• Como FHC saiu da presidência para virar um próspero dono de terras
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    Como FHC saiu da presidência para virar um próspero dono de terras

    Entender os caminhos que levaram um dos mais importantes presidentes da história do Brasil a se tornar um próspero proprietário de terras

  • Maia diz que ficou sem dormir após ataques de filhos de Bolsonaro: 'eu sofria'
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    Maia diz que ficou sem dormir após ataques de filhos de Bolsonaro: 'eu sofria'

    Presidente da Câmara admitiu que possui relações apenas com Flávio e Eduardo Bolsonaro

  • PF prende mulheres envolvidas em 30 estupros dos próprios filhos
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    PF prende mulheres envolvidas em 30 estupros dos próprios filhos

    A corporação identificou as mulheres e encontrou registros de mais de 30 estupros, além de imagens de tortura contra uma das crianças

  • Arthur 'Mamãe Falei' Do Val: "O MBL fez lacração, mas com conteúdo, porque era necessário"
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    Arthur 'Mamãe Falei' Do Val: "O MBL fez lacração, mas com conteúdo, porque era necessário"

    Arthur Do Val, deputado estadual por São Paulo pelo DEM, é o novo convidado do Vozes da Nova Política. Uma das cabeças do MBL e tido como um dos políticos com maior base na internet, por seu trabalho como youtuber, Do Val fala de seu trabalho, do futuro do país e das eleições de 2020.

  • Reencarnação do dalai lama, novo ponto de atrito entre EUA e China
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    AFP

    Reencarnação do dalai lama, novo ponto de atrito entre EUA e China

    À medida que os tibetanos começam a tomar consciência do fato de que seu adorado dalai lama um dia inevitavelmente virá a falecer, o governo americano busca estabelecer uma linha vermelha para Pequim, na hora de escolher seu sucessor.

  • Construtora terá de pagar indenização milionária após prédio de alto luxo de SP ser dado como irregular
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    Construtora terá de pagar indenização milionária após prédio de alto luxo de SP ser dado como irregular

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça de São Paulo decidiu que um dos mais luxuosos edifícios da capital, com apartamentos estimados em cerca de R$ 16 milhões, foi construído irregularmente. Para que a instalação não seja demolida, de acordo com a ordem judicial, todo o dinheiro arrecadado com a venda dos imóveis deve ser revertido à sociedade como forma de mitigar os danos causados. A rara decisão da Justiça paulista –e histórica pelo valor envolvido (cerca de R$ 300 milhões)– atende a um pedido da associação dos moradores do Cidade Jardim, bairro na zona oeste da capital, que desde 2012 tentava impedir a construção do prédio de 19 andares da construtora JHSF em área residencial e, após ser erguido, sua demolição. A aplicação da “multa” milionária foi a saída encontrada pela juíza Liliane Keyko Hioki, da 1ª Vara da Fazenda Púbica de São Paulo, para não causar prejuízos “incomensuráveis” aos proprietários dos imóveis com a demolição, mas, também, não deixar impunes aqueles que “não agiram em boa-fé” e lucraram com as vendas. “O valor das perdas e danos terá por base o montante obtido pela Aveiro com a alienação das unidades autônomas, afinal, a sanção deve corresponder às vantagens obtidas com a ilegalidade”, diz parte sentença, contra a qual ainda cabe recurso. O município de São Paulo também é réu na ação. O prédio alvo do litígio foi construído no bairro Cidade Jardim, região do Morumbi, com apartamentos de entre 714m² e 1.815m² de área útil, com quatro a cinco suítes. O total de área construída do prédio, segundo a ação, foi de 27.892,20 m² e gabarito de 72,16 m, proibido para uma área residencial. Os moradores da região se revoltaram quando o empreendimento foi anunciado porque nenhum prédio havia sido construído ali, conforme prevê a lei de zoneamento. Para erguer o prédio, segundo a Justiça, a construtora valeu-se irregularmente de benefícios criados pela lei da Operação Urbana Consorciada Água Espraiada, que incentivava a construção em regiões próximas à avenida Água Espraiada, interligação da avenida Nações Unidas (Marginal Pinheiros) e Rodovia dos Imigrantes. Ainda de acordo com a sentença, dois órgãos chegaram avalizar a irregularidade ao afirmar equivocadamente que o terreno utilizado para construção do prédio estava 62% dentro da área compreendida pela operação Água Espraiada, e, assim, podia construir acima dos sobrados característicos da região. Um dos órgãos foi a estatal São Paulo Urbanismo, contrariando inclusive entendimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. O outro foi a CTLU (Câmara Técnica de Legislação Urbanística) que não tinha competência para determinar quais eram os limites abrangidos pela lei, segundo a Justiça. “Em outras palavras, tratando-se de situação excepcional, afinal, os benefícios da OUCAE [operação urbana] afastam a legislação comum, não poderia a administração, como o fez, atribuir os benefícios a imóvel que não se sabia com certeza e precisão se estava ou não incluídos no perímetro. Na dúvida, haveria que ser excluído”, diz a sentença. A dúvida sobre quanto do terreno estava dentro do perímetro previsto pela Operação Água Espraiada foi dirimida pela perícia judicial determinada na ação. Chegou à conclusão que apenas de 11% a 12,4% do terreno estava dentro da área, a julgar pelos pontos iniciais da medição, distantes dos 63% exigidos por lei para pleitear as benesses da lei. ​Com a sentença a Justiça anula, na prática, os alvarás expedidos pelo município, que permitiram a construtora iniciar as obras. Além desses documentos, a JHSF alegava ter assinado um termo de ajustamento de conduta com a Promotoria, que permitiu o prosseguimento e término das obras. O termo (TAC) foi assinado à época pelo promotor Maurício Ribeiro Lopes, que chegou a ser investigado pela Corregedoria do Ministério Público sob a suspeita de favorecer empreiteira, mas não chegou a ser punido. Mesmo assim ele deixou o cargo na Promotoria da Habitação ao ser promovido a procurador (atua em segunda instância). A advogada Viviane Siqueira Rodrigues, representante da associação de moradores, disse que a decisão da Justiça é importante para tentar mitigar os danos ambientais causados à região e afirma que espera que seja mantida nos tribunais para servir de exemplo “É uma decisão muito importante porque dá ali uma mensagem de que isso não pode se fazer [construir irregularmente]. É uma resposta à altura da ilegalidade que foi cometida. Uma multa acaba por ser simbólica e nem sempre representa a importância da agressão que foi feita ao ambiente urbano”, disse a advogada, que participa de outra ação contra a mesma empresa, em discussão semelhante. Viviane disse que é importante ressaltar que o valor estipulado pela Justiça não vai para as mãos dos moradores, mas, sim, para um fundo de direito difuso. OUTRO LADO Por meio de nota, a JHSF, por meio de sua controlada Aveiro Incorporações Ltda., informou que "diversos laudos de especialistas corroboraram o entendimento já emitido pela Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU) do Município de São Paulo de que o Residência Cidade Jardim está dentro do perímetro da Operação Urbana Água Espraiada". Ainda segundo a empresa, "o empreendimento cumpriu todas as exigências da Lei Municipal nº 13.885/04, tendo obtido todos os alvarás e licenças aplicáveis, incluindo de aprovação, construção e habite-se, sendo também objeto de acordo com o Ministério Público. A companhia apresentará todos os recursos cabíveis à decisão da primeira instância". A Prefeitura de São Paulo declarou que "apresentou recurso de embargos de declaração da sentença, para esclarecimentos, e, após a decisão dos embargos, serão interpostos os recursos necessários".

  • Arthur 'Mamãe Falei' Do Val: "MBL fez lacração, mas porque era necessário"
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    Arthur 'Mamãe Falei' Do Val: "MBL fez lacração, mas porque era necessário"

    Um dos deputados mais jovens do Brasil e também expoente de uma cultura que levou youtubers direto para Assembleias e para a Câmara, Arthur “Mamãe Falei” Do Val (DEM-SP) é o convidado

  • Ataque militar contra o Irã resultaria em 'guerra total', diz chanceler
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    Ataque militar contra o Irã resultaria em 'guerra total', diz chanceler

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - À medida que Washington ameaçou impor sanções ao Irã pela suposta autoria do ataque na Arábia Saudita, Teerã subiu o tom nesta quinta (19) e cravou que qualquer ofensiva militar de Washington ou de Riad resultará em "guerra total". A advertência aos adversários foi feita pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, em entrevista para rede de TV americana CNN. Questionado sobre a consequência de um ataque militar dos EUA ou da Arábia Saudita ao Irã, Zarif não hesitou: "Uma guerra total". "Não queremos guerra, não queremos entrar em um confronto militar. Mas não piscaremos para defender nosso território", disse.  O ataque de sábado (14) contra instalações da estatal Aramco comprometeu 50% da produção de petróleo da Arábia Saudita e fez o preço do combustível disparar no mercado internacional. Os houthis, grupo rebelde que tenta chegar ao poder no Iêmen com apoio do Irã, assumiu a autoria da ação, mas tanto sauditas, quanto americanos descartaram essa hipótese, apontando o dedo para Teerã. Nesta quarta (18), o presidente americano, Donald Trump, anunciou que Washington vai endurecer "substancialmente as sanções contra o Estado iraniano", embora não tenha especificado quais tipos de medidas seriam adotadas. Trump, que mira na sua reeleição em 2020 e encara a possibilidade de uma recessão econômica, adotou postura cautelosa e afirmou que considera uma guerra "a última opção". A Arábia Saudita mostrou nesta quarta destroços de drones e mísseis que, segundo o governo, representam "evidências inegáveis" da agressão iraniana.  À CNN nesta quinta, o diplomata iraniano responsabilizou os houthis, embora não tenha apresentado provas. "Eu sei que não fizemos isso e sei que os houthis fizeram uma declaração de que eles fizeram", disse ao defender que o grupo, oriundo de um país com altos índices de pobreza, teria capacidade de realizar uma operação sofisticada. Em sua conta em uma rede social, Zarif afirmou que Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA, tenta adiar a emissão de vistos para a delegação iraniana que participará da Assembleia Geral da ONU, que ocorre na próxima semana. "Uma lição de história, talvez, para meu amigo iniciante: Nelson Mandela esteve na Lista de Observação de Terroristas dos EUA até 2008, 15 anos após receber o Prêmio Nobel da Paz", escreveu o ministro iraniano. O país persa está no centro de uma crise internacional desde que, em meados de junho, aumentou sua produção de urânio enriquecido -material que eventualmente pode ser usado em armamentos nucleares-, quebrando um dos termos do acordo internacional de 2015. O fato se deu em resposta a sanções econômicas impostas meses antes pelos EUA, que em maio de 2018 decidiram abandonar o pacto. Na ocasião, Trump promoveu uma retirada unilateral do acordo, contrariando a vontade de países aliados a Washington e dando início à crise que se estende até agora.  Com esta jogada, o país proibiu seus parceiros de comprarem petróleo iraniano, privando Teerã de uma de suas principais fontes de renda.

  • Na Rocinha, traficantes ameaçam quem jogar lixo nas ruas
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    Na Rocinha, traficantes ameaçam quem jogar lixo nas ruas

    Foto de pistola apontada para cartaz com ameaça circula entre os moradores

  • Ex-candidato a deputado diz que gastou fundo partidário com cerveja
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    Ex-candidato a deputado diz que gastou fundo partidário com cerveja

    Justiça Federal diz que candidato recebeu mais de R$ 1.900 do fundo de campanha

  • Dançarina, Barbara Querino foi presa e condenada sem provas. Agora só quer voltar a dançar
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    Dançarina, Barbara Querino foi presa e condenada sem provas. Agora só quer voltar a dançar

    Na periferia da zona sul de São Paulo, Babiy, aos poucos, retoma a rotina, fala de sonhos e planos, e sobre a sensação de estar presa mesmo em liberdade

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    Marinha americana confirma que vídeos com óvni divulgados em 2017 são reais

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Marinha americana reconheceu que vídeos divulgados por um piloto em 2017 mostrando um objeto não identificado são reais. Na época, o piloto David Fravor registrou imagens de um objeto voador que se movia rapidamente, mas não houve nenhuma declaração oficial sobre o fato.  Agora, a Marinha reconhece que os vídeos não foram manipulados, mas que ainda não é possível dizer do que se trata, ou seja, são óvnis (objetos voadores não identificados). Joe Gradisher, porta-voz da Marinha americana, ainda explicou que os seus pilotos são encorajados a denunciar esse tipo de vídeo para que eles possam investigar do que se tratam os objetos. "Por muitos anos, nossos aviadores não relataram essas incursões por causa do estigma associado a terminologias e teorias anteriores sobre o que pode ou não estar nesses vídeos", disse ele em entrevista à rede americana CNN. "A única maneira de descobrir o que são esses objetos é incentivar os trainees a denunciá-los quando os virem", concluiu o porta-voz.  Trechos de vídeos divulgados entre dezembro de 2017 e março de 2018 mostram um objeto se movendo rapidamente, de um lado para o outro. No áudio, os pilotos conversam tentando entender do que se trata. Em um dos diálogos, um deles diz: "É um drone, cara?", e outro responde: "Meu Deus, ele está voando contra o vento. Olha isso, cara!". O objeto era "branco, retangular, apontava para o norte e se movia de forma irregular", segundo descreveu o piloto David Fravor à CNN na época da divulgação do vídeo.  Ele ainda contou que o objeto mudou de direção rapidamente para o sul e, depois, desapareceu em segundos. Ele não tinha asas e não poderia ser comparado a um helicóptero por causa da rapidez com que se movia.

  • Trump ameaça soltar prisioneiros do Estado Islâmico nas fronteiras europeias
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    Trump ameaça soltar prisioneiros do Estado Islâmico nas fronteiras europeias

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta sexta-feira soltar prisioneiros do grupo Estado Islâmico (EI) nas fronteiras europeias se França, Alemanha e outros países não recuperarem seus cidadãos capturados.

  • Indonésia renuncia a uma lei que castiga sexo fora do casamento
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    Indonésia renuncia a uma lei que castiga sexo fora do casamento

    O presidente da Indonésia, Joko Widodo, pediu nesta sexta-feira (20) a revisão de um projeto de lei polêmico que prevê sentenças de prisão para quem faz sexo sem se casar, ou com pessoas do mesmo sexo.

  • Greve do clima em SP tem partidos e gritos de 'fora Bolsonaro' e 'viva a Amazônia'
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    Folhapress

    Greve do clima em SP tem partidos e gritos de 'fora Bolsonaro' e 'viva a Amazônia'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Centenas de milhares de estudantes e jovens em 150 países foram às ruas para pedir medidas concretas de proteção ao meio ambiente e para mitigação das mudanças climáticas. Em São Paulo, uma das maiores metrópoles do planeta, não foi diferente. Os paulistanos se reuniram na avenida símbolo da cidade para cobrar as autoridades brasileiras.  O evento estava na agenda oficial do prefeito da cidade, Bruno Covas (PSDB), que participaria do protesto acompanhado dos secretários Eduardo de Castro (Verde e Meio Ambiente) e Alexandre Youssef (Cultura). A assessoria da prefeitura, porém, informou que Covas desistiu de participar na última hora. No vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), vendedores ambulantes tentavam emplacar sem sucesso bebida, comida, apitos e capas de chuva, tudo em embalagens plásticas, enquanto manifestantes se reuniam em volta das caixas de som para ouvir pedidos das crianças de proteção ao meio ambiente e ao planeta. Uma garota foi ovacionada por seu pronunciamento: "Enquanto vocês compartilham fake news e rejeitam a ciência, nossa casa pega fogo". Um garoto puxou palavras de ordem contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), "fora Bolsonaro, viva Amazônia", e foi acompanhado pela multidão.  Os protestos foram organizados pela internet após o movimento Greve pelo Futuro, da ONG Fridays for Future, ganhar força em pelo menos uma centena de países. As ações são uma forma de pressão para chamar atenção dos líderes globais que vão se reunir na Cúpula de Ações Climáticas das Nações Unidas, que acontece na próxima semana em Nova York, nos EUA. A presença de sindicatos, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), e partidos políticos, como o PSOL --que tinha jovens entregando folhetos publicitários sobre filiação-- incomodaram manifestantes. Muitos se distanciavam desses grupos.  Entre as reivindicações mais comuns estão a promoção de transporte coletivo para que as pessoas usem menos carros particulares,  informações sobre consumo consciente e mudança de hábitos de alimentares. Larissa Kuroko, 24, do Instituto Akatu, uma ONG de conscientização para o consumo consciente, acredita que a mobilidade é uma peça-chave no combate às mudanças climáticas. Para ela, mais ciclovias na cidade e melhor estrutura de transporte urbano poderiam incentivar os paulistanos a deixarem o carro em casa e usarem transporte público, bicicletas e patinetes. Ela garante que a mudança de hábito é possível.  "Existe uma cultura de consumo, mas podemos reduzir o impacto negativo das mudanças climáticas em todas nossas ações do dia a dia. O Brasil é o país que mais consome carne. Não falo só de virar vegetariano, mas de ter um consumo consciente, reduzir o consumo. É uma mudança de hábito", afirma.  Na avenida Paulista também tinha gente que veio de longe. É o caso do professor de ciências sociais da Universidade Federal do Pará, Alberto Luiz Teixeira da Silva, 60, que chegou em São Paulo na última terça (17) para participar do 11º Congresso do Conselho Latino-americano de Pesquisa pela Paz e foi surpreendido pelo movimento Greve pelo Futuro.  "Estudo o papel dos governos estaduais na Amazônia. Agora vejo que, com a negação do governo, que cortou relações com o Fundo Amazônia, os governadores estão puxando para si a responsabilidade para conseguir ajuda financeira de outros países. O Fundo Amazônia é absolutamente fundamental para proteger a floresta", conta.

  • Assessores do PT que ganharam a Mega-Sena vão doar para a Vigília Lula Livre
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    Assessores do PT que ganharam a Mega-Sena vão doar para a Vigília Lula Livre

    Prêmio de R$ 120 milhões será dividido entre 49 funcionários

  • Por que universidades da Europa estão banindo carne bovina de seus restaurantes
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    Por que universidades da Europa estão banindo carne bovina de seus restaurantes

    Uma das universidades mais antigas do mundo, a Universidade de Coimbra, emPortugal, informou recentemente que vai banir carne bovina de seusrestaurantes a partir de janeiro de 2020

  • EUA exigem saída do país de diplomatas cubanos na ONU
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    EUA exigem saída do país de diplomatas cubanos na ONU

    O governo dos Estados Unidos exigiu nesta quinta-feira (19) que dois diplomatas cubanos credenciados na ONU deixem o país "imediatamente", após acusá-los de participação em "atividades prejudiciais aos interesses nacionais" e de abusar dos privilégios de sua residência.

  • Indonésia reenvia mais de 500 contêineres de lixo a seus países de origem
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    Indonésia reenvia mais de 500 contêineres de lixo a seus países de origem

    A Indonésia se recusou a receber desde julho 547 contêineres de lixo considerados perigosos ou não conformes com a regulamentação e os encaminhará para seus países de origem, anunciaram as autoridades alfandegárias de Jacarta.

  • Aluno de 14 anos esfaqueia professor dentro de CEU em SP
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    Aluno de 14 anos esfaqueia professor dentro de CEU em SP

    Ataque teria acontecido durante 'surto'; adolescente também agrediu outro aluno e a si mesmo

  • Vítimas de Fukushima indignadas com absolvição de ex-executivos da Tepco
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    AFP

    Vítimas de Fukushima indignadas com absolvição de ex-executivos da Tepco

    "Incompreensível" e "horrível" foram algumas das qualificações usadas nesta quinta-feira pelas pessoas retiradas da região da usina nuclear de Fukushima, decepcionadas e furiosas com a sentença que absolveu três ex-executivos da empresa Tepco acusados de negligência diante do risco de tsunami.

  • Diástase pós-parto: Mais de metade das mulheres sofrem desse problema
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    Diástase pós-parto: Mais de metade das mulheres sofrem desse problema

    Ashley Gammon teve tres filhos, um na sequencia do outro, com pouco tempo derecuperaçao

  • Salles termina viagem em Washington com eventos cancelados
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    Folhapress

    Salles termina viagem em Washington com eventos cancelados

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, encerrou sua visita a Washington nesta sexta-feira (20) depois de parte de seus compromissos ser cancelada de última hora. Salles, que havia chegado na quarta-feira, viaja no sábado pela manhã para Nova York. Na quinta-feira, o ministro previa se encontrar com o líder do CEI (Competitive Enterprise Institute), um controverso órgão que questiona o aquecimento global. Foi cancelado. Foi anulada também sua entrevista com a Bloomberg na sexta. Um de seus encontros de mais prestígio, no Departamento de Estado, igualmente não se concretizou. Em todos os casos a assessoria falou em conflito de agenda e ressaltou o "dinamismo" do cronograma.  No caso do Departamento de Estado, o ministério disse que os interlocutores americanos foram convocados para um encontro de emergência no Departamento de Defesa. A entidade americana não confirmou à reportagem. Salles, por outro lado, esteve no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), um evento que não estava previsto na agenda inicial. Foi ali que o ministro fez o principal anúncio de sua visita a Washington -os planos de criar um novo fundo para a Amazônia. Ainda não há, porém, informação de montante ou de que países vão participar dele. Salles sentou-se no Wilson Center -a portas fechadas, como o restante de sua agenda- com representantes de organizações voltadas à conservação do ambiente. Foram convidados, entre outros, as entidades Conservation International, World Wildlife Fund e Nature Conservancy. O ministro também esteve na Câmara de Comércio dos Estados Unidos, na EPA (agência americana de proteção ambiental), no jornal Wall Street Journal e na agência de notícias Associated Press. Ele almoçou, ademais, com um representante da Bayer na embaixada brasileira. A agenda de Salles mesclava, assim, acenos a investidores e reuniões com formadores de opinião, em um momento em que o Brasil enfrenta duras críticas quanto a sua gestão da crise ambiental. Devido ao aumento nas queimadas e no desmatamento na Amazônia, manifestantes protestaram contra a chegada de Salles. Membros do Greenpeace e do Amazon Watch chamaram o ministro de "terrorista" e de "traidor" na entrada da câmara. A passagem dele por Nova York, a partir de sábado, deve ser delicada. Ali, ele se une à comitiva presidencial na Assembleia-Geral da ONU, que começa já na terça-feira. Há ansiedade quanto ao desempenho do Brasil naquele evento, diante da pressão exercida por países como França e Alemanha. O presidente francês, Emmanuel Macron, já sugeriu que o Brasil merece um líder melhor, após trocar farpas com Jair Bolsonaro (PSL). A crise na Amazônia é um dos maiores desafios do governo Bolsonaro. Segundo dados do Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o desmatamento na Amazônia aumentou 222% em agosto deste ano em comparação com o mesmo período em 2018. Em um episódio dramático, a fumaça das queimadas -somada à de outros países na região- fez São Paulo anoitecer de dia, às 15h. Bolsonaro, no entanto, acusou ONGs de promover queimadas, sem oferecer qualquer evidência nesse sentido. Seu discurso e a proximidade de membros de seu governo a setores interessados na exploração da Amazônia são fatores que motivam críticas quanto a sua política ambiental.

  • 'Ninguém vai brigar com ninguém', diz Bolsonaro sobre discurso na ONU
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    'Ninguém vai brigar com ninguém', diz Bolsonaro sobre discurso na ONU

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Poucos dias antes de embarcar para participar da Assembleia Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (19) que não pretende "brigar com ninguém" na reunião dos líderes mundiais em Nova York.  "Ninguém vai brigar com ninguém lá, pode ficar tranquilo", disse o presidente, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. "Vou apanhar da mídia de qualquer maneira, mas eu vou falar como anda o Brasil nessa questão [ambiental]", acrescentou.  Tradicionalmente, o presidente brasileiro abre a série de discursos de chefes de estado da Assembleia Geral da ONU. A participação de Bolsonaro está prevista para terça-feira (24).  A promessa de que não vai "brigar com ninguém" na ONU ocorre após Bolsonaro ter protagonizado um embate público com o presidente francês, Emmanuel Macron, sobre os incêndios na região amazônica e a crise ambiental que o Brasil enfrenta.  Sem mencionar diretamente outros países ou chefes de governo, Bolsonaro afirmou que há nações interessadas em utilizar a onda de queimadas na Amazônia para "desgastar a imagem do Brasil". "Para ver se cria um caos aqui. Para quem se dar bem? O pessoal lá de fora. Se a nossa agricultura cair é bom para países outros que vivem disso", declarou o presidente. Desde que retornou de São Paulo, na segunda-feira (16), após se submeter a uma cirurgia no último dia 8 de setembro, o presidente tem permanecido no Palácio da Alvorada por recomendação médica. O governo havia anunciado que Bolsonaro realizará exames nesta sexta-feira (20) para definir se o mandatário está em condições clínicas para realizar a agenda internacional. No entanto, na quarta-feira (18) o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, garantiu "100%" que a viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos vai ocorrer -embora uma passagem pelo Texas e reuniões bilaterais com outros chefes de governo tenham sido canceladas, também com justificativas médicas. Bolsonaro dedicou boa parte da transmissão desta quinta ao discurso que deve realizar na Assembleia Geral.  Ele contou que deve reafirmar a soberania do Brasil sobre a Amazônia e disse que combater os incêndios numa região de tão grandes proporções é algo "complicado".  Também reconheceu que deve ser cobrado em seu discurso -auxiliares do presidente temem que ele seja alvo de algum tipo de protesto após a troca de críticas públicas com países europeus.  "Nós iremos semana que vem para Nova York, na ONU, vou fazer um pronunciamento lá. Está na cara que eu vou ser cobrado, porque alguns países me atacam de forma bastante virulenta, [dizem] que eu sou responsável pelas queimadas no Brasil", argumentou.  "Nós sabemos [por] dados oficiais que queimada tem todo o ano, infelizmente, quer que eu faça o quê? Por uma questão de tradição, o caboclo toca fogo no seu roçado para plantar alguma coisa no tocante à sobrevivência. O índio faz a mesma coisa e tem aqueles que fazem de forma criminosa também. Agora, como combater isso, sem meios, na região amazônica, que é maior do que a Europa ocidental? É complicado isso aí, não é fácil. A gente faz o possível", disse o presidente.  Bolsonaro afirmou ainda que alguns países europeus querem que ele demarque mais reservas indígenas e terras quilombolas, uma política que o presidente já declarou diversas vezes ser contrário.  "Alguns países, com dinheiro para o Fundo Amazônia, estavam comprando a nossa Amazônia", concluiu o mandatário, sem apresentar provas que embasem essa afirmação.

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    Homem é torturado com choques em mercado de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Amarrado, amordaçado com um fio de náilon e com a calça abaixada, um homem grita sentado no chão ao longo de uma sessão de tortura. A vítima é colocada nas dependências de uma unidade do supermercado Extra, no Morumbi, bairro nobre da zona oeste de São Paulo. Seus torturadores são seguranças de uma empresa terceirizada responsável por fazer a proteção de clientes, funcionários e dos produtos à venda nas gôndolas. Tudo foi filmado e as cenas de violência que chocam pararam nas redes sociais. Esta é a segunda denúncia de prática de tortura em menos de um mês registrada num supermercado da capital paulista. A primeira vítima, um adolescente de 17 anos, também foi amarrado, amordaçado, despido e chicoteado após tentar furtar barras de chocolate do supermercado Ricoy, em Vila Joaniza, na periferia da zona sul da capital. Os agressores filmaram parte da sessão de tortura. Ameaçada por eles, a vítima não pôde ficar na casa de um de seus seis irmãos e foi abrigada num centro de proteção para crianças e adolescentes em vulnerabilidade social da prefeitura. Os seguranças David de Oliveira Fernandes, 37, e Waldir Bispo, 49, são acusados na Justiça dos crimes de tortura, cárcere privado e divulgação de imagens de nudez. Em fevereiro deste ano, um jovem negro foi morto numa filial do Extra no Rio após ser imobilizado por um segurança. No novo caso de tortura registrado na loja do Extra, as imagens que circulam pelas redes sociais mostram a vítima sendo intimidada e obrigada a repetir frases enquanto é espancada. "Galera, não rouba mais no Extra Morumbi" e "Eu errei e me ferrei" são algumas delas. Em todo instante, o agressor ordena: "Dá a mão". Com as palmas das mãos viradas para cima e estendidas na direção do agressor, o homem recebe choques e treme de dor. Em outro momento, a vítima aparece com uma corda amarrada no pescoço e é espancada com o que parece ser um cabo de vassoura. No cômodo onde a sessão de tortura é filmada aparecem o agressor e mais duas pessoas. Apenas um deles foi identificado e afastado das funções até o final das investigações realizadas pelo próprio Extra. Não se sabe como as agressões terminaram e nem a identidade da vítima, cujo paradeiro também é desconhecido. A reportagem apurou que o homem foi torturado após ser pego tentando furtar um pedaço de carne do Extra. O caso teria ocorrido no início de 2018, mas as imagens só foram divulgadas agora. A Polícia Civil instaurou inquérito na quinta (19). A tortura é um crime inafiançável, imprescritível e não pode ser perdoado nem mediante indulto pela Presidência da República. Segundo Rogério Sottili, diretor do Instituto Vladimir Herzog, a tortura está ligada aos processos de fundação do Brasil. "O país se fez nação com o extermínio de nações indígenas. Depois disso, passamos por duas ditaduras. Quando o governo não faz um processo de reparação e Justiça adequado, o que isso sinaliza? Que tudo pode. A violência passa então a ser uma tática naturalizada de poder." Ariel de Castro Alves, advogado e conselheiro do Condepe (conselho estadual de direitos humanos), analisa que, se na ditadura militar (1964-1985), a tortura era um mecanismo usado por questão ideológica, hoje "é um instrumento contra pessoas pobres da periferia. É uma questão mais social". Por isso, diz Alves, o número real de pessoas torturadas após envolvimento em pequenos furtos não está nas estatísticas oficiais. "A subnotificação é grande nesses casos porque as próprias vítimas ficam com medo da denúncia. São pessoas em situação de rua, usuárias de drogas e que praticam pequenos furtos para comer ou trocar por droga", diz ele. Para Alves, o problema precisa ser combatido com treinamento constante dos seguranças e fiscalização das empresas do ramo. Supermercado diz investigar ocorrido e ter afastado agressor OUTRO LADO O Extra informou que soube dos fatos no dia 12 de setembro e que, imediatamente, iniciou uma apuração interna para investigar o ocorrido e tomar as providências necessárias. "A rede lamenta profundamente que tal comportamento possa ter ocorrido em uma de suas unidades, uma vez que proíbe o uso de qualquer tipo de violência, por meio de suas políticas internas", disse. O supermercado, parte do Grupo Pão de Açúcar, afirmou ainda que desligou o funcionário responsável pela área de prevenção da loja Morumbi e que afastou a empresa e os seguranças dela até a conclusão da investigação interna. Acrescentou também que, independentemente do resultado da investigação, nada justifica um ato como esse e a empresa tem integral interesse na apuração dos fatos. A empresa de segurança Comando G8, que fazia os trabalhos de segurança no Extra Morumbi, disse que registrou um boletim de ocorrência no dia 13 deste mês. "A empresa não compactua com esse tipo de atitude e não aceitará esse comportamento de nenhum de seus 7.200 colaboradores, que passam constantemente por treinamentos, avaliações técnicas e psicológicas a cada 12 meses", segundo trecho de nota. A Comando G8 ainda afirmou estar à disposição das autoridades para que o caso seja solucionado o mais breve possível.