África do Sul testemunha saques e violência após audiência de ex-presidente Zuma

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Militares patrulham perto de loja saqueda em Soweto, na África do Sul

JOANESBURGO (Reuters) - Pessoas saquearam lojas e lançaram pedras contra a polícia nesta terça-feira, e protestos violentos desencadeados pela prisão do ex-presidente Jacob Zuma se espalham pela África do Sul há dias.

Os militares se prepararam para enviar 2.500 soldados, já que os policiais em número menor pareciam incapazes de evitar ataques a pontos comerciais de KwaZulu-Natal, província de origem de Zuma, e na província de Gauteng, onde se localiza a cidade de Johanesburgo, a maior do país.

Ao menos 30 pessoas já foram mortas nos tumultos que começaram na semana passada, quando Zuma se entregou às autoridades.

Zuma, de 79 anos, foi condenado no mês passado por desafiar uma ordem de um tribunal constitucional para cooperar com um inquérito que investiga corrupção de alto nível durante seus nove anos no governo, encerrados em 2018.

(Por Tim Cocks e Alexander Winning; reportagem adicional de Wendell Roelf na Cidade do Cabo e Tanisha Heiberg em Joanesburgo)

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