5G: Vivo, Claro e TIM arrematam lotes e devem levar internet às escolas

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View of the logo of the auction of 5G mobile telephony bands infrastructure start at the National Telecommunications Agency in Brasilia, on November 4, 2021. - Brazil launched the 5G network tender on Thursday, the largest in its history in the telecommunications sector, with 15 companies participating and expected to attract investments of around USD 9 billion. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
View of the logo of the auction of 5G mobile telephony bands infrastructure start at the National Telecommunications Agency in Brasilia, on November 4, 2021. - Brazil launched the 5G network tender on Thursday, the largest in its history in the telecommunications sector, with 15 companies participating and expected to attract investments of around USD 9 billion. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
  • Leilão é concluído com a licitação dos lotes da faixa de frequência 26 gigahertz (GHz);

  • Lotes de 26 GHz são associados à obrigação de levar internet às escolas;

  • Cerca de seis empresas entre 15 concorrentes levaram lotes; 

O leilão do 5G iniciado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta última quinta-feira (4), tem sua continuidade nesta sexta-feira (5). O leilão foi concluído com a licitação dos lotes da faixa de frequência 26 gigahertz (GHz), que teve faixas arrematadas por seis empresas, segundo informações da CNN Brasil: Vivo, Claro, TIM, Algar Telecom, Fly Likn e Neko Serviços de Comunicações Entreteniment.

As empresas que venceram os lotes de 26GHz terão de levar internet de qualidade às escolas de educação básica do país, como contrapartida pelo direito que elas terão de explorar o espectro. A frequência de 26GHz é a faixa com maior capacidade de transmissão de dados e menor latência, ou seja, menor tempo de resposta.

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Nesta quinta-feira (4), o superintendente de competição da Anatel e presidente da comissão do 5G, Abraão Balbino e Silva, disse, em entrevista à CNN Brasil, que a expectativa do leilão desta sexta é de R$ 800 milhões em outorga. O valor é significativamente menor que os R$ 7 bilhões movimentados na primeira parte do leilão, segundo ele, devido ao menor potencial inicial de exploração da faixa de 26 GHz.

A Claro levou dois lotes com abrangência nacional (G1 e G2), com direito de exploração por 20 anos, por R$ 52,825 milhões cada. A Telefônica, dona da marca Vivo, arrematou três lotes nacionais (G3, G4 e G5), também com outorga de 20 anos, mas com lances ligeiramente menores, de R$ 52,824 milhões. Já a TIM, por sua vez, apresentou proposta para levar um lote (H19) com atuação na região Sul, de 20 anos, após lance único de R$ 8 milhões, segundo informações da CNN Brasil.

Outras empresas novatas que adquiriram lotes na faixa de 26 GHz, como a Fly Likn e a Neko, estão entre as seis empresas de comunicação que arremataram faixas no leilão do 5G, que ainda não ofereciam serviço móvel no país, segundo a CNN Brasil. As outras quatro são a Winity II Telecom, Brisanet Serviços de Telecomunicações S.A., Cloud2U Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA e o Consórcio 5G Sul.

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