Cúpula do G20 no Japão será realizada entre 28 e 29 de junho de 2019

Tóquio, 2 abr (EFE).- O Governo japonês anunciou nesta segunda-feira que a cúpula do G20 de 2019 será realizada entre 28 e 29 de junho de 2019, ao mesmo tempo que revelou as cidades que abrigarão as reuniões ministeriais do fórum.

O Japão assumirá pela primeira vez a presidência do grupo composto pelas 19 principais economias globais e a União Europeia (UE) no próximo ano e será assim anfitrião da cúpula anual de chefes de Estado e de Governo dos países que a integram.

O Executivo japonês selecionou a cidade de Fukuoka (sudoeste) como sede da reunião dos ministros de Finanças e governadores dos Bancos Centrais, enquanto o encontro de Chanceleres ocorrerá na prefeitura de Aichi (centro).

Os titulares de Comércio se reunirão em Tsukuba, situada na prefeitura de Ibaraki (nordeste), enquanto os de Agricultura se encontrarão em Niigata, no litoral noroeste do arquipélago japonês.

Os ministros de Trabalho e Turismo se reunirão na cidade de Matsuyama (oeste) e na cidade de Kutchan, na ilha setentrional de Hokkaido, respectivamente, os responsáveis de Energia e Meio ambiente debaterão em Karuizawa (centro).

Os ministros de Saúde se encontrarão na cidade portuária de Okayama (oeste), concretizou o Governo japonês, que ainda não decidiu as datas das reuniões ministeriais.

O Gabinete japonês designou as localizações dos encontros "depois de considerar fatores como as instalações, o alojamento e a segurança, assim como perante a necessidade de distribuir as reuniões de maneira equilibrada por todo o país", explicou em entrevista coletiva o ministro porta-voz do Executivo, Yoshihide Suga.

Atualmente, a Argentina ostenta a presidência do fórum internacional, cuja cúpula acolherá em Buenos Aires entre 30 novembro e 1 de dezembro deste ano.

O G20 é integrado por Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, China, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul, Turquia e a UE. EFE