5G já usado em empresas em linha de montagem e até para medir temperatura de galinhas

Robôs capazes de operar em tempo real na linha de montagem de carros. Sensores e câmeras com inteligência artificial que medem a temperatura corporal de galinhas. Realidade virtual na agência bancária. É assim que empresas dos mais variados portes e setores iniciaram uma corrida para levar o 5G puro (chamado de standalone) para dentro de suas operações, com a construção de redes privadas em parceria com empresas de telecomunicações e tecnologia.

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A frequência do 5G para redes privadas é a mesma que será usada pelo consumidor. A diferença é que as empresas podem contratar um “pedaço” da frequência, de forma exclusiva, com a construção de infraestrutura própria, sob medida para atender necessidades tecnológicas, como alta velocidade, precisão e ausência de falhas de transmissão.

Segundo previsão da gigante americana Qualcomm, o potencial de investimento no desenvolvimento e manutenção de redes privadas é de R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos.

O 5G puro está disponível a partir desta quinta na cidade de São Paulo. A nova tecnologia, que permite velocidade até cem vezes maior que a rede atual, já foi lançada comercialmente em Brasília, Belo Horizonte, João Pessoa e Porto Alegre.

Saiba mais sobre o uso da quinta geração de telefonia em empresas na reportagem para assinantes do GLOBO

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