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    Bolsonaro afirma estar chateado com notícias que vinculam sua família ao assassinato de Marielle

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    PM cegou Gabriela, 16, negou socorro e depois riu dela

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    Após 'pedir' que filhas de ministros do STF sejam estupradas, advogada pode ter registro da OAB cassado

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    Pai assassinou filho de 14 anos por não suportar que ele pudesse ser gay

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    Viúva de Domingos Montagner fala de centro cultural e saudades do marido: 'Sem pesar'

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  • Morales diz que está disposto a retornar à Bolívia
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    Morales diz que está disposto a retornar à Bolívia

    O ex-presidente boliviano Evo Morales disse nesta quarta-feira (13) no México, onde está na qualidade de asilado, que voltaria para "pacificar" seu país se os bolivianos pedissem, após semanas de protestos violentos que levaram à sua demissão.

  • Anúncio de casamento com Lula precipita saída de namorada de Itaipu
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    Folhapress

    Anúncio de casamento com Lula precipita saída de namorada de Itaipu

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A soltura do ex-presidente Lula (PT) e o anúncio de que ele pretende se casar com Rosângela da Silva, a Janja, precipitaram a saída da socióloga dos quadros de Itaipu. Na terça-feira (12), ela assinou adesão ao PDV (Programa de Demissão Voluntária) da binacional, onde trabalhou por quase 15 anos e tinha salário de R$ 20 mil. "Foi acertado o desligamento oficial dela da companhia em 2 de janeiro. Até lá, ela vai usufruir de férias e dias de bonificação a que tem direito", disse à Folha de S.Paulo Patrícia Iunovich, superintendente de Comunicação de Itaipu. A situação funcional de Janja, 52, estava indefinida desde que, ao assumir o comando da companhia no governo Jair Bolsonaro, o general Joaquim Silva e Luna decidiu fechar o escritório de Itaipu em Curitiba, onde ela estava lotada. A transferência dos 120 funcionários da capital paranaense para Foz do Iguaçu deverá acontecer até 31 de janeiro de 2020. A namorada de Lula ainda não havia comunicado à direção de Itaipu sobre sua intenção de ser transferida ou não para Foz do Iguaçu.  Uma pessoa que acompanhou as negociações disse que o processo estava em "banho-maria" até Lula, 74, ser solto na última sexta-feira (8). Após deixar a cela da PF em Curitiba, o petista deu um beijo em Janja. "Eu consegui a proeza de, preso, arrumar uma namorada e ainda ela aceitar casar comigo. É muita coragem dela", afirmou Lula a apoiadores.  Enquanto Lula esteve preso, Janja usava folgas e horário flexível para visitar o namorado. Ela batia ponto no acampamento montado em frente à Superintendência da PF em Curitiba, onde interagia com a militância, participava das cantorias e de outros momentos da vigília que durou 580 dias. Ela escrevia uma carta por dia para Lula, segundo relato de petistas e assessores. Fazia questão ainda de preparar a comida a ser enviada ao ex-presidente diariamente.  Até então, a socióloga trabalhava na área de responsabilidade social de Itaipu e se ocupava de ações de voluntariado. E cumpria a carga horária exigida no trabalho. Seu ponto era controlado regularmente, como é de praxe, dentro da binacional. Em Itaipu, Janja ficou conhecida como apadrinhada de Lula, de quem fazia questão de mostrar proximidade nas visitas feitas a Foz do Iguaçu durante o período em que ele ocupou a Presidência da República e também depois.  A proximidade teria permitido que Janja fosse cedida à Eletrobras enquanto fazia um curso no Rio, cidade onde morou por seis anos.  De sua passagem por Itaipu, ficou a memória de umas férias no Caribe, quando a socióloga postou no jornal eletrônico interno fotos de biquíni. As imagens publicadas na seção "Turbinadas", em referência às turbinas da hidrelétrica, renderam elogios pela boa forma de Janja. E também críticas pela exposição desnecessária, segundo um ex-funcionário graduado de Itaipu. Filha de operários que chegou à universidade, Janja sempre foi ligada a movimentos sociais e de base do PT. Procurada pela reportagem, ela não quis se pronunciar e encaminhou a demanda de entrevista para a assessoria.  "Não vamos falar de assuntos pessoais. A minha questão é só mesmo corrigir informações eventualmente erradas que queiram checar", respondeu José Chrispiniano, assessor do imprensa do Instituto Lula, ao confirmar a adesão de Janja ao PDV. Amigas próximas também se recusaram a falar sobre o romance e até mesmo sobre fatos conhecidos da vida da socióloga.  Janja está blindada pelo PT para não aparecer mais do que tem aparecido. O fato de estar grudada em Lula todo o tempo em que estão juntos também causa ciumeira dentro e fora do partido.  Lula é viúvo desde fevereiro de 2017, quando a primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva morreu, aos 66 anos, após sofrer um AVC hemorrágico.

  • Museu da Vagina
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    Museu da Vagina

    O Museu da Vagina inaugurou em Londres. A exposição visa desmistificar o tabu que gira em torno da anatomia feminina. VERSÃO LEGENDADA

  • 'Fui chamada de vagabunda e golpista', diz Luiza Brunet sobre outras mulheres
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    'Fui chamada de vagabunda e golpista', diz Luiza Brunet sobre outras mulheres

    Ex-modelo conta que nasceu para ser ativista

  • 'Quem quiser seguro pode procurar seguradora', diz Bolsonaro sobre fim do DPVAT
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    'Quem quiser seguro pode procurar seguradora', diz Bolsonaro sobre fim do DPVAT

    'Tudo o que é obrigatório não é bom', acrescentou o presidente

  • Príncipe Harry e Meghan Markle não vão passar o Natal com a família real este ano
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    Príncipe Harry e Meghan Markle não vão passar o Natal com a família real este ano

    O duque de Sussex vai passar o feriado com a sogra

  • Procuradores e especialistas veem devassa de Toffoli ao intimar BC por dado sigiloso
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    Procuradores e especialistas veem devassa de Toffoli ao intimar BC por dado sigiloso

    BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Procuradores da República viram "uma devassa" na decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, de determinar ao Coaf que lhe desse acesso a todos os relatórios de inteligência financeira produzidos nos últimos três anos. Os relatórios têm dados sigilosos de cerca de 600 mil pessoas, conforme revelado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (14).  Para o presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), Fábio George Cruz da Nóbrega, a decisão de Toffoli é heterodoxa e incomum e certamente preocupa os órgãos de controle. como o Coaf -rebatizado de UIF (Unidade de Inteligência Financeira)- e a Receita Federal. Além de determinar o envio dos relatórios de inteligência financeira (RIFs) da UIF, Toffoli requereu também as representações fiscais para fins penais (RFFPs) elaboradas pela Receita nos últimos três anos. A UIF informou a Toffoli que não conseguiria lhe enviar cópias dos relatórios, mas deu ao ministro uma espécie de senha de acesso ao seu sistema eletrônico. Nesta quinta (14), a assessoria de Toffoli, em nota, disse que ele não acessou o sistema, apesar de ter obtido o acesso. "O presidente Dias Toffoli não comenta processo que tramita sob segredo de Justiça. Vale esclarecer que o STF não recebeu [cópias] nem acessou os relatórios de inteligência financeira conforme divulgado pela imprensa", diz o texto. A determinação de Toffoli, obtida pela reportagem, é do último dia 25 de outubro e foi no âmbito de um processo (um recurso extraordinário) no qual, em julho, o ministro já havia suspendido todas as investigações do país que usaram dados de órgãos de controle sem autorização judicial prévia. Naquela ocasião, Toffoli concedeu uma liminar (decisão provisória) atendendo a um pedido de Flávio Bolsonaro, senador eleito pelo PSL-RJ, filho do presidente Jair Bolsonaro e que era alvo de uma apuração do Ministério Público do Rio. O plenário do Supremo analisará o tema na próxima quarta (20). "Normalmente, em um recurso extraordinário, se julga a matéria com base na documentação que se encontra [no processo]. É inusitado, estranho, heterodoxo, incomum que se determine, no curso de um recurso extraordinário, a obtenção de uma quantidade enorme de documentos. Dá a entender que é uma devassa que envolve documentos sigilosos da Receita e do Coaf", disse Nóbrega, da ANPR. As informações sigilosas ficam em poder dos órgãos de controle porque eles têm atribuição, prevista em lei, para obtê-las (a partir de instituições como bancos, por exemplo), analisá-las, guardá-las ou repassá-las para o Ministério Público, que faz investigação criminal, quando houver alguma suspeita. Para especialistas, não haveria uma justificativa legal para que essas informações fossem remetidas ao Supremo, ainda que a corte preserve o sigilo delas. A subprocuradora-geral Luiza Frischeisen, coordenadora da câmara criminal do Ministério Público Federal, afirmou que Toffoli abriu tanto o objeto do processo que acabou realizando uma verdadeira devassa. Luiza também destaca que o processo é um recurso extraordinário (sobre um caso concreto de uma investigação) no qual se discutia o compartilhamento de dados da Receita Federal com Ministério Público. Foi reconhecida a repercussão geral -o que significa que o desfecho do julgamento terá impacto em casos semelhantes na Justiça pelo país. Ao incluir o Coaf no bojo do processo, para atender ao senador Flávio Bolsonaro, Toffoli já havia expandido o objeto. Na avaliação da subprocuradora-geral, para ter pedido acesso aos relatórios financeiros e fiscais relativos a casos concretos, o presidente do STF teria que ser o juiz desses casos, mas não é. "Num processo que é definido, vai abrindo, vai abrindo, vira uma verdadeira devassa. O que o ministro está fazendo é uma devassa em dados fiscais e de inteligência financeira", disse. "Bastaria ter ido ao Coaf e perguntado como é feito [o relatório de inteligência financeira]. O ministro tem que entender o procedimento, como é que ele vai analisar 20 mil casos? Não há condições de analisar isso, ele tem que avaliar a questão teórica", afirmou. O advogado e professor de direito constitucional da PUC-SP Pedro Estevam Serrano disse que a medida de Toffoli é inconstitucional porque "extravasa a lógica da razoabilidade que deve acompanhar toda decisão judicial" e fere o direito à intimidade. "Há um direito de sigilo das pessoas a proteger e a intervenção nesse direito deve ser a mínima possível. Cada autoridade que tem acesso àquela informação é um devassamento do sigilo", afirma Serrano. "Quando o ministro pede toda a movimentação de 600 mil pessoas, isso é evidentemente desnecessário para a finalidade que ele deseja. O meio utilizado é desproporcional em relação ao fim. Não há relação de razoabilidade entre meio e fim, e a ausência dessa relação leva à conclusão de que há uma inconstitucionalidade na decisão." A cientista política e professora da USP Maria Tereza Sadek estuda temas do Judiciário e o STF há mais de 15 anos e disse ter ficado surpresa com a medida de Toffoli. "Fiquei muito assustada. Não é usual e nunca vi nada parecido com isso. Ao fazer isso neste momento, o ministro contribui para fragilizar a imagem do Supremo, o que é muito ruim para a democracia", afirmou Sadek. ENTENDA O PEDIDO DE TOFFOLI O que Toffoli pediu ao Banco Central? Toffoli determinou ao Banco Central que encaminhasse ao Supremo, em cinco dias, cópias de todos os relatórios de inteligência financeira (RIFs) produzidos pelo antigo Coaf (hoje UIF) nos últimos três anos. No pedido, ele afirma que deve ser especificado quais foram elaborados a partir de análise interna da UIF, quais foram feitos a pedido de outros órgãos (como o Ministério Público) e, nas duas situações, quais foram os critérios e fundamentos legais. Os RIFs envolvem dados de quantas pessoas? Cerca de 600 mil pessoas (412,5 mil físicas e 186,2 mil jurídicas), muitas expostas politicamente e com prerrogativa de função. Os relatórios contêm dados sigilosos. Qual a justificativa de Toffoli para solicitar os relatórios? Entender o procedimento de elaboração e tramitação dos relatórios financeiros. Toffoli já havia pedido informações dessa natureza antes, mas elas teriam chegado de forma genérica demais. O que são os relatórios a que Toffoli teve acesso? Os relatórios partem de instituições, como bancos, que são obrigadas a informar ao órgão a existência de movimentações supostamente atípicas. Os indícios não significam que as pessoas tenham cometido algum crime e nem todas as comunicações feitas à UIF seguem para as autoridades responsáveis por investigações criminais.

  • Em 'Bom sucesso', Paloma se surpreende com noite de amor de Alberto e Vera: 'Eu não esperava'
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    Em 'Bom sucesso', Paloma se surpreende com noite de amor de Alberto e Vera: 'Eu não esperava'

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  • Henderson relembra 'perseguição' de Suárez no Liverpool: 'Estava pronto para matá-lo'
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    Henderson relembra 'perseguição' de Suárez no Liverpool: 'Estava pronto para matá-lo'

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  • Em reunião fechada, Bolsonaro se retrata por críticas à China
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    Em reunião fechada, Bolsonaro se retrata por críticas à China

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em encontro reservado com os líderes do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), Jair Bolsonaro (PSL) fez uma retratação sobre as críticas feitas por ele à China durante as eleições. Segundo relatos feitos à reportagem por participantes da reunião desta quinta-feira (14), Bolsonaro disse ter falado mal do país asiático em 2018, na condição de candidato, mas afirmou que hoje todos sabem que isso não reflete a verdade. A declaração foi feita pela manhã, durante a sessão fechada da 11ª Cúpula de Líderes do Brics, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Além de Bolsonaro, estavam presentes os líderes da Rússia, Vladimir Putin, da China, Xi Jinping, da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e da Índia, Narendra Modi. Em fevereiro de 2018, quando viajou a Taiwan, o então deputado federal disse que os chineses estavam comprando o Brasil. O tom se manteve ao longo de toda a corrida presidencial, levando a um mal-estar com o governo chinês. Para desfazer o clima ruim com o gigante asiático, o vice-presidente, Hamilton Mourão, fez uma viagem oficial no primeiro semestre deste ano que serviu como precursora da comitiva liderada por Bolsonaro que pousou na China em outubro. O presidente brasileiro é crítico de governos de esquerda e comunistas e costumava inserir a China nesse grupo. É frequente em suas declarações a desaprovação de regimes como o de Cuba e da Venezuela. De olho no investimento chinês no Brasil, ele começou a mudar o tom. Ao chegar a Pequim, no mês passado, Bolsonaro disse não se sentir constrangido, porque estava em um país capitalista. O encontro bilateral com Xi foi o primeiro dos quatro dos quais o presidente brasileiro participou e o único a ser realizado no Palácio do Itamaraty, à margem da Cúpula do Brics. Na reunião privada, os dois trocaram gentilezas, e Bolsonaro disse que gostaria de levar a primeira-dama, Michelle, para conhecer a China. Mesmo na declaração final da cúpula, o Brasil acabou aceitando a inclusão de alguns tópicos que são prioritários para a China e desagradam aos Estados Unidos. O texto ecoou vários dos discursos de Xi durante a cúpula ao condenar medidas unilaterais e protecionistas, contrárias às regras da OMC (Organização Mundial do Comércio)—uma referência clara à guerra tarifária travada pelos EUA contra a China. O principal tema da conversa privada com os líderes do Brics foi soberania. Segundo participantes, Bolsonaro acabou não fazendo um discurso que estava previsto, cujo principal tema era o combate ao globalismo. Na conversa, Bolsonaro também criticou a demarcação de terras indígenas para os líderes presentes, segundo relatos feitos à reportagem. Ele disse que governos anteriores do Brasil foram antipatrióticos por reservarem terras cheias de minérios para indígenas e deu a entender que isso não acontecerá mais. Nos últimos três meses, a China “socorreu” o Brasil em dois momentos internacionais importantes. Durante a avalanche de críticas contra a política ambiental de Bolsonaro para a Amazônia, a China foi um dos únicos países que ofereceram apoio ao mandatário brasileiro. O número dois da embaixada da China no Brasil, Qu Yuhui, afirmou na época ao jornal O Globo que a política ambiental do Brasil era uma das mais rigorosas do mundo e que a crise era fabricada. Durante a cúpula do Brics, Bolsonaro agradeceu a Xi Jinping em várias ocasiões pelo que chamou de reconhecimento da soberania brasileira sobre a Amazônia. Depois, como revelou reportagem do jornal Folha de S.Paulo, a China salvou o megaleilão do pré-sal de um fiasco. Para evitar a ausência de interessados estrangeiros no leilão, o presidente Bolsonaro pediu a Xi Jinping que as petroleiras chinesas participassem do certame. O pedido ocorreu durante a visita de Bolsonaro à China, em outubro. Naquele momento, o governo brasileiro já temia que não houvesse interesse estrangeiro pelos campos leiloados. A previsão estava correta: as 17 grandes petroleiras mundiais não quiseram participar do leilão. As petroleiras CNOOC e CNODC, controladas pelo governo chinês, entraram com participação de 5% cada uma no consórcio que arrematou o campo de Búzios. Não fosse por elas, o Brasil teria vendido apenas para si mesmo, como afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes. O governo mantém seus dois objetivos para a relação com a China. O primeiro é aumentar o valor agregado das exportações brasileiras para os chineses, hoje muito concentradas em commodities —nesse tema, ainda não há nenhuma sinalização concreta da parte dos chineses. O segundo objetivo é atrair investimentos da China em infraestrutura no Brasil —e Xi acenou durante a cúpula com uma maior atuação da Iniciativa Cinturão e Rota, que fomenta projetos considerados estratégicos por Pequim e oferece financiamento do Banco de Desenvolvimento da China. Bolsonaro está tentando conciliar dois movimentos antagônicos dentro do governo: um do núcleo mais ideológico, que prega alinhamento automático com os Estados Unidos, e outro mais pragmático, que reconhece a necessidade de intensificar relações com a China. Esse equilíbrio do Brasil entre demandas da China e EUA será testado no segundo semestre do ano que vem, durante o leilão do 5G. Os EUA pressionam para que o Brasil barre a gigante chinesa de telecomunicações Huawei do fornecimento, afirmando que ela representa uma ameaça à segurança nacional. Os chineses oferecem o pacote mais barato, na comparação com os concorrentes (Ericsson e Samsung), e podem retaliar o Brasil em áreas importantes, caso sejam excluídos do fornecimento. Até agora, só a Austrália, Nova Zelândia, Japão e Vietnã se renderam às pressões dos americanos.

  • Melhor amiga de Whitney Houston fala abertamente sobre bissexualidade da cantora
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    Melhor amiga de Whitney Houston fala abertamente sobre bissexualidade da cantora

    Especulaçoes correram soltas durante anos, mas agora Robyn Crawford, grandeamiga de Whitney Houston por anos, finalmente esta lançando luz sobre seurelacionamento com a superestrela premiada e vencedora do Grammy.

  • Harry e Meghan não irão passar Natal com a rainha
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    AFP

    Harry e Meghan não irão passar Natal com a rainha

    O príncipe Harry e sua mulher, Meghan, não irão passar o Natal, o primeiro de seu filho, Archie, com a rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e a família real, anunciaram nesta quinta-feira (14).

  • 'Entre nós e eles, quem morram eles', diz Luxa na preleção antes de Flamengo x Vasco
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    'Entre nós e eles, quem morram eles', diz Luxa na preleção antes de Flamengo x Vasco

    A preleção de Vanderlei Luxemburgo no Vasco antes do clássico contra o Flamengo foi cheia de...

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    Bebianno faz desafio a Bolsonaro após acusações sobre 'suruba gay'; assista

    Ele diz que o presidente recebeu de um delegado, e não dele, as supostas fotos do 'príncipe' participando de festas gays e agredindo moradores de rua

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    Polícia investiga abate de 3 onças-pintadas em Mato Grosso; assista

    Vídeo mostra os animais na carroceria de uma caminhonete

  • Vacas levadas por furacão Dorian são encontradas a 6km de casa
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    Vacas levadas por furacão Dorian são encontradas a 6km de casa

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