2º dia na Argentina: Lula discursa na Celac e encontra presidente de Cuba

Presidente também deve se encontrar com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel; e com a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley

Lula discursa na Casa Rosada, em Buenos Aires (Foto: Matias Baglietto/NurPhoto via Getty Images)
Lula discursa na Casa Rosada, em Buenos Aires (Foto: Matias Baglietto/NurPhoto via Getty Images)

Em seu segundo dia na Argentina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai participar nesta terça-feira (24) da 7ª reunião de Cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos).

Segundo o jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, o mandatário brasileiro terá quatro reuniões bilaterais. Uma delas será com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel.

Lula também deve se encontrar hoje com o diretor-geral da FAO, Qu Dongyu; com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel; e com a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley.

Celac

Lula deve discursar no evento. A participação dele marca o retorno do Brasil à Celac, uma vez que o país havia se retirado formalmente da cúpula em janeiro de 2020, início do segundo ano do governo de Jair Bolsonaro (PL).

Lula e Fernandéz

Na segunda (23), ao lado do presidente da Argentina, Alberto Fernández, Lula prometeu que vai trabalhar para que, ao final do seu mandato, as relações entre Brasil e Argentina sejam as melhores da América Latina.

A declaração foi feita na Casa Rosada, sede do governo argentino, logo após a assinatura de acordos de cooperação entre os dois países.

O presidente também aproveitou para se desculpar pelas declarações feitas por Jair Bolsonaro durante a gestão anterior.

Comitiva presidencial

Seis ministros acompanham Lula na primeira viagem internacional de seu novo mandato. São eles:

  • Mauro Vieira (Relações Exteriores);

  • Fernando Haddad (Fazenda);

  • Nísia Trindade (Saúde);

  • Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência);

  • Luciana Santos (Ciência e Tecnologia);

  • Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social).

Governo anterior

Por questões ideológicas, Bolsonaro não visitou a Argentina desde quando Fernández assumiu o poder, em 2019. O ex-presidente também isolou o Brasil dos demais países vizinhos.