7 de Setembro: Exército alerta moradores de Copacabana para 'possíveis danos' com os tiros de canhão

Jair Bolsonaro (PL) estará presente nos festejos. O Exército alertou moradores da praia de Copacabana sobre os
Jair Bolsonaro (PL) estará presente nos festejos. O Exército alertou moradores da praia de Copacabana sobre os "riscos" da salva de tiros de canhão na celebração do 7 de Setembro. (Foto: Getty Images)

 

  • Exército alerta moradores vizinhos ao Forte de Copacabana sobre riscos provocados por salvas de tiros;

  • Local foi escolhido para sediar as comemorações oficiais do 7 de Setembro;

  • Comunicado pede que vizinhança mantenha janelas abertas para evitar vidros quebrados.

O Comando Militar do Leste alertou os moradores vizinhos ao Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, para que tomem cuidado com “possíveis danos” provocados por salvas de tiros neste 7 de Setembro. O local foi escolhido para sediar comemorações oficiais do Dia da Independência, com a presença de Jair Bolsonaro (PL).

“Haverá a realização de salva de tiros de artilharia no Forte de Copacabana de hora em hora, a partir das 8h da manhã. Às 16h, a última salva terá 21 tiros. Sugerimos que as janelas voltadas para o Forte estejam abertas durante os disparos, a fim de evitar possíveis danos, tais como quebra ou fissura dos vidros”, diz a mensagem endereçada à “prezada vizinhança”, divulgada nesta terça-feira (6) por Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo.

Segundo a CNN, 1.800 agentes da PM vão reforçar a segurança da cidade nesta quarta, incluindo policiamento do ato em Copacabana. Por volta das 15h, Bolsonaro deve discursar no evento e pode dividir o palanque com Cláudio Castro, governador do estado e candidato à reeleição que, até o momento, evitava nacionalizar a campanha.

Conforme publicado pela jornalista Carla Araújo, do portal UOL, aliados de Bolsonaro pedem que o tom das declarações do mandatário seja mais moderado. "A ala política do presidente diz que é o momento da virada, momento da foto. O núcleo de campanha tenta aconselhar Bolsonaro a adotar um tom mais ameno, porque dizem que uma fala mais aguerrida do presidente agrada os convertidos, mas afasta os indecisos. O que o Bolsonaro precisa hoje é de voto, então o pessoal pede essa moderação", explicou a colunista.

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