3 - Ratier leva ciganismo para a moda urbana à passarela

LUIGI TORRE

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Renato Ratier, empresário e DJ por trás da marca que leva seu nome, olhou para a Romênia em busca de inspiração, neste último dia da Sâo Paulo Fashion Week. De lá, trouxe ícones do imaginário local, como vampiros e ciganos e deu cara nova à imagem de seu grife.

Se pelas duas coleções anteriores a Ratier se firmou como uma marca urbana, de roupas com corte simples e decorações mínimas, o caminho para o inverno 2017 é mais decorativo. A jaquetas de alfaiataria de formas soltas foram aplciados patches com símbolos místicos e bordados de lã. Looks esportivos, como os conjuntos os conjuntos de de calça jogging e jaqueta bomber, ganharam volume com largas tramas de tricô.

O veludo ganhou posição de destaque. Apareceu em vestidos longos com detalhes geométricos em devorê e combinados à seda e ao couro em macacões utilitários de luxo.