• Por posição política contrária, pai expõe e ridiculariza filha nas redes
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    Por posição política contrária, pai expõe e ridiculariza filha nas redes

    Professor de idiomas Marcos Souza Castro expôs a jovem, que manifestou pelo Facebook apoio à coligação do PT e contra o governo Bolsonaro

  • Deltan e Moro combinam uso de dinheiro público para campanha publicitária
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    Deltan e Moro combinam uso de dinheiro público para campanha publicitária

    Em novas conversas vazadas entre Deltan Dallagnol e Sergio Moro, o procurador pediu ao juiz para usar dinheiro público em uma peça publicitária da TV Globo

  • Homem compra sabão em pó, mas leva cocaína para casa
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    Homem compra sabão em pó, mas leva cocaína para casa

    O flagrante ocorreu no mercado, por volta das 15h desta segunda-feira (15), na região de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo

  • Flordelis surge com ‘pulseira sumida’ de marido morto
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    Flordelis surge com ‘pulseira sumida’ de marido morto

    A assessoria de imprensa da deputada e pastora afirmou que “a pulseira foi encontrada em uma arrumação feita na casa após o crime”

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    Folhapress

    Ex-capitão da seleção, Cafu enfrenta dívidas milionárias

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-jogador Cafu, 49, enfrenta dívidas de várias espécies e perdeu, no Tribunal de Justiça, cinco imóveis em pagamentos para cobrir empréstimos milionários. Além desses bens, outros 15 imóveis no nome dele e no nome de sua esposa, Regina, estão penhorados por dívidas da Capi-Penta International Player, empresa, constituída em 2004 para gerenciar carreira de atletas, pertence ao casal. A companhia é cobrada por empréstimos que vão de R$ 1,1 milhão a R$ 6 milhões. "É um problema particular meu. Posso dar meus imóveis, meu carro, minha casa, posso dar o que quiser como pagamento de dívida", afirmou Cafu à Folha de S.Paulo. Todos os bens foram adquiridos enquanto Cafu jogava futebol. Há pelo menos 32 imóveis. São apartamentos de 55 a 293 metros quadrados em São Paulo e Alphaville, em Barueri, uma casa, com mais de 2.000 metros quadrados, outra no litoral paulista, de 1.080 metros quadrados, e terrenos no interior. Um deles, em Mairinque, tem 38 mil metros quadrados. Cafu fez seu último jogo como atleta profissional em 2008, no Milan. Ele estreou no futebol no São Paulo de Telê Santana, depois de ter sido reprovado em nove peneiras. Bicampeão mundial no clube paulista, vestiu ainda as camisas do Juventude, Palmeiras e Roma. Ele é o atleta que mais jogou na seleção brasileira, com 149 partidas, e esteve em três finais seguidas da Copa--1994, 1998 e 2002. A Capi Penta é réu em um processo movido pela Vob Cred, uma securitizadora que cobra R$ 5,275 milhões da empresa desde 2018. A Vob baseia a cobrança numa escritura pública de confissão de dívida, com garantia hipotecária do terreno de 38 mil metros quadrados na cidade de Mairinque, adquirido por Cafu em 2005 por R$ 380 mil (R$ 793 mil atuais). Procurada, a empresa não respondeu à reportagem. Em fevereiro deste ano, o juiz Bruno Paes Straforini, da 1ª Vara Cível de Barueri, determinou o bloqueio do imóvel deste terreno e de mais 14 imóveis no nome de Cafu e Regina. Os bloqueios também são frutos de cobranças em ações movidas por Valentim Osmar Barbizan, diretor-administrativo da Vob Cred, no valor de R$ 2,691 milhões, e pelo banco ABC Brasil, no valor de R$ 1 milhão. Nessa última, a instituição financeira alerta a Justiça das dívidas fiscais de Cafu que, segundo consta no processo, no final de 2017 já atingiam R$ 407 mil. O ABC Brasil não foi o único que acusou Cafu de inadimplência. O Banco Industrial foi à Justiça por empréstimo de R$ 3,5 milhões. Como o ex-atleta não quitou a quantia até a data prometida, em julho de 2017, quatro meses após retirar o dinheiro, o ex-capitão da seleção passou a ser cobrado em R$ 6 milhões, com os juros contratuais e honorários. Além dos imóveis penhorados e bloqueados, outros estão alienados em empréstimo feito por Cafu. A matrícula de dois imóveis, com área total de 1.080 metros próximos do mar em Peruíbe, estão alienados como garantia de uma dívida de R$ 1 milhão com o banco Santander. O ex-jogador terá que quitar esse valor com 96 parcelas mensais (até outubro de 2023) de R$ 23,1 mil cada. Cafu adquiriu os imóveis, em Peruíbe, em agosto de 2008 por R$ 1,4 milhão (R$ 2,9 milhões atuais). A Fundação Cafu, no jardim Irene, em São Paulo, está inscrita na Dívida Ativa da União com R$ 857 mil. A Capi Penta está inscrita em R$ 598 mil e o próprio Cafu (pessoa física) está sendo cobrado em R$ 235 mil na dívida ativa. Cafu atendeu a reportagem e disse que não iria falar sobre a sua situação financeira e nem sobre a Capi Penta, principal responsável pelas dívidas que penhoraram os imóveis. O ex-capitão da seleção disse que falaria apenas sobre a Fundação Cafu. A instituição está com atividades suspensas enquanto, de acordo com Cafu, passa por um processo de "reformulação geral, em termos de projetos e de estatuto". "Está fechada por um planejamento, é óbvio que estamos com problemas financeiros [na Fundação]", afirmou Cafu. "A Fundação custa R$ 150 mil por mês, e eu que tenho que mantê-la. Se você pesquisar nos últimos anos, as empresas deixaram de investir no terceiro setor. Estou batalhando para deixar nossa fundação em pé, mas isso requer alguns sacrifícios." Segundo o ex-atleta, a fundação oferece atividades como dança, balé, coral, bateria e informática. Os problemas na instituição se tornaram públicos em 2018, quando funcionários fizeram greve. O ex-jogador rechaçou a palavra endividamento. "[Financeiramente] estou tranquilo, não posso deixar minhas 950 crianças na rua, porque se eu parar tudo o que estou fazendo hoje, levo minha vida tranquilo. Mas não quero isso", disse o ex-jogador. Sem jogar, Cafu segue envolvido com o futebol. Ele foi um dos membros do Comitê Organizador Local da Copa América. Em junho, foi anunciado pelo Comitê Organizador da Copa de 2022, no Qatar, como o embaixador no Brasil.

  • Caso de adolescente desaparecida se complica e respinga no Papa
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    AFP

    Caso de adolescente desaparecida se complica e respinga no Papa

    A tentativa do Vaticano de ajudar a família de Emanuela Orlandi, adolescente que desapareceu em Roma há 36 anos, aprofundou ainda mais o mistério sobre seu destino e corre o risco de atingir a Santa Sé e até o Papa Francisco.

  • 'Fui salvo, foi um milagre', diz padre Marcelo Rossi após ser empurrado de altar
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    HuffPost Brasil

    'Fui salvo, foi um milagre', diz padre Marcelo Rossi após ser empurrado de altar

    O padre Marcelo Rossi afirmou que esta bem apos ser empurrado do altardurante uma missa em Cachoeira Paulista neste ultimo domingo, 14 de julho

  • Indicação de filho para embaixada é o maior erro de Bolsonaro até agora, diz presidente da CCJ
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    Folhapress

    Indicação de filho para embaixada é o maior erro de Bolsonaro até agora, diz presidente da CCJ

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A possibilidade de indicar o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como embaixador do Brasil nos Estados Unidos é o pior erro do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nestes primeiros seis meses de governo. Esta é a avaliação da presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), senadora Simone Tebet (MDB-MS). Tebet também integra como suplente a CRE (Comissão de Relações Exteriores), colegiado que sabatina e aprova ou rejeita indicações de embaixadores. "Foi talvez o maior erro do presidente até agora, até porque envolve o próprio filho, sem ter pelo menos tentado entender qual o sentimento hoje do Senado", disse a senadora. "A sabatina expõe demais o governo e pode dar uma fragilidade que o governo ainda não tem na Casa." Tebet diz acreditar que, se fosse hoje, o nome de Eduardo não seria aprovado.  "Hoje, ele corre sérios riscos de mandar para o Senado e ser derrotado. A votação é secreta, não tem precedentes no mundo, em países democráticos. Há discussões jurídicas e constitucionais se entraria no caso de nepotismo ou não. E entra até no mérito da questão, se ele está preparado ou não", disse a presidente da CCJ. Tebet também criticou a declaração de Bolsonaro de que quer indicar um ministro "terrivelmente evangélico" para a próxima vaga que surgir no STF (Supremo Tribunal Federal). Para ela, o presidente foi amador. "Ele pode escolher um evangélico, como um católico ou um ateu, é um direito que ele tem. Mas, a meu ver foi, no mínimo, uma declaração equivocada, para não dizer, de amador. O presidente erra mais ao falar do que ao agir. Se não tivesse falado, mas tivesse indicado alguém 'terrivelmente evangélico', seja lá o que isso significa, não estaríamos falando nada aqui. Estaríamos vendo se é capaz ou não é capaz", afirmou. Tebet também elencou como erro de Bolsonaro "querer ir contra as instituições democráticas". "Se tivesse que fazer alguma crítica ao presidente -que eu acho que é bem intencionado, quer combater a corrupção-, é a falta de uma visão maior de país. Muito preocupado com a questão ideológica, com a pauta de costumes, de falar para o seu eleitorado em alguns pontos específicos de promessa de campanha que ele tem quatro anos para cumprir. Não precisa cumprir todas agora", afirmou Simone Tebet. "A impressão que eu tenho é que ele está administrando no varejo, quando o Brasil precisa de atacado. Ele precisa abrir o leque, dizer 'eu tenho a pauta econômica, que não é só a reforma da Previdência, uma pauta de costumes e uma pauta de serviços públicos, políticas públicas'. Parece um samba de uma nota só."

  • Os EUA 'estão brincando com fogo', adverte chanceler iraniano
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    AFP

    Os EUA 'estão brincando com fogo', adverte chanceler iraniano

    O chanceler do Irã, Mohammad Javad Zarif, advertiu nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão "brincando com fogo", em referência aos comentários do presidente americano, Donald Trump, no momento em que os dois países se enfrentam sobre o programa nuclear de Teerã.

  • Exposição traz fotos de Serra Pelada feitas por Sebastião Salgado
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    Agência Brasil

    Exposição traz fotos de Serra Pelada feitas por Sebastião Salgado

    O Sesc Avenida Paulista, na região central da capital, recebe a partir de quarta-feira (17) a exposição Gold – Mina de Ouro Serra Pelada. São 56 fotografias, parte inédita, feitas por Sebastião Salgado na década de 1980 no garimpo de Serra Pelada, no sul do Pará. A região sofreu uma intensa corrida pelo ouro à época, quando recebeu dezenas de milhares de homens que transformaram uma serra de morros em uma enorme cratera.A dimensão do garimpo pode ser vista nas imagens de Salgado, com as intermináveis filas de homens escalando as paredes do buraco, quase como formigas. Quando se aproxima dos garimpeiros, o fotografo registra em preto e branco - uma de suas marcas – as pessoas cobertas de lama e suor arrastando os sacos de minério. Sonho do ouroExposição traz fotografias de Serra Pelada feitas por Sebastião Salgado - © Sebastião SALGADO“Por uma década, ela evocou o El Dorado há muito prometido, mas, atualmente, essa corrida do ouro mais selvagem que o Brasil já teve se tornou apenas uma lenda, que permanece viva por meio de algumas lembranças felizes, muitos arrependimentos dolorosos”, comenta Salgado sobre Serra Pelada.Durante o período que esteve no garimpo, o fotógrafo conheceu histórias de gente que conseguiu enriquecer e outras que apenas puderam sonhar em mudar de vida. “O ouro é um amante imprevisível”, diz Salgado sobre a relação que o metal mais cobiçado do mundo estabelece com as pessoas.“Enquanto alguns garimpeiros afortunados partiram de Serra Pelada com dinheiro, compraram fazendas e empresas e nunca se sentiram traídos, outros, que encontraram ouro e pensaram que havia mais fortunas esperando por eles, acabaram, por fim, perdendo tudo o que tinham obtido”, explicou. TrajetóriaO trabalho de Serra Pelada se insere na trajetória de Sebastião Salgado no interesse por grandes dramas humanos. Esteve também em guerras, registrou deslocamentos de refugiados e a luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Sempre fotografando em preto e branco, seguindo a escola dos precursores do que veio a se tornar o fotojornalismo, como Cartier-Bresson e Robert Capa. O brasileiro, no entanto, se diferencia pelo estilo mais pictórico, valorizando um pouco menos o flagrante instantâneo, e mais a beleza plástica das composições e da luz.A exposição é gratuita de 10h as 21h30 (terça a sábado) e das 10h às 18h30 (domingos e feriados). A mostra vai até o dia 3 de novembro.

  • As características das mulheres com cromossomos XY
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    AFP

    As características das mulheres com cromossomos XY

    Apresentado pela Federação Internacional de Atletismo (Iaaf) como uma forma de proteger a igualdade na categoria feminina, o novo regulamento combatido pela atleta sul-africana Caster Semenya afeta as mulheres com algumas características biológicas pouco frequentes e muito concretas.

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    Agência Brasil

    Chegada de nova frente fria no Rio trará chuva e ressaca do mar

    O Sistema Alerta Rio, da prefeitura, informou que a aproximação de uma frente fria provocará mudanças no tempo ainda nesta segunda-feira (15). Nas próximas horas, haverá aumento gradativo da nebulosidade. Os ventos continuam de moderados a ocasionalmente fortes, oscilando entre 52 e 76 quilômetros por hora (km/h).A meteorologista Camila Brasiliense, do Alerta Rio, informou que “um sistema de alta pressão traz a frente fria que atingirá o oceano e também o continente, provocando a queda de temperatura”. A previsão é que a temperatura mínima fique em torno dos 12º Celsius (ºC) durante a madrugada.Para esta terça-feira (16) a previsão é de chuva fraca a moderada a qualquer hora do dia e temperatura em declínio. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o céu deve ficar nublado durante o dia. A temperatura ficará entre 14º C e  26ºC.No último domingo (14) fez um verdadeiro “veranico”, em pleno inverno, com praias lotadas e a temperatura máxima atingindo os 33º C. Ressaca do marA Marinha do Brasil emitiu um aviso de ressaca, com ondas que podem atingir a orla do Rio, com até 3 metros de altura, a partir das 15h de amanhã, se estendendo até as 9h de quinta-feira (18).

  • Dodge chama Deltan e procuradores para reunião e deve defender Lava Jato
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    Folhapress

    Dodge chama Deltan e procuradores para reunião e deve defender Lava Jato

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, chamou o procurador Deltan Dallagnol e demais integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba para uma reunião em Brasília nesta terça (16). O encontro será para discutir o vazamento de conversas atribuídas ao grupo de investigadores e ao ministro da Justiça, Sergio Moro, quando era juiz da 13ª Vara em Curitiba. A procuradora-geral deverá fazer uma defesa da operação e de sua importância para o combate à corrupção. Há previsão de que, após as tratativas, ela se manifeste institucionalmente em favor dos procuradores, possivelmente por meio de nota. O afago de Dodge aos investigadores vem num momento em que ela tenta ser reconduzida ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro e também de forte desgaste para os membros da força-tarefa, cujas condutas vêm sendo postas sob questionamento com a divulgação de seus diálogos. O teor das mensagens vem sendo publicado pelo site The Intercept Brasil e a Folha de S.Paulo. As primeiras vieram à tona em 9 de junho, em reportagem do Intercept. Segundo a PGR, a reunião já vinha sendo articulada há algumas semanas e não tem relação com as notícias do fim de semana. No domingo (14), Folha e Intercept mostraram que Deltan, coordenador da força-tarefa, montou um plano de negócios de eventos e palestras para lucrar com a fama e contatos obtidos durante as investigações do caso de corrupção. Em um chat sobre o tema criado no fim de 2018, ele e um colega da operação discutiram a constituição de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, para evitar questionamentos legais e críticas. A justificativa da iniciativa foi apresentada por Deltan em um diálogo com a mulher dele. "Vamos organizar congressos e eventos e lucrar, ok? É um bom jeito de aproveitar nosso networking e visibilidade", escreveu. Os procuradores da Lava Jato não confirmam a autenticidade das conversas vazadas e atribuem os vazamentos à ação de um hacker. A PGR já havia se manifestado ao Supremo Tribunal Federal contra pedidos de suspeição de Moro, apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Num documento enviado à Polícia Federal, afirmou que houve atuação criminosa contra integrantes do Ministério Público e requereu investigação sobre o caso. Membros da categoria sustentam, no entanto, que ainda falta uma defesa pública mais contundente da Lava Jato por parte da procuradora. A reunião ocorrerá um dia depois de a Procuradoria Federal dos Direitos dos Cidadãos -braço da PGR que atua de forma independente, na área de direitos humanos- publicar uma nota pública comentando o vazamento de mensagens, com críticas indiretas à Lava Jato e a Moro. No comunicado, assinado na última sexta-feira (12) e divulgado nesta segunda (15), a Procuradoria Federal diz que a apuração de casos de corrupção deve "respeitar integralmente todos os direitos fundamentais" fixados na Constituição e que é inadmissível que o Estado, "para reprimir um crime, por mais grave que seja, se transforme, ele mesmo, em um agente violador de direitos". Um trecho da nota afirma que um dos elementos essenciais é o direito a um julgamento perante juízes "independentes e imparciais, no qual o réu e seus advogados são tratados com igualdade de armas em relação ao acusador".  "Portanto, é vedado ao magistrado participar da definição de estratégias da acusação, aconselhar o acusador ou interferir para dificultar ou criar animosidade com a defesa." O órgão da PGR diz ainda que o governo deve informar se há alguma investigação em face de jornalistas ou meios de comunicação que estejam envolvidos com a publicação. Represálias contra os veículos, diz a nota, "podem, inclusive, ser consideradas crime de responsabilidade e improbidade administrativa". O jornalista Glenn Greenwald, fundador e editor do Intercept, queixa-se do governo por não informar se há investigação em curso contra ele. Moro, em audiência no Congresso, não respondeu a respeito. Na noite desta segunda-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, abriu prazo de três dias para que a PGR e a AGU (Advocacia-Geral da União) se manifestem em uma ação que pede a extinção de eventuais investigações que existam contra Greenwald. A ação foi ajuizada pela Rede Sustentabilidade e é de relatoria do ministro Gilmar Mendes. Toffoli deu o despacho por estar de plantão no STF durante o recesso do Judiciário. A Rede pede o fim imediato (por meio de decisão liminar) de eventuais inquéritos sobre o jornalista.

  • Em NY, Covas se diz voz dissonante a Bolsonaro e defende Acordo de Paris
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    Em NY, Covas se diz voz dissonante a Bolsonaro e defende Acordo de Paris

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), aproveitou passagem por Nova York nesta segunda-feira (15) para escalar sua contraposição a Jair Bolsonaro (PSL) e defender políticas públicas em áreas que não são a prioridade do governo federal, como imigração, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável. Durante evento com outros prefeitos na sede da ONU, Covas se colocou como voz dissonante ao Planalto, defendeu o Acordo de Paris e disse que a agenda internacional não deve ser debatida exclusivamente por presidentes, mas também por governadores, prefeitos e pela sociedade civil. "Enquanto o governo federal diz que mudança climática é assunto para cientista discutir, a cidade [de São Paulo] reafirma seu compromisso com o Acordo de Paris e vem aqui mostrar que no Brasil há uma voz dissonante, há vários governos locais que estão agindo dessa forma, para que a gente possa reduzir as emissões de gás de efeito estufa e a ampliação da temperatura da Terra", afirmou Covas. O discurso do tucano vai de encontro a declarações de Bolsonaro e sua equipe, que costumam minimizar o aquecimento global e defender, inclusive, a saída do Brasil do Acordo de Paris --pacto assinado no fim de 2015 para criar metas que garantam a redução da emissão de gases do efeito estufa.  Apesar de Bolsonaro ter revisto a decisão, Covas não poupou o presidente e disse que governos locais têm feito muito mais que a administração federal quando se trata de desenvolvimento sustentável no Brasil. "Não é apenas o governo federal que deve participar dessas discussões, em especial aqui na ONU, outros agentes políticos podem participar e estamos fazendo muito mais para poder atingir essas metas." Esta não é a primeira vez que o tucano destoa de seu perfil habitualmente discreto para afrontar o presidente e outros políticos. Ele já havia criticado, por exemplo, as propostas de Bolsonaro para alterar o Código de Trânsito Brasileiro e, recentemente, defendeu a expulsão do senador Aécio Neves (MG), acusado de corrupção, do PSDB. A tentativa de Covas é ganhar espaço em um cenário político congestionado, no qual seu padrinho, o governador de São Paulo, João Doria, evita enfrentar publicamente o presidente -ou mesmo o tema de Aécio-, enquanto redesenha o PSDB como sua principal liderança. Doria é mais liberal e dialoga com a centro-direita, enquanto Covas tem tentado acenar para a centro-esquerda no esforço de abarcar uma fatia do eleitorado que está decepcionada com o governador paulista. Nesta segunda, durante o Mayors Migration Council em Nova York, além de meio ambiente, o prefeito de São Paulo tratou de migração e refugiados. Disse que tem desenvolvido políticas ambientais na capital paulista como a troca, em 20 anos, da frota de 14 mil ônibus a diesel por carros que não emitam gases poluentes, e construído abrigos para refugiados e imigrantes. "Enquanto alguns governos federais ainda estão discutindo o que fazer sobre o assunto, os prefeitos estão enfrentando o problema."

  • Jovem quebra preconceitos e faz sucesso com tutoriais de crochê
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    Jovem quebra preconceitos e faz sucesso com tutoriais de crochê

    Aos 10 anos Pedro Victor se interessou pela atividade e não parou mais.

  • Moro combinou reunião com Deltan e PF para definir futuro da Lava Jato
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    Moro combinou reunião com Deltan e PF para definir futuro da Lava Jato

    Em novas mensagens vazadas, Deltan e Sergio Moro combinaram reuniões com membros da Polícia Federal para combinar novas ações da Lava Jato

  • Como usar o filtro do FaceApp que deixa usuário com cara de idoso
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    Como usar o filtro do FaceApp que deixa usuário com cara de idoso

    De tempos em tempos algum aplicativo que brinca com fotos aparece e virafebre

  • Cena impressionante
    AFP

    Cena impressionante

    As arraias são consideradas uma das criaturas marinhas mais inteligentes. Na Austrália, uma delas pediu ajuda a um grupo de mergulhadores.

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    Folhapress

    'Fumei, cheirei, viajei; agora, estou focado na Câmara', diz Frota sobre papel na reforma

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Na tarde de sexta-feira (12), logo depois que a Câmara começou a votar os destaques da reforma da Previdência, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), enviou uma mensagem para Alexandre Frota (PSL-SP) perguntando quantos correligionários ele conseguiria manter em Brasília até às 22h daquele dia.  O parlamentar respondeu de pronto: 52 dos 53 aptos a votar.  Naquele momento, o temor de Maia e da equipe econômica do governo era o de que, após a apreciação da proposta do PDT para garantir regras de aposentadoria mais brandas aos professores, os parlamentares deixassem a Câmara sem concluir a análise em primeiro turno da reforma.  Frota já havia mapeado o número de deputados do PSL no plenário e acionado os sete que não estavam na Casa. Um deles, Léo Motta (MG), estava com a mulher no hospital. Por mensagem de áudio no WhatsApp, Frota pediu que o colega desse um pulo na Câmara "só para votar". Motta respondeu, imediatamente, dizendo que estava a caminho.  Os articuladores da Previdência precisavam garantir 308 deputados favoráveis à proposta nas votações dos destaques para evitar uma desidratação ainda maior da reforma. A preocupação era de que as emendas da oposição pudessem desfigurar a economia desejada pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia). Por isso, a batalha para manter 60% da Câmara em Brasília.  Os destaques mais temidos pelos auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (PSL) eram de autoria do PT. Juntos, eles poderiam ter impacto de cerca de R$ 500 bilhões na economia prevista pela reforma -os pontos, no entanto, foram derrubados.  "De tudo que ouvi aqui, acho que passei na prova", comenta Frota. "Já fiz tudo na vida: fumei, cheirei, viajei o mundo. Agora, estou focado na Câmara."   Ele brinca que, após a maratona da Previdência, já foi "batizado" para fazer parte do que chama de "tropa de choque" do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ingressando no grupo capitaneado pelos líderes da Maioria, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e do PP, Arthur Lira (AL). Encerrada a primeira etapa de análise da reforma da Previdência na Câmara, Frota diz, sem titubear, que a proposta só foi aprovada e avançou no Congresso graças a Maia.  "Essa reforma da Previdência, da maneira como está sendo feita e construída, com toda certeza não é do Jair Bolsonaro (PSL). É a reforma da Previdência do Rodrigo Maia", disse à Folha de S.Paulo na tarde de sexta.  "Sempre comparo com o futebol: já que o centroavante, que é o Bolsonaro, não fez o gol, ele [Maia] veio da defesa e fez. O importante é a bola entrar." O texto-base foi aprovado na noite de quarta (10) por 379 votos a 131. Na véspera da votação, Frota já havia dito à Folha de S.Paulo que foi Maia quem buscou os votos a favor da reforma, e não o governo.  "O governo não buscou esse voto. Quem buscou foi o Rodrigo. Fomos nós que ficamos aqui, passamos noites e noites trabalhando voto por voto", afirmou. "Acompanhei diariamente a preparação, a montagem, a maneira como ele se portou diante das bancadas, assumindo o papel que era do governo." Frota disse ter passado toda a quarta tentando virar votos a favor do projeto, assumindo uma posição que não lhe foi entregue oficialmente pelo Palácio do Planalto. "Não sou articulador do governo. O governo tinha que estar aqui dentro com a tropa dele montada. Isso foi desgastante", disse. Diante da vitória com 71 votos a mais do que o necessário, às 3h25 da madrugada de quinta (11), o ministro da Economia, Paulo Guedes, enviou uma mensagem para o deputado agradecendo seu empenho.  "Muito obrigado pelo seu belo trabalho de defesa da Nova Previdência, amigo Frota." Frota viu a mensagem às 4h30, quando levantou da cama para fazer uma caminhada de 40 minutos. Pouco antes das 7h, ele já estava na Casa de Maia com o correligionário e presidente nacional do PSL, o deputado Luciano Bivar.  "A equipe do Guedes me pediu para fazer o meio campo entre ele e o Rodrigo. Fui lá e fiz", disse. A relação entre o presidente da Câmara e o ministro da Economia desandou depois da série de críticas de Guedes aos parlamentares.  Desde o dia 20 de fevereiro, quando entrou para a linha de frente da articulação da Previdência na comissão especial da Câmara, Frota passou a falar diariamente com Guedes. Os telefonemas aconteciam entre as 6h e as 7h30.  Além do trabalho de articulador, Frota disse também ter incorporado o papel do que chama de "coordenador de momentos de crise".  "Tiveram momentos em que eu estava em casa com a minha filha de 4 meses e o Paulo Guedes ligando, de um lado, e o Rodrigo, de outro", contou.  De acordo com o deputado, um dos episódios mais críticos até aqui foi o anúncio de retirada da capitalização do texto.  "O grande problema para o Paulo foi ter tirado a capitalização, que era o grande coração [da reforma para ele]. Quando tiraram a capitalização, ele explodiu", disse Frota.  Nesse período, o deputado neófito também adquiriu o hábito de mandar, todos os dias, mensagens motivacionais no grupo de WhatsApp da equipe do secretário da Previdência e do Trabalho, Rogério Marinho.  Na manhã de sexta (12), antes da retomada da análise da reforma pelo plenário da Câmara, não foi diferente.  "Vamos lá. Falta apenas um tempo de jogo. Sei que está todo mundo cansado, mas todo mundo quer ganhar. Agora é mão no peito, cabeçada no queixo, e vamos passar por cima igual a um trem. E vamos ganhar. Pode falar para todo mundo", disse Frota no áudio de 22 segundos.  Eleito na onda do bolsonarismo para o primeiro mandato, Frota não tem poupado críticas ao presidente Jair Bolsonaro. Na manhã desta sexta, depois da votação de a reforma entrar pela madrugada, o deputado subiu à tribuna para rebater o que chamou de "bolsonaristas desiludidos".  Os apoiadores de Bolsonaro foram às redes sociais atacar a decisão do PSL, partido do presidente, de trabalhar para aprovar regras mais vantajosas para a aposentadoria de policiais.  "Se esses bolsonaristas estão em frenesi e nervosos pela decisão que tomamos a favor dos policiais, eles não deveriam estar aqui nas redes, eles deveriam estar lá na rampa do Palácio [do Planalto], porque o erro vem de lá", disse Frota.  Na semana passada, Bolsonaro disse que "errou" por não ter incluído regras mais brandas para policiais federais e rodoviários na reforma da Previdência. Passou a atuar para que o Congresso fizesse a mudança no texto da proposta.  Frota não faz questão de esconder as críticas ao modo de governar de Bolsonaro. Na manhã deste domingo (14), ele foi ao Twitter cobrar nova postura do presidente para a votação em segundo turno da Previdência na Câmara, prevista para 6 de agosto.  "O governo Bolsonaro precisa entender que vem aí o segundo turno da Previdência e muitas outras pautas importantes. Está na hora de o Bolsonaro dar valor ao Congresso e respeitar os deputados que fizeram um grande trabalho aprovando a Previdência", escreveu.

  • Festa de São Firmino termina com 35 feridos, incluindo 8 chifrados
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    AFP

    Festa de São Firmino termina com 35 feridos, incluindo 8 chifrados

    As festividades de São Firmino em Pamplona, no norte da Espanha, terminaram neste domingo com três pessoas chifradas no oitavo e último dia de festejos, elevando para oito o total de pessoas chifradas entre os 35 feridos hospitalizados durante o evento.

  • A Terra é plana para cerca de 11 milhões de brasileiros, aponta pesquisa do Datafolha
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    HuffPost Brasil

    A Terra é plana para cerca de 11 milhões de brasileiros, aponta pesquisa do Datafolha

    De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha realizada entre os dias 4 e5 de julho, 7% dos brasileiros (cerca de 11 milhoes de pessoas) acreditam quea Terra e plana

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    Agência Brasil

    Caesb recupera R$ 39 milhões após informatização de pagamentos

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) recuperou R$ 39 milhões após oferecer a possibilidade de pagamentos das contas de água e esgoto pela internet ou por telefone e retomou serviços de fornecimento água que estavam suspensos por falta de pagamento.O objetivo da medida, de acordo com a empresa, é reduzir a inadimplência, em especial das faturas de baixo valor. Atualmente, mais de 2 milhões de contas de até R$ 500 estão em aberto. Essas contas equivalem a 96% de todas as faturas não quitadas junto à companhia.O cliente que deve algum valor à Caesb pode negociar as contas em aberto pelo site www.caesb.df.gov.br, via autoatendimento ou pela Agência Virtual, opção conta em aberto, ou ainda pela Central de Atendimento, no telefone 115. A Caesb informou que está também enviando boletos para esses clientes.Os consumidores podem ainda ir até um dos 13 escritórios ou nos cinco postos Na Hora. A empresa lembra, no entanto, que os escritórios regionais não recebem pagamento de contas. Para o parcelamento de débitos, o consumidor deve levar cópia e original dos documentos pessoais e dos documentos de propriedade ou posse do imóvel.Após a quitação dos débitos, caso o fornecimento de água esteja suspenso, o prazo é de 16 horas úteis para religação no ramal predial de água e de 10 horas úteis para as demais. A Caesb precisa ter acesso ao hidrômetro ou ramal predial de água para a religação. Na hora do religamento, a Caesb orienta os consumidores a certificarem-se de que todas as torneiras do imóvel estejam fechadas para que não haja desperdício no retorno da água.

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    Folhapress

    Maioria se opõe a plano de Bolsonaro para o trânsito, mostra Datafolha

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os projetos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que afrouxam a fiscalização de trânsito são reprovados pela maioria da população, segundo pesquisa Datafolha.  A proposta de acabar com a multa para quem transporta crianças de até sete anos sem cadeirinhas nos veículos é a que tem maior oposição, de 68% dos entrevistados.  Pelo projeto de lei do presidente, a penalidade pecuniária seria substituída por uma advertência por escrito.  Bolsonaro ainda prometeu acabar com radares de velocidade nas rodovias, o que é reprovado por 67% dos que responderam a pesquisa. Uma parcela também majoritária, embora menor, é contrária ao plano de aumentar de 20 para 40 o limite de pontos da carteira de habilitação: 56%.  A pesquisa foi realizada nos dias 4 e 5 de julho, com 2.006 pessoas acima de 18 anos, em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.  Em junho, Bolsonaro entregou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), projeto de lei com uma série de modificações do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) que diminuem a chance de condutores serem multados.  A medida foi um aceno de Bolsonaro a parte de seu eleitorado, principalmente os caminhoneiros.  Na época, ele afirmou que quem reclama das propostas "que procure um taxista, motorista de caminhão, quem vive no trânsito, [que] às vezes com um pequeno descuido perde a carteira de trabalho". Os itens citados, contudo, não são apoiados pela maioria das pessoas com carteira de motorista -no país, são 72,4 milhões. Entre os entrevistados que possuem habilitação, 70% são contrários ao fim da multa pela falta de cadeirinha e 58% desaprovam ao plano de retirar radares das estradas.  Quanto ao aumento do limite de pontuação, os habilitados se dividem e ficam tecnicamente empatados -50% têm opinião contrária e 48% são favoráveis. Entre os que declararam voto em Bolsonaro, 52% são a favor da duplicação do limite de pontos antes da suspensão da carteira, e 45% não apoiam a mudança.  No entanto, mesmo os eleitores bolsonaristas são contra a retirada dos radares (58%) e não apoiam o fim da multa para as cadeirinhas (63%).  De forma esperada, os eleitores do rival de Bolsonaro no segundo turno das eleições, Fernando Haddad (PT), são majoritariamente contra todas as medidas, chegando a 79% de oposição na questão dos radares nas rodovias.  Levantamento feito pela Folha de S.Paulo mostrou que houve redução média de mortes de 21,7% nos quilômetros de rodovias federais em que o dispositivo eletrônico foi colocado.  Bolsonaro é forte crítico do que chama de "indústria da multa" por meio dos radares, mas não apresentou estudos técnicos para embasar suas declarações nem as medidas.  A família do presidente -o próprio Bolsonaro, a primeira-dama, Michelle e três dos filhos- recebeu ao menos 44 multas de trânsito nos últimos cinco anos, conforme a Folha de S.Paulo revelou.  A primeira-dama e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) somam infrações que ultrapassam o limite de 20 pontos para o período de um ano --o que, em tese, acarretaria a suspensão do direito de dirigir. Entre os entrevistados, 21% afirmam que foram multados nos últimos 12 meses, contra 79% que responderam negativamente à pergunta.  De acordo com a pesquisa, a maior parcela dos entrevistados (41%) diz acreditar que as propostas para o trânsito feitas por Bolsonaro tornarão o trânsito mais violento. Para 36%, a situação continuará igual. Outros 20% afirmam que os projetos do presidente proporcionarão um trânsito mais seguro. No estrato das pessoas que avaliam o governo como ótimo ou bom, 29% afirmam que as medidas tornarão o trânsito mais seguro, 24% dizem que vai ficar mais violento e 44% avaliam que não haverá mudança.  Os entrevistados com nível superior e com renda acima de cinco salários mínimos estão mais pessimistas -55% dos com maior grau de estudo e 49% das pessoas com renda maior dizem acreditar que a situação vai piorar.  Na divisão por religião, os católicos têm maior índice de pessoas que dizem que o trânsito vai ficar mais violento do que os evangélicos, base de apoio de Bolsonaro -43% contra 33%, respectivamente. Para 20% dos católicos e 23% dos evangélicos, as medidas melhorarão a segurança. O projeto de Bolsonaro enviado à Câmara traz uma série de outras mudanças. O texto, por exemplo, acaba com a multa para condutores que guiem sem o farol baixo ligado durante o dia.  O projeto também põe fim na exigência de exame toxicológico para a emissão e renovação da CNH para as categorias C, D e E (o que inclui veículos de carga e ônibus). Mulheres de baixa renda são as mais excluídas do trânsito A pesquisa Datafolha mostra que a carteira de habilitação é mais rara entre as mulheres e pessoas com menor renda.  Uma parcela de 39% dos brasileiros com 18 anos ou mais possui carteira de motorista. No caso das mulheres, o índice é de apenas 24%. Já entre os homens o percentual é de 55%.  A posse do documento aumenta proporcionalmente à renda. Entre as pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos, o percentual alcança 80%. No extremo oposto, entre as pessoas com renda menor de dois salários, só 20% têm CNH.  O menor índice é das mulheres nessa faixa de renda, estrato em que só 9% possuem habilitação para dirigir (contra 37% dos homens na mesma situação). Das mulheres com renda familiar acima de cinco salários mínimos, 2 em cada 3 são habilitadas.

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    Agência Brasil

    LDO será votada em agosto na Comissão Mista de Orçamento

    O relatório do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 deve ser votado no início de agosto na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional. O parecer do deputado Cacá Leão (PP-BA) seria examinado na última quarta-feira (10), mas a reunião foi cancelada em razão da votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara.“Fizemos uma reunião com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e da CMO, senador Marcelo Castro (MDB-PI), para que a LDO não interferisse na reforma da Previdência”, disse Leão. “Adotamos a cautela de deixar a LDO para o segundo semestre. Na primeira semana de agosto, acredito que vamos votá-la na comissão e no plenário do Congresso Nacional”, acrescentou.Constitucionalmente, deputados e senadores devem aprovar a LDO pelo Congresso antes do recesso legislativo, em sessão conjunta da Câmara e do Senado. No entanto, o recesso, que começaria dia 18 de julho,  foi antecipado após a conclusão da votação do primeiro turno da reforma da Previdência sem a análise do parecer na CMO.Com 2.996 emendas apresentadas, a maioria delas (1.918) de redação, o prazo para sugestões de alteração no texto foi encerrado no início de julho.  Reajuste salarialO relatório da proposta da LDO de 2020 (PLN5/2019) deve incluir a permissão para que o Executivo autorize reajuste salarial para o funcionalismo público em 2020. A medida contraria o governo que, na proposta original, enviada ao Congresso em abril, prevê a possibilidade de aumento apenas aos militares.Ao apresentar o relatório preliminar, no final de junho, Cacá Leão defendeu, entre outros pontos, a prorrogação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Previsto para ser extinto em 2020, o fundo divide recursos da União entre estados e municípios. Salário MínimoO texto em análise prevê ainda que o salário mínimo seja reajustado para R$ 1.040 em 2020, sem ganho acima da inflação. Na comparação com o valor atual do mínimo, R$ 998, o aumento nominal será de 4,2%, mesma variação prevista para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para os dois anos seguintes, a proposta sugere que a correção também siga apenas a variação do INPC.Em relação à meta fiscal, o projeto da LDO prevê para 2020 um déficit primário de R$ 124,1 bilhões para o governo central, que abrange as contas do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central. A meta para este ano é de um déficit de R$ 139 bilhões.*Com informações da Agência Senado

  • Os erros da segunda temporada de ‘Big Little Lies’ sobre a terapia
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    Os erros da segunda temporada de ‘Big Little Lies’ sobre a terapia

    "Mal posso esperar para te encontrar de novo! Vou trazer cha e biscoito!", diza psicologa - usando fantasia e com uma voz ridicula - a uma Amabellasorridente, no fim de uma sessao em casa