pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), desde 2009, apenas 14 foram julgados. Para elaboração do documento, a HRW analisou em profundidade 28 casos ocorridos depois de 2015.De acordo com Muñoz, não há dados do Poder Público sobre a violência ligada às disputas pela terra na região. “Os casos de violência e ameaças estão em muitos lugares da Amazônia. E esse é um dos problemas, nenhuma autoridade federal ou estadual compila os casos”, enfatizou o pesquisador. As informações da CPT tem baseado as ações do Ministério Público Federal, que usou esses registros na elaboração da publicação Violências Praticadas contra Defensores de Direitos Humanos no Campo Possibilidades de Atuação, lançada em abril deste ano. Falta de investigaçãoA falta de responsabilização dos crimes começa, de acordo com o pesquisador, com a forma como são conduzidas as investigações. Muñoz disse que, em vários casos, os delegados admitiram que não houve sequer autópsia dos corpos de pessoas assassinadas nesses crimes. “Eles reconhecem os problemas e falam que os crimes acontecem em lugares muito longe”, disse sobre a má qualidade das investigações.A situação só muda, segundo o pesquisador, quando os crimes ganham repercussão para além da região, aumentando a pressão sobre as autoridades. “Temos casos onde houve ação penal do Ministério Público, porque houve investigação da polícia, porque houve repercussão nacional. Isso mostra que é possível fazer”, destacou. Ação unificadaNesse sentido, uma das recomendações do relatório é que a violência contra os agricultores e comunidades tradicionais na Amazônia passe a ser acompanhada diretamente pelo governo federal. O documento aponta a necessidade que as autoridades federais registrem os casos de violência relacionada a disputas pela terra e identifiquem os padrões de violação de direitos das pessoas que vivem nessas áreas.A coordenadora da Articulação de Mulheres Indígenas do Maranhão, Maria Helena Gavião, disse que se sente desamparada diante das ameaças e agressões contra sua comunidade. “As pessoas não se intimidam mais, entram diretamente dentro do território, de dia e de noite”, disse em relação aos grupos que fazem o desmatamento ilegal dentro da terra indígena. “O povo, as autoridades não estão nem aí para os povos indígenas”, reclamou.O relatório aponta os índios como fator de proteção da floresta. Nas terras indígenas, muitas vezes, o desmatamento é muito menor até mesmo do que em áreas de proteção ambiental, devido ao esforço feito pelas comunidades. É justamente por isso, segundo documento, que essas pessoas são ameaçadas e mortas.“As vítimas receberam ameaças antes de serem atacadas e mortas. Se as autoridades tivessem levado essas denúncias a série e investigado, essas pessoas ainda poderiam estar vivas”, ressalta o diretor da HRW, Daniel Wilkinson. Operação Verde BrasilEm agosto, após o aumento das queimadas na região amazônica, o governo federal iniciou a Operação Verde Brasil, levando 7 mil homens das Forças Armadas para a floresta. Desde o início da ação, no último dia 24 de agosto, os militares combateram mais de 400 focos de incêndio, apreenderam cerca de 17 mil metros cúbicos de madeira e aplicaram multas em um total de R$ 22,5 milhões.Foram apreendidos caminhões, tratores, carretas, motos, motosserras e embarcações utilizadas no desmatamento ilegal e em garimpos clandestinos. Foram interditadas quatro madeireiras dentro da terra indígena Alto Turiaçu, com a destruição de dez acampamentos e oito pontes clandestinas.

  • Chega a 12 o número de mortes provocadas pelo incêndio no hospital Badim
    Notícias
    Folhapress

    Chega a 12 o número de mortes provocadas pelo incêndio no hospital Badim

    RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) - Morreu nesta segunda-feira (16) o 12º paciente que estava internado no Hospital Badim, no Rio, durante o incêndio de grandes proporções que atingiu o local na quinta-feira (12). A paciente tinha sido transferida do Badim para o hospital Copa D'Or e morreu na manhã desta segunda. O hospital é privado e faz parte da rede D'Or São Luiz. Havia 103 pacientes e 226 funcionários no local quando o incêndio começou. Do total, 54 pacientes seguem internados, assim como dez colaboradores e familiares. "Ressaltamos que todos os esforços e dedicação das equipes médicas envolvidas foram empenhados para a recuperação da paciente, assim como tem sido feito diariamente no atendimento prestado", diz trecho de comunicado do hospital. Além da morte, o hospital informou que uma funcionária deu entrada na noite deste domingo (15) no Copa D'Or com "sintomas possivelmente decorrentes do incêndio".  Conforme o Badim, a evolução do quadro clínico dos pacientes, colaboradores e familiares que deram entrada nas unidades hospitalares do estado está em acompanhamento. A maioria das vítimas morreu por inalação de fumaça, mas há casos em que as mortes foram decorrentes do desligamento de aparelhos com a queda da energia elétrica, segundo a diretora de perícia do IML, Gabriela Graça. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 17h50 de quinta e enviou 12 veículos e agentes de quatro quartéis ao edifício, que foi tomado por uma fumaça preta e espessa, como mostram imagens gravadas por quem passava pela região. Na manhã de sexta, o cheiro de queimado ainda era forte no local.

  • Na Câmara, retrocesso na lei eleitoral teve apoio de 15 partidos e votação relâmpago
    Notícias
    Folhapress

    Na Câmara, retrocesso na lei eleitoral teve apoio de 15 partidos e votação relâmpago

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A discussão na Câmara do texto-base do projeto que reduz a transparência e a punição a infrações eleitorais durou 1 hora e 36 minutos na noite do último dia 3, mas quase nenhum dos pontos do projeto foi abordado. Deputados gastaram a maior parte da sessão discutindo o valor do fundo eleitoral, decisão que não consta na proposta, e outros temas, como as mensagens da Lava Jato e até a demissão de motoristas e cobradores em Salvador. O projeto aprovado pela Câmara, cujas emendas foram votadas no dia seguinte à aprovação do texto-base, deve ser votado nesta terça (17) ou quarta-feira (18) pelo Senado, também a toque de caixa. Ele restringe a transparência no uso das verbas públicas e torna praticamente impossível a punição daqueles que apresentem dados falsos ou incorretos em suas prestações de contas, já que torna possível correções até o julgamento do caso. O texto libera ainda o uso das verbas para vários tipos de gastos, como passagens aéreas até para pessoas não filiadas, aquisições de sedes partidárias e gastos com advogados e contadores. No último dia 3, às 23h32, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou a aprovação do texto-base por 263 votos contra 144. Quinze partidos orientaram suas bancadas a votar a favor da medida, entre eles o PSL do presidente Jair Bolsonaro, que só mudou de posição no minuto final, quando todos os parlamentares já haviam registrado o voto no sistema eletrônico do plenário —após isso, não há como mudar. Além do PSL, orientaram suas bancadas a votar sim ao projeto PT, PP, MDB, PTB, PL (ex-PR), PSD, PSB, PSDB, Republicanos (ex-PRB), DEM, Solidariedade, PROS, PC do B e PV, com dissidências em várias dessas siglas. Os que orientaram suas bancadas a votar contra a proposta foram o PSOL, Cidadania, PSC e Novo. PDT e Podemos pediram aos seus deputados que não participassem da votação com o intuito de derrubá-la por falta de quórum (ficaram em "obstrução", no jargão congressual). A análise do mapa de votações mostra que o PT, que é a maior bancada da Câmara, deu a maior parte dos votos favoráveis à medida: 46 votos. Apenas Vander Loubet (MS) votou contra. No PSL, foram 38 votos contra e 10 a favor. Um dos que apoiaram o projeto foi o líder da bancada, Delegado Waldir (GO). Um dos contrários foi Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente da República, que se manifestou exclusivamente contra o uso de dinheiro público nas campanhas. "Por mim não haveria qualquer tipo de recurso público para campanhas eleitorais, já que estamos falando tanto que há uma crise financeira no país, que falta dinheiro para a saúde, que há redução do orçamento de várias pastas." O Novo votou fechado contra a medida e foi, ao lado do PSOL, o que mais protestou contra o projeto. "Este é um projeto errado do início ao fim. É um absurdo o que estamos fazendo aqui hoje. Claramente percebe-se que os partidos não entenderam o recado da sociedade em relação ao que é feito na política deste país", discursou Tiago Mitraud (Novo-MG). Grande parte dos debates da sessão foram relacionados ao fundo eleitoral, que é uma das fontes públicas de financiamento das campanhas. Há pressão para elevar essa verba de R$ 1,7 bilhão para até R$ 3,7 bilhões, mas o projeto não define valores —isso só será decidido no fim deste ano, na votação do Orçamento-2020. O Novo tem como política não usar esses recursos, financiando suas atividades majoritariamente com recursos de filiados e doações, muitas vindas de empresários. "Eu acho os deputados do Partido Novo demagogos porque, na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, eles vieram com esse discurso, e eu lancei um desafio: 'Nem dinheiro público, nem dinheiro de grandes empresários. Vamos todos bancar as campanhas com dinheiro próprio?' Perguntem-me se eles me responderam", criticou, também durante a sessão, a deputada Soraya Manato (PSL-ES). A lista dos dissidentes que votaram contra a orientação de seus partidos inclui os deputados Arnaldo Jardim (Cidadania-SP, que votou a favor), Kim Kataguiri (DEM-SP, que votou contra), Capitão Augusto (PL-SP, que votou contra), Felipe Rigoni (PSB-ES, que votou contra), Julio Delgado (PSB-MG, que cotou contra) e Alexandre Frota (PSDB-SP, que votou contra), entre outros. Durante a sessão, houve tempo ainda para discussão sobre a prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho: "Eles decretam a prisão de Garotinho como quem tem poder de brincar com a vida, a moral e a família de um cidadão, tudo isso com um único objetivo: acabar com a carreira política de Garotinho e com a única coisa que lhe resta ainda, que é a sua honra", discursou Otoni de Paula (PSC-RJ). As mensagens vazadas da Lava Jato também foram tema da sessão. "Ao longo da minha vida pública, eu já me deparei com muita gente estranha, pessoas vaidosas, com egos enormes. Mas confesso a Vossas Excelências que o caso de hoje eu nunca tinha visto. O indivíduo tinha um chat, um grupo no Telegram do qual só ele fazia parte. Ele mandava mensagens para ele mesmo, e ele respondia as mensagens dele mesmo", afirmou Paulo Pimenta (PT-RS) sobre revelação de mensagens do procurador Deltan Dallagnol. Foram discutidos ainda cortes de bolsa de estudos e até a demissão de funcionários de transporte público em Salvador. "Eu uso esta tribuna para demonstrar minha preocupação com os motoristas e cobradores de ônibus da Bahia, principalmente da capital, Salvador. Eles vêm sendo desrespeitados, vêm tendo seus direitos negados e são eles os responsáveis, sempre, por conduzir as nossas famílias", discursou Pastor Sargento Isidório (Avante-BA).

  • Ouro ou água? O dilema que se impõe aos indígenas dos Andes equatorianos
    Notícias
    AFP

    Ouro ou água? O dilema que se impõe aos indígenas dos Andes equatorianos

    "Temos que decidir entre o ouro e a água. O que preferimos, companheiros?", pergunta o líder indígena Yaku Pérez. "Água", gritam em uníssono uns ativistas que se opõem à mineração em Quimsacocha, nos Andes equatorianos.

  • Estilista Demna Gvasalia deixa a Vetements
    Notícias
    AFP

    Estilista Demna Gvasalia deixa a Vetements

    O estilista georgiano Demna Gvasalia deixou a empresa Vetements que ele cofundou com seu irmão e com a qual revolucionou as passarelas graças ao seu estilo de rua, de acordo com um comunicado divulgado nesta segunda-feira no site da WWD.

  • Aécio apresenta hoje relatório para PEC de Gleisi Hoffmann
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Aécio apresenta hoje relatório para PEC de Gleisi Hoffmann

    Projeto foi apresentado em 2015 no Senado e está em comissão especial na Câmara

  • Bolsonaro sanciona projeto que amplia posse de armas no campo
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Bolsonaro sanciona projeto que amplia posse de armas no campo

    Presidente afirmou que não iria mais “tolher ninguém de bem a ter sua posse ou porte de arma de fogo”