É caro comer fora? Veja como gastar menos em restaurantes

Camilla Muniz
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Restaurantes costumam divulgar promoções em seus perfis nas redes sociais

Em tempos de crise, comer fora — por lazer ou necessidade no dia a dia — pode ter grande impacto no orçamento. Para quem frequenta restaurantes, alguns truques são bastante úteis para diminuir a despesa e impedir que o hábito acabe virando exceção. Acostumado a sair para fazer refeições com os amigos ou a família de duas a três vezes por semana, o analista de sistemas Gilberto Carneiro, de 51 anos, conhece várias estratégias para economizar. Uma delas é usar aplicativos que oferecem cashback (parte do dinheiro de volta) para pagar a conta.

— Hoje, muitos restaurantes aceitam pagamento eletrônico. Dependendo do estabelecimento e do dia da semana, o retorno varia. Eu vejo no aplicativo quais são os que estão dando maior desconto e me programo para ir a esses — conta Carneiro, um dos "caçadores de ofertas" do "Qual oferta", plataforma dos jornais EXTRA, O Globo e Expresso que reúne, no impresso e no digital, as melhores promoções de supermercados, drogarias e lojas de departamento de Rio e Grande Rio.

Na era digital, a tecnologia é uma aliada do bolso. Ficar atento às redes sociais dos restaurantes é uma forma prática de se informar das promoções. Além disso, a fidelização de clientes vem migrando dos cartões de papel para os aplicativos. Estabelecimentos que dão benefícios, como uma refeição grátis, após um determinado número de visitas estão abandonando a marcação manual nas cartelinhas e adotando meios eletrônicos para isso. Nesses casos, vale a pena instalar a plataforma no telefone celular.

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Olhar as ofertas em sites de cupons de descontos são mais uma opção para quem tem o hábito de comer fora. Há ainda aplicativos — dos próprios restaurantes ou de clubes de gastronomia — que concedem vantagens para clientes que fazem reservas. Em geral, é um abatimento no valor do prato principal, ou uma sobremesa ou uma entrada gratuita.

A economia é maior quando existe planejamento. Como pesquisa os preços antes de sair de casa, Gilberto Carneiro fica tranquilo quando chega ao restaurante e não se priva de fazer pedidos.

— Eu já sei quanto posso gastar ali — diz o analista de sistemas, que dá preferência a ir a restaurantes em dias úteis: — É mais vantajoso economicamente. As promoções costumam ser melhores, e o atendimento também, porque os lugares não estão cheios.

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Em longo prazo, planejar as saídas para comer pode fazer muita diferença no orçamento, principalmente para quem trabalha e faz refeições fora diariamente.

— Se a pessoa economizar dois reais por dia, por exemplo, ela terá poupado 500 reais ao fim do ano. Dá para fazer bastante coisa com essa quantia — enfatiza a planejadora financeira Adriana de Lucca.

Confira, abaixo, mais dicas para gastar menos em restaurantes:

- Se você fizer parte de algum clube de vantagens, verifique se há restaurantes entre os parceiros do programa. Muitas vezes, membros têm direito a descontos ou a algum item gratuito, como entrada, bebida ou sobremesa.

- Quando sobrar comida, peça para embrulhar e leve para casa. Já está pago e é direito seu.

- Aniversariantes costumam ter benefícios quando fazem comemorações em restaurantes. Antes de escolher um estabelecimento, é importante entrar em contato com todas as opções e se informar sobre as vantagens. Negocie se podem dar uma torta gratuita ou descontos para todos da mesa, por exemplo.

- A bebida é um dos itens que mais encarecem a conta em restaurantes. Se você gosta de beber algo enquanto come, sempre que possível, faça o pedido só quando a comida chegar à mesa. Caso precise fazer uma economia mais drástica, corte a bebida das refeições fora de casa.

- Meça sua fome ao decidir onde vai comer. Pessoas que comem mais devem privilegiar estabelecimentos que oferecem rodízios ou pratos comerciais. Quem tem menos apetite se favorece ao optar por restaurantes a quilo. Não fazer esse tipo de adequação pode deixar a conta mais cara.

- Em bufês a quilo, é comum encontrar pratos muito grandes, o que deixa a pessoa com a sensação de prato vazio mesmo quando já há bastante comida nele. Observe bem o tamanho do utensílio e tome cuidado para só pegar a quantidade que já está acostumado a ingerir.

- Olhe todas as opções de comida do restaurante a quilo antes de começar a fazer o prato. Assim, é possível fazer escolhas mais inteligentes e econômicas. Inicie pelas saladas, que são leves, e evite carnes com ossos e preparações com molho, que pesam mais.

- Alguns restaurantes que servem almoço têm preços mais baixos fora do período de maior movimento. Caso você tenha horário flexível para comer, opte por sair mais cedo ou mais tarde do que a maioria das pessoas. A economia pode chegar a 30% do valor normal, ressalta a planejadora financeira Adriana de Lucca.

- Avalie a possibilidade de dividir o prato com outras pessoas da mesa. Ao fazer o pedido, pergunte ao garçom o quão bem servida é a porção.

-  Informe-se no restaurante se há promoções do dia ou menus executivos em que se paga um preço fixo por entrada, prato principal e sobremesa. Em geral, essas opções saem por valores mais em conta.

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Caixa Econômica Federal sorteou neste sábado (22), o concurso 2.236 da Mega-Sena e vai pagar R$ 190 milhões ao ganhador. Os números sorteados foram: 07 - 20 - 38- 43 - 45 - 53 Em 2020, ainda ninguém acertou as seis dezenas em concurso regular da Mega. Com exceção da Mega da Virada, a última vez que a loteria teve um ganhador foi em 19 de dezembro, no concurso 2.218. Um apostador levou sozinho R$ 40 milhões. Aposta A aposta simples custa R$ 4,50 e pode ser feita nas casas lotéricas até as 19h do dia do sorteio. Ela também pode ser realizada pelo site da Caixa Econômica Federal (www.loteriasonline.caixa.gov.br), com aposta mínima de R$ 30 para quem não é correntista do banco. A probabilidade de acerto das seis dezenas é um a cada 50 milhões. Já estão abertas as apostas para a Mega da Virada, que poderá pagar R$ 300 milhões. As apostas também podem ser feitas nas lotéricas. O valor é o mesmo de uma aposta simples.

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    Cientistas descartam que coronavírus tenha origem em mercado em Wuhan

    Pesquisadores na China afirmam que estudos genéticos mostram que o novo coronavírus não teve origem em um mercado de frutos do mar em Wuhan, na província de Hubei, como suspeitava-se inicialmente.O Jardim Botânico Tropical Xishuangbanna da Academia Chinesa de Ciências publicou em seu site na internet os resultados de estudos conjuntos com pesquisadores de universidades do país.Eles afirmam ter analisado dados genéticos de 93 amostras do vírus coletadas em 12 países.Segundo os resultados, o vírus encontrado no mercado em Wuhan espalhou-se rapidamente a partir daquele local, mas teria vindo originalmente de um outro lugar.Os pesquisadores afirmam que a conclusão que descartou o mercado como epicentro da epidemia é baseada na análise do momento em que os pacientes ficaram doentes.O grupo acrescenta que houve aparentemente duas ocasiões em que o vírus se alastrou, primeiro em 8 de dezembro e de novo em 6 de janeiro. De acordo com o estudo, transmissões entre humanos podem ter tido início no começo de dezembro ou até mesmo no fim de novembro.Ainda segundo os pesquisadores, caso um alerta amplo e significativo tivesse sido feito logo após o crescimento no número de casos no início de janeiro, o alastramento das infecções pelo mundo que acabou ocorrendo a partir do fim daquele mês poderia ter sido menor. MortesAutoridades sanitárias chinesas anunciaram neste domingo (23) que mais 97 pessoas morreram após serem infectadas pelo novo coronavírus. Com a atualização, o número total de mortes causadas pela doença na China continental chegou a 2.442. A maioria das vítimas morava na província de Hubei.Ao mesmo tempo, outras províncias chinesas reduziram o nível de emergência de saúde pública após notarem uma queda no número de novos casos.No sábado (22), a província de Liaoning, no nordeste chinês, anunciou que baixou o nível de 1, o patamar mais perigoso, para 3 em uma escala onde o número 4 é o menos grave. O governo de Liaoning disse que nenhum caso novo do vírus foi detectado desde segunda-feira (17).O novo coronavírus já se espalhou para cerca de 30 países e territórios pelo mundo.

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    Folhapress

    Com nova Tabata, PDT quer utilizar eleição para se redimir com esquerda

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A diferença vai muito além da letra "h", dizem os dirigentes do PDT (Partido Democrático Trabalhista) sobre a quase homônima da deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) que será lançada candidata à Câmara Municipal de São Paulo neste ano. A aspirante a vereadora Thabata Ganga, 26, honrará a ideologia da legenda e assumirá a defesa dos trabalhadores, segundo a cúpula da sigla -a mesma que acusou a parlamentar federal de fazer o oposto disso quando votou a favor da reforma da Previdência. A "Tabata do bem", como a novata em disputas eleitorais foi apelidada nos bastidores, simboliza uma demanda do PDT para o pleito de outubro: a de apresentar jovens comprometidos com a história do partido, cujas referências maiores são Getúlio Vargas e Leonel Brizola. O plano é que 30% dos 83 postulantes a vereador na capital paulista tenham abaixo de 35 anos, formando a bancada da "juventude trabalhista". Nas ruas e redes, eles deverão contar com o reforço do ex-presidenciável Ciro Gomes. No grupo de pré-candidatos estão também o presidente da Juventude Socialista (o núcleo de jovens do partido), Gabriel Cassiano, 23 -que atuou para filiar Amaral em 2018-, e Leticia Gabriella, 24 -que participou ativamente da campanha da hoje deputada, como assessora de comunicação. Pupilo de Ciro, Cassiano agora se coloca como um "anti-Tabata", no que diz respeito a alinhamento com a pauta trabalhista. Leticia é do bloco dos que se decepcionaram com a parlamentar que, aos 24 anos, foi a sexta mais votada do estado. Ela recebeu 264.450 votos (quase metade disso na capital). Mesmo rompida com a sigla e em litígio judicial para tentar se desfiliar sem perder o mandato, a deputada deve pautar indiretamente a campanha municipal do partido. Tida como símbolo de renovação da legenda, e rapidamente cotada para disputar a Prefeitura de São Paulo, Amaral caiu em descrédito para parte da esquerda ao se mostrar favorável à reforma previdenciária, no ano passado. A chapa de candidatos a vereador passou então a ser tratada pelos pedetistas como uma oportunidade de reconciliação com a parcela do eleitorado frustrada pelo apoio da parlamentar à bandeira do governo Jair Bolsonaro (sem partido). O PDT não tem nenhum representante na atual legislatura da Câmara Municipal. "Não gosto disso de 'do bem' ou 'do mal'. Prefiro dizer que sou a 'Tabata diferente'", diz Ganga, ela própria uma eleitora arrependida de Amaral. A pré-candidata, no entanto, tem lá suas semelhanças com a original: além de ser mulher e jovem, atua na educação e usará esse tema e a ciência como motes de campanha. Ex-militante do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e engajada em causas estudantis, a engenheira biomédica se aproximou do PDT em 2018. Já no início, a coincidência do nome chamou a atenção e suscitou a ideia de encarar as urnas. Finalmente convencida, ela se filiou no início deste ano. Uma ala chegou a defender que Ganga mudasse o nome para concorrer ou usasse só o sobrenome. "Mas o Ciro me disse para não ter vergonha do meu nome e mostrar que não sou igual a ela", conta. "Sou trabalhista e sou de esquerda." Segundo Cassiano, "o PDT entendeu que é hora de buscar [candidatos] dentro, e não fora". No partido desde 2017, o aluno de economia da PUC-SP é aposta dos pedetistas e tem reivindicado para si o papel de antagonista de Amaral. Sua fala faz menção aos caminhos que a outrora correligionária percorreu para chegar à sigla. Fundadora do movimento Acredito, pró-renovação política, e aluna do RenovaBR, iniciativa privada para formação de candidatos, ela se filiou no limite do prazo da Justiça Eleitoral, em abril de 2018. Cassiano, que se candidatou a deputado estadual em 2018 e teve 10.338 votos, também foi apadrinhado pelo RenovaBR. O programa se declara neutro, e o universitário diz que a participação não mudou seu pensamento. O PDT passou a impedir integrantes de entrar em iniciativas do tipo. Leticia, que trabalhou na campanha de Amaral, se afastou dela. "Ela foi considerada traidora, mas não houve um incentivo dos líderes do partido para fomentar ataques. Foi algo da militância", afirma. Negra e moradora da periferia, a estudante de direito e ativista da Educafro (ONG de educação de negros) se filiou à sigla em 2019. "Ela [Amaral] errou na Previdência. Foi uma medida que atingiu toda a classe trabalhadora", critica. Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi diz que a sigla teve "uma belíssima experiência" com Tabata, "que começou muito bem". "Mas ela mudou a rota no meio do caminho, votou contra a própria origem." Lupi afirma que haverá esforço para se certificar de que os novos candidatos estejam afinados com a legenda, embora o controle total seja impossível. "É muito difícil [prever desvios]. Se existisse antídoto contra traição, nenhum casal se separaria no mundo." Procurada pela reportagem, Amaral não quis comentar as articulações eleitorais do PDT. Ela sempre falou que o partido foi sua escolha, sobretudo, pela preocupação com educação. O processo que move no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra a legenda terá a primeira audiência em 5 de março. Na ação, ela alega perseguição; o PDT a acusa de infidelidade partidária, por desobedecer ao fechamento de questão contra a reforma. Na eleição municipal em São Paulo, a deputada apoiará candidatas egressas do Vamos Juntas, movimento que criou para estimular a presença feminina na política.

  • Frente a motim, governo Bolsonaro articula nova lei orgânica para as PMs
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    Folhapress

    Frente a motim, governo Bolsonaro articula nova lei orgânica para as PMs

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo Jair Bolsonaro articula com representantes de associações de policiais militares uma proposta de lei orgânica. A medida é uma das pautas prioritárias da classe há anos. Hoje, as reivindicações dos agentes de segurança estão no centro do debate político nacional. No Ceará, para onde o governo federal enviou as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança, há paralisação de PMs desde terça (18). Nas primeiras 48 horas de motim, 51 pessoas foram assassinadas -uma por hora. Na quarta-feira (19), PMs amotinados alvejaram o senador licenciado Cid Gomes (PDT) com dois disparos. Ele tentou invadir um quartel com uma retroescavadeira. Em ao menos outros oito estados, como Alagoas, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, já há sinais de insatisfação nas tropas. Com o projeto de lei, o governo quer estabelecer padrões de conduta e unificar a estrutura das Polícias Militares em todo o Brasil. Hoje, elas são regulamentadas por um decreto de 1983. As normas em vigor definem a hierarquia das corporações, estabelecem a conduta das atribuições ostensiva e preventiva dos agentes e o código de ética, por exemplo. O decreto, porém, é sobreposto por regras estaduais. O resultado é que não há uniformidade na estrutura das polícias do país. Por isso, os PMs querem uma legislação de iniciativa do Executivo e usam como justificativa a necessidade de regulamentar parágrafo do artigo 144 da Constituição, segundo o qual uma lei definirá o "funcionamento dos órgãos de segurança pública". O debate sobre a proposta se estende desde o ano passado. PMs compõem importante base eleitoral de Bolsonaro desde o tempo em que o capitão reformado era deputado federal. A influência da categoria no governo preocupa em razão do discurso de enfrentamento de Bolsonaro ao Congresso e ao Judiciário. O receio é que o apoio do presidente inflame os ânimos e provoque uma escalada da violência no atual cenário. Enquanto isso, policiais tentam emplacar pautas corporativistas no Congresso com apoio do Executivo. Além da lei orgânica, Bolsonaro quer ampliar o escopo das causas excludentes de ilicitude, o que ampliaria as situações em que agentes que matassem em serviço estariam isentos de punição. A proposta enfrenta resistência. Sobre as novas normas para as PMs, as discussões se dão no âmbito do Ministério da Justiça e Segurança Pública, de Sergio Moro. O comandante-geral da PM de Santa Catarina, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes, tem participado de reuniões com a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública). Segundo líderes dos policiais, a ideia é enviar um substitutivo a um projeto de lei que tramita hoje na Câmara. A proposta, de 2001, é considerada obsoleta pelos PMs. A meta é encaminhar o novo projeto até abril. "A lei orgânica estabelecerá padrões nacionais, propiciando que as Polícias Militares, sem perder sua natureza estadual, se alinhem mais fortemente a um conjunto de doutrina, princípios, conceitos e características mínimas nacionalmente", diz Araújo. À frente da empreitada dos PMs, o coronel ainda preside o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais. Para defender sua causa, Araújo cita como exemplos de comparação a Lei Orgânica da Magistratura e a do Ministério Publico. Com a sua lei orgânica, policiais dizem acreditar que terão mais autonomia diante dos governadores. As discrepâncias justificariam os pleitos. Em 13 estados, exige-se diploma em direito para que um oficial (tenente) ingresse na corporação. Em seis, o pré-requisito é ter ensino superior. Em sete, basta ensino médio completo. O mesmo ocorre em relação à entrada de um praça (soldado), a patente mais baixa da hierarquia militar. Dez estados exigem o ensino superior para o ingresso. A tendência é uniformizar a necessidade de ensino superior como pré-requisito, com um período de transição. Isso pode impactar os soldos e as contas de estados. Outra proposta em estudo é criar a figura do general da PM, que teria duas estrelas, e valeria para comandantes e subcomandantes de tropas. Hoje, só há generais nas Forças Armadas. Eles acumulam até quatro estrelas. Uma outra medida que deverá ser incluída na proposta é a previsão de dar o chamado poder de polícia administrativa a todas as PMs. "Trata por exemplo da capacidade de avaliar, organizar e fiscalizar atividades no espaço público, por meio de licenças e multas, sem necessariamente criminalizar os infratores e suas condutas", diz Araújo Gomes. "[A proposta] Reduz a judicialização, a criminalização, o uso da força e fortalece a polícia comunitária e de proximidade", afirma o comandante da PM de Santa Catarina. Hoje, essa prerrogativa varia de estado para estado. As propostas, porém, não são unânimes entre os PMs, principalmente entre os praças. Presidente da Associação Nacional de Entidades Representativas de Policiais Militares e Bombeiros Militares, sargento Leonel Lucas é favorável à diminuição das patentes das polícias. Hoje, há quatro para praças -soldado, cabo, sargento e subtentente- e cinco para oficiais -tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel. Para ele, o ideal seria que houvesse apenas as figuras de soldado, sargento e capitão. Na Câmara, o projeto de lei vai ser discutido sob a liderança do deputado Capitão Augusto (PL-SP). O congressista disse que tem articulado a aprovação da matéria com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia criou, em dezembro, uma comissão especial para analisar o projeto de 2001, que será substituído. Oito partidos já indicaram membros para o colegiado. Capitão Augusto reivindica a relatoria da proposta. Já Lincoln Portela (PL-MG) deverá presidir a comissão. O capitão já conversou com Moro sobre o assunto. Segundo ele, o ministro colocou a Senasp à disposição. De antemão, Capitão Augusto defende estabelecer o ensino superior como pré-requisito para a entrada na PM. "O estado de São Paulo, a maior polícia do Brasil, não exige curso superior, nem para praças nem para oficiais", diz. "Nossa preocupação é com qualidade [dos PMs], e não com quantidade." Essa medida, porém, também não é consenso entre os policiais.

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    Declarações de Doria ‘contribuem para o aumento da letalidade policial’

    Primeiro ouvidor a não ser reconduzido desde que cargo foi criado, há 25 anos, Benedito Mariano afirma que incomodou o governador por sua ‘forma atuante’ de trabalhar

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    Marco Feliciano diz que Witzel 'tornou ilícito' religioso 'pregar que homossexualismo é pecado', mas lei veda punições a templos

    Deputado afirmou no Twitter que governador do Rio 'fez o que nenhum esquerdopata teve coragem até hoje' através de regulamentação de lei de 2015

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    Fundação concede subsídio a mulheres jornalistas para estudar no MIT

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Fundação Internacional das Mulheres na Comunicação Social (IWMF) está com inscrições abertas para a bolsa Elizabeth Neuffer destinada a jornalistas que cobrem direitos humanos e justiça social. O fundo homenageia a jornalista que venceu, em 1998, o prêmio Coragem em Jornalismo da IWMF e morreu no Iraque em maio de 2003, quando era correspondente do Boston Globe. As bolsistas passarão um semestre no centro de estudos internacionais do MIT e na Redação do Boston Globe. Durante seu período em Cambridge, é possível participar de aulas, seminários e eventos e realizar pesquisas em outras universidades locais, incluindo Harvard. Após esse semestre, as jornalistas passam dois meses na Redação do New York Times. Jornalistas do mundo todo podem participar. Para se candidatar, é preciso ter pelo menos três anos de experiência, domínio da língua inglesa e trabalhar em algum veículo de mídia. As candidatas precisam enviar uma mini biografia, um currículo, uma carta de interesse e uma de objetivos para realizar durante a bolsa, dois exemplos de trabalhos que envolvam direitos humanos e justiça social e duas cartas de recomendação. Além de um subsídio mensal, a bolsa cobre passagem aérea, transporte e alojamento. As inscrições vão até 27 de fevereiro.

  • Trump diz que assinaria acordo de paz com os talibãs
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    O presidente americano Donald Trump afirmou neste domingo que assinaria um acordo de paz com os talibãs caso as negociações para acabar com 18 anos de guerra no Afeganistão alcancem este ponto.

  • 'Respeitamos o Legislativo, mas quem executa o Orçamento somos nós', diz Bolsonaro
    Notícias
    O Globo

    'Respeitamos o Legislativo, mas quem executa o Orçamento somos nós', diz Bolsonaro

    Presidente se queixou de repercussão de sua 'brincadeira' com cearense

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    AFP

    Bernie Sanders interviria militarmente se a China atacasse Taiwan

    O atual pré-candidato democrata e favorito à indicação do partido para a eleição presidencial dos Estados Unidos, Bernie Sanders, afirmou que interviria militarmente contra a China se Pequim atacasse a ilha de Taiwan, numa entrevista transmitida neste domingo.

  • Luma de Oliveira diz que não tem saudades de desfilar e assiste desfiles na frisa da Sapucaí
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    Luma de Oliveira diz que não tem saudades de desfilar e assiste desfiles na frisa da Sapucaí

    Luma de Oliveira é uma das mais ovacionadas e requisitada na Avenida nesta primeira noite de...