50% da Geração Z pensa em abrir o próprio negócio, diz pesquisa

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Quase 70% dos entrevistados disseram que a solução é ter uma maior independência financeira
  • O ramo mais citado entre eles para investir foi o setor de marketing/comunicação: 22%

  • 34% dos jovens disseram que a razão empreendedora deles é de mudar coisas

  • 32% querem ter uma vida mais equilibrada entre trabalho e lazer

O empreendedorismo no Brasil não parece ser passageiro. O país continua sendo um terreno fértil para empreendedores, alcançando a 16ª posição em um levantamento com as maiores 50 economias globais feito pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em parceria com o Sebrae, no primeiro semestre de 2021.

As tendências empreendedoras que fazem parte do dia a dia das gerações X e Y, acabam refletindo também na geração Z.

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Em pesquisa da Yubo, plataforma social direcionada para a Geração Z, e divulgado com exclusividade pelo Yahoo Finanças, o que notamos é que muitos jovens já pensam em ter seu próprio negócio.

Daqueles e entre 13 e 25 anos, 50% afirmam que está previsto abrir um negócio num futuro próximo. Menos de 1 em cada 4 jovens disse que esta oportunidade ainda não apareceu em suas mentes.

Por que virar empreendedor?

Quase 70% dos entrevistados disseram que a solução é ter uma maior independência financeira ou para ganhar mais dinheiro. Já 38% gostariam de mudar de vida e outros 32% de ter uma vida mais equilibrada entre trabalho e lazer.

A pandemia tem sido um grande fator neste processo de aceleração. Sessenta por cento disseram que este cenário os convenceram a criar a sua startup. Enquanto ficavam em casa, muitos jovens ficavam pensando no que poderiam investir. E falando nisso, 34% dos jovens disseram que a razão empreendedora deles é de mudar coisas. Ou 28% disseram que para ter acessos a mais recursos.

O ramo mais citado entre eles para investir foi o setor de marketing/comunicação: 22%, que apareceu quase em um empate técnico com roupas e artesanatos, 20%. Outros setores também apareceram, tais como: tecnologia (16%), alimentação e gastronomia (8%), entretenimento (7%), finanças (6,5%) e prestação de serviços (3%).

Para o diretor de Comunicações da rede social, Lucien Grandval, este pensamento dos jovens revela uma atenção especial aos problemas que eles vêem e convivem no dia a dia deles.

“É um erro pensar que os jovens de hoje não se preocupam com os problemas de sua comunidade. Cada vez mais estão atentos e preocupados em resolver os problemas que os afligem e à sua rede de amigos e familiares ”, diz.

A pesquisa foi feita de forma qualitativa realizada entre os dias 6 e 8 de novembro com 1100 jovens entre 13 a 25 anos das cinco regiões do país.

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