'É importante valorizar a nossa cultura', comenta rainha da Portela sobre polêmica de falta de samba no pé de 'rival'

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Ser ou não ser da comunidade: eis a questão. Nascida e criada em Madureira e à frente da bateria da Portela há seis anos, Bianca Monteiro comentou a polêmica envolvendo Thay Magalhães, alçada ao posto de rainha de bateria da Paraíso do Tuiuti, e Mayara Lima, princesa e cria da comunidade. Thay foi alvo de críticas por falta de samba no pé.

— Acho que é muito importante valorizar a nossa cultura. Quando a gente exige a questão do samba no pé, é sobre isso. Não é que a pessoa precisa nascer sabendo sambar, ela precisa valorizar e aprender. Da mesma forma que a gente se dedica a vida toda ensaiando, treinando, vivendo, a gente quer que as pessoas também tenham esse carinho. Não é só chegar e passar e acabou. Isso é ruim para a escola, ruim para quem assiste, para a história do carnaval — comentou Bianca.

Para ela, “estamos vendo uma revolução, com várias pessoas querendo ter aula de samba, aprendendo a cultura, sobre o carnaval e o samba-enredo”:

— É mais ou menos onde a gente precisa chegar. Não é só estar à frente da bateria, é entender a escola toda. Ir até o barracão e entender quem cola, quem trabalha, quem costura. Tratar o posto e a comunidade com respeito. Você não representa só uma bateria, você representa uma comunidade.

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