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    Preso ganha liberdade provisória, anda 50m e mata idosa

    Ele invadiu uma casa em frente ao local onde recebeu a tornozeleira eletrônica

  • Evangélico, irmão de Anitta diz: 'Espero que minha filha seja influenciada pela tia'
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    Evangélico, irmão de Anitta diz: 'Espero que minha filha seja influenciada pela tia'

    Desde que descobriu seu novo irmão, Anitta tem feito de tudo para recuperar o tempo perdido com a...

  • Partido Trabalhista britânico apresenta um programa eleitoral progressista
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    Partido Trabalhista britânico apresenta um programa eleitoral progressista

    O líder do Partido Trabalhista britânico, Jeremy Corbyn, apresentou nesta quinta-feira o programa de seu partido, um projeto muito progressista, prometeu uma mudança radical e um acordo do Brexit se vencer as eleições de dezembro.

  • Príncipe Andrew: de favorito da rainha Elizabeth II a playboy destronado
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    Príncipe Andrew: de favorito da rainha Elizabeth II a playboy destronado

    O príncipe, oitavo na ordem de sucessão ao trono britânico, era arrogante e sem compaixão, de acordo com as supostas vítimas de Jeffrey Epstein

  • Três anos e meio depois, Dilma segue na luta para anular impeachment
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    Três anos e meio depois, Dilma segue na luta para anular impeachment

    A petista descreve como uma de suas últimas trincheiras processo que move desde setembro de 2016 no STF

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    Flamengo: 'Se ganhar a Libertadores, fecha com o Barça', aposta amigo de Jorge Jesus

    O técnico do Flamengo, Jorge Jesus, está bem cotado não apenas entre os torcedores rubro-negros. Em...

  • Lula defende candidaturas próprias do PT e tenta atrair Marta
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    Lula defende candidaturas próprias do PT e tenta atrair Marta

    Partido vem negociando alianças com PSOL e PCdoB

  • Bolsonaro acusa Witzel de usar a Polícia Civil do Rio para tentar 'destruir' a sua família
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    Bolsonaro acusa Witzel de usar a Polícia Civil do Rio para tentar 'destruir' a sua família

    Presidente ainda afirmou que já sabia das intenções do governador e como ele vinha 'manipulando' o processo do caso Marielle

  • Moradora de rua é morta em Niterói (RJ) ao pedir R$ 1 a pedestre
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    Moradora de rua é morta em Niterói (RJ) ao pedir R$ 1 a pedestre

    Depois de ser alvejada, ela ainda chegou a ser levada para o Hospital estadual Azevedo Lima, no Fonseca, mas não resistiu

  • MBL pede impeachment de Toffoli ao Senado
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    Folhapress

    MBL pede impeachment de Toffoli ao Senado

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O MBL (Movimento Brasil Livre) protocolou nesta quinta-feira (21), no Senado, um pedido de impeachment do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli. O grupo alega abuso de autoridade por parte de Toffoli por ele ter exigido, em outubro, que o Banco Central enviasse cópias dos relatórios produzidos pelo antigo Coaf (rebatizado UIF) nos últimos três anos —com dados sigilosos de 600 mil pessoas. Ele revogou a decisão na segunda (18). "Extrai-se o evidente abuso de poder por parte do Representado, que serviu-se de suas funções constitucionais como ministro do Supremo Tribunal Federal para sobrepor o ordenamento jurídico, direitos e garantias individuais, emitindo decisão confusa e desconexa de acordo com sua própria conveniência", afirma o MBL. A reportagem não conseguiu contatar Toffoli até a conclusão deste texto. A representação do MBL solicitando o impedimento do magistrado é assinada pelo advogado do grupo, Rubinho Nunes, e usa como base a mesma justificativa apresentada no pedido de prisão preventiva do ministro assinado pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e enviado à Procuradoria-Geral da República na terça (19). Na quarta (20), Toffoli votou por impor restrições ao compartilhamento de dados bancários e fiscais com o Ministério Público e a polícia sem autorização judicial prévia. O presidente do STF é relator de um processo que discute se é constitucional o repasse de dados sigilosos de órgãos de controle —como a Receita e o antigo Coaf— para fins de investigação penal. O julgamento teve início na quarta (20) e será retomado na tarde desta quinta-feira (21).

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    Após 200 anos, pássaros que parecem flamingos voltam a colorir céu de Florianópolis

    FLORIANÓPOLIS, SC (FOLHAPRESS) - O vermelho escarlate que tinge o céu a cada voo chama atenção do observador mais desavisado, que logo os associa aos flamingos. Com sua exuberante plumagem, o guará (Eudocimus ruber) está de volta à Florianópolis. A revoada das aves não era apreciada havia mais de 200 anos, segundo pesquisadores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O fenômeno mobilizou observadores da fauna na cidade. Entre os possíveis motivos da volta dos guarás, dizem estudiosos, estaria a recuperação de mangues na ilha, onde essas aves podem se alimentar. A coloração dos guarás vem do pigmento dos crustáceos (carotenoides), característicos de ecossistemas como o manguezal, estuários e rios, dos quais ele se alimenta. À medida que envelhecem, a cor se torna cada vez mais brilhante e intensa. As semelhanças entre eles os flamingos, porém, ficam por aí.  O guará é um tipo de ave mais próxima da garça, com características físicas semelhantes de pernas, pescoço e bico compridos (pelecaniformes), e estatura entre 50 a 120 cm. O flamingo, por sua vez, é vem da ordem phoenicopteriformes, de longas pernas e bico encurvado, e um pouco maiores que os guarás (os flamingos medem de 90 a 150 cm de comprimento). O bando com cerca de mil animais chegou à capital catarinense no começo desta semana e alvoroçou ambientalistas de norte a sul da ilha. Fernando Farias, biólogo e guia de observação de pássaros, foi um dos primeiros a registrar as aves, que possivelmente vieram da baía da Babitonga, no norte do estado, a 200 km da capital.  Apesar disso, é cedo para afirma a origem exata dos animais, uma vez que há registro da espécie em todo litoral brasileiro, além de Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Bolívia e Trinidad e Tobago. Farias teve a oportunidade de ver os guarás no manguezal do Itacorubi, na região central de Florianópolis, na segunda-feira (18). "O retorno deles significa que estamos fazendo alguma coisa em relação a conservação. É reflexo das áreas de mangue preservadas na ilha, e também mostra que a população de guarás da qual eles vieram está bem grande."  As aves não estão ameaçadas e não integram a chamada lista vermelha da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais).  No entanto, não havia registros dos animais na capital catarinense desde o século 18, segundo pesquisadores da UFSC. Amédée François Frézier, em 1712, foi um dos poucos a descrever a ave em Florianópolis. Em carta à corte francesa, o botânico militar observou a mudança desde os primeiros anos de vida até atingirem a fase adulta. "Os guarás são encontrados à vezes na ilha de Santa Catarina. As primeiras plumas que o cobrem, logo que nascem, são negras. Esta cor dissipa-se insensivelmente tomando-se acinzentada. Quando começa a voar, todas as plumas tomam-se brancas: tomam finalmente a cor de rosa; tomando-se dia a dia mais vermelhas, até adquirirem uma cor escarlate viva e permanente", escreveu em relato compilado no livro "Ilha de Santa Catarina: relatos de viajantes estrangeiros nos séculos 18 e 19", editado em 1979 pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina.  O sumiço desses animais por anos pode ter diversas explicações, segundo Fabrício Basílio, do uso das penas em ornamentos até a poluição dos oceanos. A degradação do manguezal, porém, é apontada pelo pesquisador do Observatório de Áreas Protegidas e do Laboratório de Gestão Costeira Integrada da UFSC como o principal fator de ter afugentado os guarás da ilha. Muitos dos mangues no país, diz Basílio, foram ocupados e aterrados. "Pensava-se que estes ecossistemas não produziam nada, tinham mau cheiro e eram um atraso ao desenvolvimento das cidades". A atenção em relação a estes ecossistemas surgiu somente em 1987, quando a primeira unidade de conservação foi criada com este fim em Carijós. "São [espaços] extremamente importantes como berçários da vida marinha, além de servirem de proteção para as cidades que se localizam na zona costeira, porque atenuam a força da maré em eventos climáticos extremos." O retorno da ave é comemorado também por poder aquecer o turismo da região, como ocorreu com um novo passeio para observar aves no arquipélago de Alcatrazes, próximo a Ilhabela, no litoral norte de São Paulo. A expectativa agora para o visitante pródigo, diz o biólogo Farias, é se ele vai conseguir se reproduzir na ilha.

  • Mãe e padrasto são suspeitos de espancar e matar criança de 3 anos
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    Mãe e padrasto são suspeitos de espancar e matar criança de 3 anos

    Ela já havia sido internada após espancamento neste mês

  • Cunhado de Ana Hickmann recebe maior honraria da Câmara por 'salvar família'
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    Cunhado de Ana Hickmann recebe maior honraria da Câmara por 'salvar família'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O empresário Gustavo Corrêa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann, vai receber na manhã desta quarta-feira (20) a medalha do mérito legislativo, a maior honraria da Câmara Federal, em Brasília. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) foi quem indicou o nome do empresário ao qual chamou de "herói". O político, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, disse que Corrêa merece a medalha porque ele "salvou a própria família". "O caso de Gustavo é exemplo claro da injustiça que o excesso de legítima defesa leva àqueles que reagem a crimes, fato rotineiro na vida policial", escreveu o deputado numa de suas redes sociais. A premiação é anual e busca condecorar brasileiros que prestaram serviços relevantes ao Poder Legislativo ou ao Brasil. Neste ano, Corrêa receberá a medalha ao lado do presidente do STF, Dias Toffoli, do jornalista Glenn Greenwald, do ex-tenista Gustavo Kuerten, da ativista Luisa Mell. A lista inclui 40 nomes ao todo. Corrêa ficou nacionalmente conhecido em maio de 2016 ao matar um homem que planejou um atentado contra ele, sua mulher, Giovana, e a apresentadora Ana Hickmann em um quarto de hotel em Belo Horizonte. Gustavo é irmão do marido da apresentadora. Quando percebeu a emboscada, disparou três tiros na nuca de Rodrigo Augusto de Pádua, que dizia ser fã de Ana Hickmann. Pádua morreu na hora. Em setembro deste ano, ele acabou absolvido do crime de homicídio pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais por três votos a zero dos desembargadores. Os magistrados entenderam que o empresário agiu em legítima defesa. Os desembargadores Júlio César Lorens (relator), Alexandre Victor de Carvalho e Eduardo Machado avaliaram que a conduta do réu não foi excessiva, dada a situação de estresse, pânico, cansaço e angústia. "A legítima defesa não pode ser medida de forma milimétrica. Para resguardar a vida, nenhum de nós teria discernimento na hora de fazer os disparos", afirmou o desembargador Eduardo Machado. Cabe recurso à decisão do TJ. ENTENDA O CASO O autor do atentado foi ao hotel armado porque fora bloqueado das redes sociais da apresentadora, a quem mandava mensagens insistentemente, segundo informações do inquérito. Ele tomou os três como reféns em um quarto e, segundo Corrêa, fez ameaças com o revólver. A apresentadora desmaiou, o invasor se irritou e atirou na direção dela, acertando Giovana. Após o tiro, Corrêa saltou sobre Pádua para tomar a arma. Já no chão, após luta corporal, ele pegou o revólver e deu três tiros na nuca do invasor, que morreu. As duas mulheres já haviam deixado o quarto, e o cabeleireiro da apresentadora, Júlio da Silva, estava do lado de fora do quarto e ouviu a briga. Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, evocaram o caso de Corrêa por diversas vezes para defender a diminuição ou o fim da aplicação de pena por excesso em casos de homicídio por legítima defesa se o homicida tiver agido sob "escusável medo, surpresa ou violenta emoção", conforme prevê o pacote anticrime proposto por Moro. O empresário afirmou que o apoio recebido do presidente Jair Bolsonaro e de Moro foi muito importante. "Eu sou muito agradecido a eles, independentemente de partido político." Gustavo havia sido denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por homicídio doloso, quando há a intenção de matar, sob o argumento de que houve excesso na legítima defesa. "As pessoas foram atacadas por uma pessoa armada e essa situação durou 31 minutos, com 8 minutos de luta corporal. Não é possível exigir do recorrido que tivesse o cuidado e consciência de disparar apenas um tiro", disse o desembargador Alexandre. No final do julgamento, o empresário afirmou à Folha viveu por "três anos um pesadelo que espero ter acabado", disse. Ele ressaltou que a vida da família foi prejudicada de todas as formas, inclusive psicológica e financeiramente. "E quem vai pagar essa conta? Mas agora só quero tirar isso da minha frente e seguir em paz." Em abril do ano passado, Corrêa foi absolvido da acusação de homicídio. A juíza Amalin Aziz Sant'Ana avaliou que ele agiu em legítima defesa. Na sentença, a juíza afirmou ter ficado demonstrado "que os disparos efetuados pelo réu foram sequenciais", diferentemente da forma narrada na denúncia, "que dizia que isso ocorreu com a vítima já desfalecida no solo, impossibilitada de oferecer qualquer resistência".  O Ministério Público recorreu da decisão da juíza, por não concordar com a tese de legítima defesa. O desembargador Júlio César Lorens sustentou que Gustavo não tinha alternativa no momento dos disparos.  "Somos humanos, temos sentimentos, emoções e reagimos. E isso a lei permite fazer", afirmou. No seu relato afirmou que a conduta do empresário foi legítima e em conformidade com a lei.  O advogado do empresário, Fernando José Costa, sustentou que o caso configurou uma inversão de papéis, pois o Ministério Público, o "guardião da sociedade", passou a acusar o cidadão. "O réu nesse caso é a vítima", disse.

  • Lula pede juízo ao Congresso em discussão sobre volta da prisão após 2ª instância
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    Lula pede juízo ao Congresso em discussão sobre volta da prisão após 2ª instância

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em sua primeira entrevista após sair da prisão, o ex-presidente Lula (PT) pediu nesta quarta-feira (20) que o Congresso tenha juízo ao analisar proposta que pode alterar a Constituição para permitir o cumprimento de pena após condenação em segunda instância. A mudança significaria a volta do petista à cadeia.  "Espero que o Congresso Nacional tenha juízo. Constituição não é um manuscrito que pode jogar fora toda hora", afirmou o ex-presidente. Para Lula, a elite brasileira conservadora diz que a Constituição é um atraso pois não gostam de mecanismos de proteção e garantias sociais.  A entrevista foi concedida ao canal Nocaute, do jornalista e escritor Fernando Morais. Ao abrir a conversa, Morais afirmou que seu veículo ajudou na briga para que Lula fosse solto.  Lula afirmou que o que mais deseja é a anulação do processo do tríplex em Guarujá (SP), e voltou a fazer críticas ao ex-juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato e hoje ministro da Justiça, e Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. "Quem montou quadrilha nesse país foi Moro e Dallagnol", disse o petista.  O ex-presidente chamou Dallagnol de "moleque irresponsável e desaforado".  A defesa de Lula busca a anulação do processo por considerar que o julgamento de Moro foi parcial. Conversas dos procuradores da Lava Jato reveladas pelo The Intercept Brasil e publicadas também pela Folha de S.Paulo mostram que Moro orientou os acusadores e mantinha próxima relação com eles.  Lula pediu que a "Suprema Corte tenha sabedoria" ao decidir sobre a anulação. "Se eu tiver culpa, provem e me punam. Agora se provar que Moro fez sacanagem, má-fé, foi mal caráter, que ele seja punido, pelo bem da instituição", disse.  "Para que o país volte a normalidade, meu processo tem que ser anulado e os responsáveis presos", completou.  Lula afirmou ainda que é um cara esperançoso, que acredita nas instituições e que pretende andar pelo país para "levantar o moral da tropa", ressaltando que o país nunca teve um governo tão ruim como o de Jair Bolsonaro (PSL). "Não me peçam paciência com Bolsonaro, Moro e Dallagnol", disse ao responder se saíra da prisão disposto a brigar. "Eu sou de bem, mas também sou de brigar, estou defendendo a minha honra", completou.  Ao mesmo tempo, Lula disse não guardar mágoas políticas de figuras como Marta Suplicy (sem partido) e Ciro Gomes (PDT).  Lula repetiu que o "PT nasceu para polarizar", ao comentar as análises de que solto ele iria aumentar a polarização com Bolsonaro.  "Se você tiver um partido que não queira polarizar, não tenha partido. [...] Vamos polarizar em 2022. [...] O PT tem que polarizar mesmo, tem que disputar pra valer", afirmou.  Questionado sobre as eleições de 2020, o petista afirmou que o PT deve ter candidato próprio --embora não seja contra alianças com partidos de esquerda. "Um partido do tamanho do PT tem que ter candidato para defender as teses do partido. [...] Tem que se defender na TV dos ataques de que foi vítima", disse.  Para Lula, a lógica dos dois turnos é para que os partidos que tenham candidatos os lancem no primeiro turno, e que depois a esquerda se apoie no segundo turno.  "As pessoas tem que ter candidaturas competitivas para ser cabeça de chapa, o dado concreto é que não têm. [...] PT pode fazer aliança, mas as pessoas têm que apresentar quadros melhores do que os do PT", afirmou.  Lula voltou a descartar uma autocrítica do PT, dizendo que o partido teve mais acertos que erros. "PT é o partido de esquerda mais importante da América Latina, não vamos abrir mão da nossa grandeza", declarou.

  • Elefante de Sumatra é encontrado decapitado na Indonésia
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    Elefante de Sumatra é encontrado decapitado na Indonésia

    Um elefante de Sumatra, uma espécie em perigo de extinção endêmica da ilha indonésia, foi encontrado decapitado e suas presas cortadas - relata a agência local de proteção da natureza.

  • Americanos exigem escolher seu pronome de gênero
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    Americanos exigem escolher seu pronome de gênero

    Alguns anos atrás, Emily Gardner, que se identifica como "mais feminina do que não", instruiu seus familiares sobre uma nova preferência a ser chamada pelo pronome "they" (que em inglês é usado tanto para "eles" como "elas") em vez de por "ela".

  • Quatro em cada cinco adolescentes no mundo são sedentários, diz OMS
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    Quatro em cada cinco adolescentes no mundo são sedentários, diz OMS

    Quatro em cada cinco adolescentes no mundo são sedentários, especialmente as meninas, diz um estudo que será publicado nesta sexta-feira pela OMS, que recomenda uma hora diária de atividade física para melhorar a saúde e evitar doenças.

  • Juíza de Curitiba manda suspender julgamento contra Deltan Dallagnol no CNMP
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    Juíza de Curitiba manda suspender julgamento contra Deltan Dallagnol no CNMP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A 5ª Vara Federal de Curitiba determinou nova suspensão do julgamento de um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) contra Deltan Dallagnol no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). Em despacho nesta quinta (21), a juíza substituta Giovana Mayer mandou a União cumprir, em até 24 horas, decisão proferida pela magistrada titular da Vara, Anne Karina, no dia 11 de novembro. Segundo o veredito da semana passada, o CNMP não pode julgar o PAD contra Dallagnol antes de ouvir uma testemunha arrolada pelo procurador no caso. O órgão deve também reabrir prazo para alegações finais. A análise do caso está na pauta do colegiado da próxima terça (26). O processo foi aberto em abril para verificar se o procurador cometeu infração ao dizer em entrevista à CBN que a segunda turma do STF passa a “mensagem de leniência” a favor da corrupção. Na semana passada, o ministro do STF, Luiz Fux, concedeu uma liminar a Dallagnol e determinou a suspensão do julgamento. Na terça (20), porém, ele voltou atrás e liberou a análise do PAD. Apesar da determinação do Supremo, a defesa de Dallagnol entende que, como não foi suspensa, vale a decisão favorável ao procurador concedida na primeira instância. A União, que representa o CNMP, já questionou, nesta quarta (20), a decisão da 5ª Vara Federal.

  • Bolsonaro envia projeto sobre excludente de ilicitude ao Congresso
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    Bolsonaro envia projeto sobre excludente de ilicitude ao Congresso

    Bolsonaro disse que ele representará uma “guinada” no combate à violência no país.

  • Preço da carne dispara no fim do ano. Entenda o motivo
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    Preço da carne dispara no fim do ano. Entenda o motivo

    Aumento na exportação e demanda interna são alguns dos fatores que influenciam o custo do alimento

  • Alerj discute gratuidade nas passagens para compensar retirada de 40 trens pela Supervia
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    Alerj discute gratuidade nas passagens para compensar retirada de 40 trens pela Supervia

    Deputados, membros da Supervia, da Agetransp e secretário estadual de transportes debatem como amenizar impactos da medida para os usuários

  • Operário cai sobre barra de ferro, que se aloja a 3cm do coração
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    Operário cai sobre barra de ferro, que se aloja a 3cm do coração

    O objeto entrou por uma nádega e perfurou fígado, intestinos e pulmão

  • FGTS: Caixa abre duas horas mais cedo para saque imediato de trabalhadores nascidos em junho e julho
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    FGTS: Caixa abre duas horas mais cedo para saque imediato de trabalhadores nascidos em junho e julho

    Os trabalhadores nascidos em junho e julho poderão sacar até R$ 500 de cada conta ativa ou inativa...

  • Sou vítima de censura e seletividade, diz deputado que quis homenagear Pinochet
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    Sou vítima de censura e seletividade, diz deputado que quis homenagear Pinochet

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Responsável por propor uma homenagem ao general Augusto Pinochet, ditador chileno entre 1973 e 1990, o deputado estadual Frederico D’Avila (PSL) diz que é vítima de censura e seletividade por parte da Assembleia Legislativa, da esquerda e da imprensa. “Aqui já houve sessão em homenagem ao Che Guevara, ao Stedile [líder do MST], à Dilma, e ninguém falou nada. O PC do B faz congresso em que exalta Trotski, Lenin, Stalin e fica por isso mesmo”, declarou. A sessão na Assembleia em exaltação a Pinochet, que chegou ao poder por meio de um golpe sangrento e em cujo governo milhares de opositores foram mortos e torturados, deve ser cancelada por um ato do presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB). Embora frustrado, D’Avila afirma que a polêmica atingiu um de seus objetivos. “Tirei as varejeiras do mato”, disse ele, líder ruralista, usando uma metáfora do campo. “Mostrei para a população como a política e a imprensa se comportam nesses casos”. O parlamentar é um apoiador fiel do presidente Jair Bolsonaro e foi um dos primeiros líderes do campo a desertar da campanha de Geraldo Alckmin, de quem havia sido assessor, para entrar no barco do capitão, no início do ano passado. Ele diz que Che, homenageado em outubro de 2017, era “muito pior que Pinochet”. “Ele foi na ONU para dizer que estava fuzilando opositores e continuaria a fuzilar”. Stedile, que recebeu um prêmio em dezembro de 2018, é, em sua visão, promotor de “esbulho possessório” (ato de tomar à força propriedade de terceiros). “Ele faz pregação ideológica até em crianças”. Já Dilma, afirma o parlamentar, é “uma das crias desse processo de radicalização da esquerda”. “Ela foi terrorista, assaltante de banco, mas por ser limitada intelectualmente não foi muito longe, acabou presa”. Mas e Pinochet? As atrocidades cometidas por seu regime estão amplamente documentadas. Houve cerca de 3.000 mortes e desaparecimentos, incontáveis vítimas de tortura e dezenas de milhares de exilados, segundo levantamento independentes. Não é um despautério homenagear uma das figuras mais sinistras do século 20? Mesmo colegas de bancada como a deputada Janaina Paschoal criticaram a ideia de D’Avila. O parlamentar afirma que sua ideia foi reconhecer os méritos de Pinochet, sobretudo na gestão econômica, e não negar as violações de direitos humanos, que ele diz reconhecer, embora relativizando-as. “Houve excessos, é claro, mas não esse terror todo que o pessoal fala. Muitos dos que morreram eram agentes cubanos infiltrados que queriam implementar o comunismo”, afirma. Ao justificar a ditadura, D’Avila usa um argumento que a direita evoca ao defender o nosso golpe de 1964: era preciso frear a ameaça da esquerda. “Na época do Salvador Allende [presidente socialista derrubado pelo golpe], tinha fila para comprar papel higiênico, havia paralisação de caminhoneiros. A população pediu a queda dele, o país estava à beira do colapso”, diz. Pinochet, segundo o deputado, foi obrigado a adotar medidas extremas por um determinado período. “Foram ações necessárias para conter a deterioração econômica e social. É que nem antibiótico, você não vai tomar a vida inteira”, afirmou. Já no front econômico, o ditador chileno, de acordo com D’Avila, fez uma gestão liberal, reconhecida internacionalmente por líderes como o americano Ronald Reagan e a britânica Margaret Thatcher. Outro ponto digno de elogio, na visão do parlamentar, é o fato de o ditador ter aceitado o resultado de um plebiscito que encerrou seu regime, em 1988. “Ele poderia ter burlado o resultado. Mas aceitou, fez a transição para a democracia, passou a faixa presidencial. E entregou o país um brinco, na comparação com o que tinha pego”. O modelo econômico de Pinochet, implementado pelos “Chicago Boys”, é saudado por liberais do mundo inteiro, incluindo nosso ministro da Economia, Paulo Guedes, que morou no país. Nos últimos meses, contudo, esse sistema está sendo alvo de protestos nas ruas chilenas, porque teria contribuído para o aumento das desigualdades sociais. E é possível separar o Pinochet liberal econômico do Pinochet violador de direitos humanos? Não são a mesma pessoa? “É a mesma pessoa, mas as circunstâncias o levaram a ter as atitudes que teve. O ideal é termos a democracia inglesa, a democracia americana, onde você tem representatividade e discussão de alto nível. Mas na América Latina nem sempre isso é possível”, diz D’Avila.

  • Deus, pátria, família: Bolsonaro lança novo partido
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    AFP

    Deus, pátria, família: Bolsonaro lança novo partido

    O presidente Jair Bolsonaro iniciou nesta quinta-feira (21) o processo oficial para a criação de um novo partido, o Aliança pelo Brasil, uma legenda conservadora e que pretende defender as bandeiras do eleitorado evangélico, após se desfiliar - na semana passada - do PSL, pelo qual foi eleito.