De 1998 a 2022, Jojo Todynho comenta as Copas do Mundo de sua vida e celebra sucesso como comentarista

Sucesso nos últimos dias como comentarista do "Central da Copa", da TV Globo, Jojo Todynho está confiante no bom desempenho do Brasil no Mundial do Catar.

— Copa do Mundo é um momento de união, em que o Brasil todo vibra junto. Estou na esperança de que esse hexacampeonato vai vir, em nome de Jesus! Neymar Júnior, meu “amiguíssimo” e jogador favorito, é uma pessoa maravilhosa. Não vai decepcionar.

Em seus 25 anos, a flamenguista nascida e criada em Bangu, na Zona Oeste do Rio, já experimentou seis Copas do Mundo. A pedido do EXTRA, a carioca relembra todas elas. E não esconde a sua empolgação com a atual, a sétima de sua vida, certa de que o hexacampeonato da seleção brasileira vem por aí.

— Eu gosto muito de futebol, mas só pra assistir. Na prática, a minha relação com os esportes vai mais para o lado da luta. A vida toda eu pratiquei luta greco-romana e muay thai.

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Confira as lembranças de Jojo a cada quatro anos de Mundial:

Em 1998, com 1 aninho: “Sempre fui uma bebê risonha. Minha avó conta que eu ficava a madrugada toda acordada, esperando meu pai chegar do trabalho. Ele era segurança e virava a madrugada trabalhando”.

Em 2002, com 5 anos: “Eu lembro que a minha tia ia me buscar cedo na escola para assistir ao jogo do Brasil. Sempre fui uma criança muito autêntica, gostava de brincar, de dançar. Mas minha tia só deixava depois que fizesse o trabalho do colégio”.

Em 2006, com 9 anos: “Pré-adolescente, eu ajudava a pintar as ruas de verde e amarelo e a pendurar as bandeirinhas, lá em Bangu”.

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Em 2010, com 13 anos: “Foi a Copa da Shakira, ‘Waka waka’. A gente pegava pandeiro e tamborim e, quando dava o intervalo dos jogos, ia batendo aquilo rua afora, zoando”.

Em 2014, com 17 anos: “Eu ficava no Largo de Bangu assistindo aos jogos da Copa e só nos namoros (risadas). Nessa época eu já trabalhava como camelô”.

Em 2018, com 21 anos: “Eu já era a Jojo Todynho, me reunindo com a galera pra assistir aos jogos. Lá em casa não dava, porque era muito pequeno (ela morava numa quitinete na Lapa)”.

Em 2022, com 25 anos: “Olha eu na ‘Central da Copa’! Quem diria... Como Deus é maravilhoso, perfeito!”.