• Bolsonaro comete gafe em rede social na tentativa de exaltar feitos de seu governo
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Bolsonaro comete gafe em rede social na tentativa de exaltar feitos de seu governo

    Presidente tentou exaltar sua gestão no twitter, mas acabou chamando mais a atenção de críticos

  • Britney, personagem trans de 'A Dona do Pedaço', foi rejeitada por Abel, mas acolhida pelo público
    Notícias
    HuffPost Brasil

    Britney, personagem trans de 'A Dona do Pedaço', foi rejeitada por Abel, mas acolhida pelo público

    Imediatamente,ela e rejeitada pelo boleiro que reage de forma violenta

  • Boris Johnson afirma que UE deve abandonar 'backstop' para evitar um Brexit sem acordo
    Notícias
    AFP

    Boris Johnson afirma que UE deve abandonar 'backstop' para evitar um Brexit sem acordo

    O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, declarou neste sábado (24) que a União Europeia deve "abandonar" o mecanismo para a fronteira irlandesa (backstop) previsto no acordo de Brexit, se quiser evitar uma saída sem acordo do Reino Unido da UE.

  • OAB considera 'execrável' tentativa da PF de entrar em escritório de advogado de Lula
    Notícias
    Folhapress

    OAB considera 'execrável' tentativa da PF de entrar em escritório de advogado de Lula

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou uma nota nesta sexta-feira (23) classificando como "execrável" o pedido da Polícia Federal para realizar buscas e apreensões no atual escritório e na casa do advogado José Roberto Batochio. Ele advoga, entre outros, para o ex-presidente Lula e já foi defensor do próprio Palocci no passado. O MPF (Ministério Público Federal) se posicionou de forma contrária e a Justiça indeferiu o pedido. A autorização foi concedida apenas para que os policiais recolhessem material do edifício em que funcionava o antigo escritório do defensor. Segundo o documento, assinado pelo presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, a tentativa da PF é uma "execrável demonstração de que o abuso, nos dias que correm, não conhecem mesmo quaisquer limites". "É passada a hora de haver, para violências como estas, a necessária e devida repressão, mostrando-se necessária e urgente a sanção a lei de abuso de autoridade aprovada pelo Congresso Nacional", afirma ainda Santa Cruz. O pedido de busca e apreensão foi feito à Justiça com a justificativa de que a Odebrecht, segundo a PF, teria realizado duas entregas de valores em espécie em um antigo escritório do advogado, no valor de R$ 1 milhão. Os recursos teriam servido para pagar honorários a Batochio. E também seriam destinados a outro cliente do defensor, Brranislav Kontic, que recolheria recursos para a manutenção do Instituto Lula. As informações integram a delação do ex-ministro Antonio Palocci e estão ainda registradas em documentos apreendidos na empreiteira. O Ministério Público Federal defendeu o indeferimento dos pedidos com o argumento de que a análise de documentos do escritório de Batochio poderia esbarrar na "garantia de sigilo entre cliente e advogado". Em sua decisão, a juíza Gabriela Hardt acolheu em parte a manifestação do MPF. Ela afirmou que "é sempre polêmica a expedição de mandado de busca e apreensão em escritórios de advocacia, justamente em razão do sigilo existente entre clientes e advogados". Hardt optou por deferir parcialmente o pedido e concedeu o mandado de busca e apreensão somente para o edifício do antigo escritório de Batochio com a finalidade de apreender registros físicos ou eletrônicos dos acessos de pessoas e veículos ao prédio. Leia a íntegra a nota: "A propósito de notícias sobre a deflagração, nada data de hoje, da cognominada 'Operação Pentiti' pela Polícia Federal de Curitiba, em que há referência à banca do advogado José Roberto Batochio, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil vem a público manifestar o seu mais veemente repúdio à violência que se pretendeu exercer contra referido e modelar profissional da advocacia, numa execrável demonstração de que o abuso, nos dias que correm, não conhecem mesmo quaisquer limites. O advogado jamais pode ser confundido com seu constituinte. Em boa hora o Ministério Público Federal se manifestou contrariamente ao pleito de busca e apreensão formulado pelo Delegado de Polícia Federal e, com acerto e justiça, o Poder Judiciário rechaçou prontamente essa ilegal e abusiva medida, reafirmando a inviolabilidade da advocacia e a preservação do direito de defesa. É passada a hora de haver, para violências como estas, a necessária e devida repressão, mostrando-se necessária e urgente a sanção da lei de abuso de autoridade aprovada pelo Congresso Nacional. Felipe Santa Cruz Presidente Nacional da OAB"

  • “Devemos a Lula um julgamento justo”, admite Gilmar Mendes
    Notícias
    Yahoo Notícias

    “Devemos a Lula um julgamento justo”, admite Gilmar Mendes

    Ministro do STF ainda afirmou que há chances de anular condenação do petista

  • Bolsonaro grava pronunciamento para ser exibido em rede nacional de TV para falar sobre Amazônia
    Notícias
    Folhapress

    Bolsonaro grava pronunciamento para ser exibido em rede nacional de TV para falar sobre Amazônia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) gravou uma mensagem para ser exibida em rede nacional de rádio e televisão para se pronunciar sobre as queimadas da Amazônia. O pronunciamento será transmitido às 20h30 desta sexta (23).O governo brasileiro está sob forte ataque, desde a quinta-feira (22), por causa dos incêndios na floresta. As críticas vem sendo feitas por políticos, governadores, empresários do agronegócio e também por nações estrangeiras. Países como França e Irlanda ameaçaram votar contra o tratado de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul afirmando que Bolsonaro não assume compromissos em defesa do meio ambiente. Em publicação na internet na quinta, o presidente da França, Emmanuel Macron, classificou como "crise internacional" a situação amazônica e instou os líderes do G7 a discutir "essa emergência" na cúpula a ser realizada de sábado (24) a segunda (26), em Biarritz (sul da França). No mesmo dia, o ministro brasileiro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou a jornalistas que o discurso de países europeus sobre o desmatamento na Amazônia é uma política para criar "barreiras ao crescimento e ao comércio de bens e serviços do Brasil". Indicado para assumir o cargo de embaixador brasileiro nos Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), publicou um tuíte trazendo vídeo intitulado "Macron é um idiota". Na manhã desta sexta (23), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que deve assinar uma GLO (Garantia de Lei e da Ordem) para que o Exército auxilie no combate às queimadas na Amazônia. A declaração ocorre menos de 15 dias depois de países europeus, como Alemanha e Noruega, terem anunciado que suspenderiam recursos para o Fundo da Amazônia por descumprimento do Brasil na política de combate ao desmatamento.

  • Scarlett Johansson lidera lista de atrizes mais bem pagas da Forbes pelo 2º ano
    Notícias
    AFP

    Scarlett Johansson lidera lista de atrizes mais bem pagas da Forbes pelo 2º ano

    Scarlett Johansson é a atriz mais bem paga do mundo pelo segundo ano consecutivo, segundo o ranking anual da revista Forbes, publicado nesta sexta-feira.

  • Thammy Miranda é nomeado para assessor da Câmara de SP
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Thammy Miranda é nomeado para assessor da Câmara de SP

    A nomeação do artista para o cargo foi publicada na edição desta quinta-feira (22) no Diário Oficial do município

  • G7 disposto a ajudar países afetados por incêndios na Amazônia
    AFP

    G7 disposto a ajudar países afetados por incêndios na Amazônia

    Os incêndios na Amazônia têm dominado as discussões na cúpula do G7. Os líderes do grupo concordaram em ajudar os países afetados pelo fogo.

  • Por que a memória da ditadura no Brasil é diferente de outros países da América Latina
    Notícias
    HuffPost Brasil

    Por que a memória da ditadura no Brasil é diferente de outros países da América Latina

    A diferenças tem sido evidentes nas relaçoes com outros governos latino-americanos tambem de direita, como o de Sebastian Piñera, no Chile

  • Coordenador de curso tenta impedir aluno com camiseta pró-Bolsonaro de fazer juramento em formatura
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Coordenador de curso tenta impedir aluno com camiseta pró-Bolsonaro de fazer juramento em formatura

    Docente perguntou se outro aluno poderia cumprir o ato; Universidade não comentou o caso

  • Manobras navais inéditas dos EUA e países asiáticos em setembro
    Notícias
    AFP

    Manobras navais inéditas dos EUA e países asiáticos em setembro

    Os Estados Unidos anunciaram que organizarão em setembro, junto com dez países do Sudeste Asiático, manobras navais inéditas, em um contexto de disputa crescente nesta região entre Washington e Pequim.

  • O que é umami e por que este 5º gosto é tão difícil de ser percebido por nós
    Notícias
    HuffPost Brasil

    O que é umami e por que este 5º gosto é tão difícil de ser percebido por nós

    Mas, ha tambem umaquestao fisiologica, que e o poder do umami

  • Notícias
    Folhapress

    Em rua boêmia de BH, 'museu das putas' vira disputa ideológica

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Um senhor idoso com a camisa aberta até o meio do peito, um jovem estudante, um homem apressado. No entra e sai das portas na rua Guaicurus, centro de Belo Horizonte, se vê todos os tipos de homens. São o público dos "sobe e desce", hotéis onde as prostitutas atendem. O nome vem do movimento nas escadas que levam até os corredores cheios de quartos. A Guaicurus sempre foi conhecida como zona boêmia e pelos armazéns que recebiam carregamentos de arroz, feijão e café. Dizem que o cineasta Orson Welles passou pelo Montanhês Dancing, certa vez, nas imediações do Magnífico Hotel, onde uma longa fila de homens se formava para ver Hilda Furacão.  Com o passado presente nas fotos e desenhos espalhados nas fachadas, a Guaicurus virou centro de discussão em julho, graças a um vídeo em frente ao casarão que deve virar o Museu do Sexo das Putas.  "Acreditem se quiserem", diz o autor, após filmar a placa onde aparece o nome do Fundo Municipal de Cultura e do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural. "É isso aí, o dinheiro dos contribuintes de Belo Horizonte", conclui.  O vídeo abriu disputa ideológica. Três deputados estaduais -Sargento Rodrigues (PTB), João Leite (PSDB) e Gustavo Santana (PL)- pediram que a Assembleia Legislativa encaminhe requerimentos sobre o caso ao presidente Jair Bolsonaro e à ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.  O vereador Jair Di Gregório (PP), evangélico e autodenominado "vereador da família", fez seu próprio vídeo no local. Ele afirma que "ninguém é intolerante", mas que o museu seria uma aberração. O imóvel em questão é o número 471, de estilo eclético, construído nos anos 1910. Segundo as histórias da rua, ali foi uma das primeiras casas de prostituição de BH. Zazá, 67, que chegou nos anos 1970 a Guaicurus, viu funcionar no lugar a Casa da Florinda.  Sem emprego e com filhas pequenas, Zazá conheceu uma mulher que a convidou para trabalhar como prostituta. Ela conta que ali aprendeu a ler e conseguiu dinheiro para criar os cinco filhos.  Desapropriada por decreto em 2008, a casa é parte de um conjunto tombado. A proposta da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig) para que o local se transforme em museu é de 2017.  A cessão depende de assinatura, mas o Museu do Sexo das Putas já tem cadastro no Sistema de Museus de MG e no banco de dados do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).  A proposta é que haja salas de exposições e cursos, biblioteca 24 horas e um espaço lembrando figuras célebres. As prostitutas dizem que querem orientar a forma de contar suas vidas, deixando de ser só objeto de pesquisa. Tanto a prefeitura quanto a Aprosmig garantem não haver dinheiro público no projeto. As placas filmadas foram pagas pela própria associação, que espera levantar a verba para a reforma -cerca de R$ 1,6 milhão- com financiamento coletivo e eventos. "A questão não é de recurso, é do preconceito, do estigma", diz Cida Vieira, 52, presidente da associação. Os parlamentares, para ela, fizeram da discussão "palanque eleitoral". "É um choque para a sociedade. Aquela área que estava esquecida, que não tem plano e nós, mulheres prostitutas, estamos revitalizando." Segundo a Aprosmig, cerca de 3.500 prostitutas trabalham hoje na região. Mari, 35, no sobe e desce desde 2013, tentou trabalhar como vendedora por um tempo. Ganhava entre R$ 600 e R$ 900 -valor que conseguia em poucos dias com programa. "Se eu tivesse que sair agora, não ia poder pagar meu curso [de enfermagem]. Não ia entrar no meu orçamento de aluguel, escola, luz, bebê." Filha de Zazá, Patrícia, 48, passou a vida na Guaicurus. "O problema é que quando fala 'museu do sexo', as pessoas [focam] na palavra 'sexo'. Não incentivamos a prostituição, só damos suporte a quem já está nela", diz.

  • Trump lamenta não ter aumentado ainda mais tarifas sobre produtos chineses
    Notícias
    AFP

    Trump lamenta não ter aumentado ainda mais tarifas sobre produtos chineses

    o presidente americano Donald Trump não se arrepende da guerra comercial com a China e só "lamenta não ter aumentado mais as tarifas" sobre os produtos chineses, informou neste domingo uma porta-voz da Casa Branca.

  • Receio de intervenção na Amazônia faz direita e esquerda evocarem conspiração imperialista
    Notícias
    Folhapress

    Receio de intervenção na Amazônia faz direita e esquerda evocarem conspiração imperialista

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ano é 2025. O presidente americano da vez dá ultimato de uma semana ao Brasil: se o desmatamento na Amazônia continuar, ordenará ataques aéreos contra o país. Stephen Walt, professor de relações internacionais em Harvard, começa um artigo publicado na revista Foreign Policy, no último dia 5, evocando esse exercício de imaginação, a cristalização de teorias conspiratórias que há décadas apavoram arautos da soberania nacional. Fermentada na ditadura, a ideia de que potências estrangeiras querem tomar a maior floresta tropical do mundo para si é capaz de unir setores da direita à esquerda. E voltou com tudo agora, em um momento em que líderes mundiais cobram o governo brasileiro pelo desmatamento na Amazônia. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) acusou o colega francês de resgatar uma "mentalidade colonialista descabida no século 21" após Emmanuel Macron declarar que "nossa casa está queimando", assim mesmo, no coletivo. Sugeriu que por isso mesmo o G7, fórum só com países desenvolvidos, deveria debater as queimadas amazônicas. Bolsonaro já renovara o "compromisso com este pedaço de terra mais rico e sagrado do mundo" uma semana atrás. "Não é à toa que outros países cada vez mais tentam ganhar a guerra da informação para que nós venhamos a perder a soberania sobre essa área." Nesta quinta (22), o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas reforçou a dose nacionalista insinuando, sem provas, que os franceses usam material radioativo para intimidar a nação que comporta 60% da Amazônia. Novamente vemos um país europeu "realizar ataques diretos à soberania brasileira, que inclui, objetivamente, ameaças de emprego do poder militar", disse o general. Esquerdistas também apelam ao ideal da pátria soberana, encaixando-o no canhão de críticas contra Bolsonaro. A ex-presidente Dilma Rousseff assina um texto no site do PT em que define a devastação na floresta como "face assustadora da destruição da soberania nacional".  "Com a desculpa de 'proteger a natureza', representantes do imperialismo iniciam debates que ferem a soberania do Brasil", tuitou o perfil do PCO (Partido da Causa Operária), de extrema-esquerda.  Brotou daí aliança inusitada. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP), cão de guarda do bolsonarismo, comentou abaixo: "Quando até o PCO enxerga a verdade, mas o sociólogo de coque, não".  E como a comunidade internacional, afinal, deve se portar diante das chamas que consomem nacos do bioma que acolhe 10% de todas as espécies conhecidas no planeta? O medo de que potências exteriores vejam a Amazônia como um território à parte cresce na medida em que personalidades como Al Gore soltam declarações como esta, de quando era senador em 1989: "Ao contrário do que brasileiros pensam, a Amazônia não é propriedade deles, pertence a todos nós".   Em 2007, o então senador amazonense Arthur Virgílio (PSDB) chegou a reclamar no Congresso de um laboratório americano que queria privatizar a floresta dividida pelo Brasil com outros oito países.  "A Amazônia está mesmo à venda", confundiu-se. Na verdade, o laboratório a que se referira, Arkhos Biotech, era de mentirinha: fazia parte de um jogo virtual da época.    Não que o receio de invasores tenha se dissipado. O texto de Stephen Walt alimentou suspeitas de que uma intervenção não é carta fora do baralho.  Foi inicialmente compartilhado com o título "Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?". Pegou mal, o acadêmico disse que a chamada foi coisa da equipe da revista, não dele, e agora está assim: "Quem vai salvar a Amazônia (e como)?". O autor reconhece que há um tanto de exagero nesse futuro imaginado de um Brasil sob iminência de um ataque estrangeiro, mas provoca: "Estados têm o direito, ou mesmo a obrigação, de intervir num país para impedi-lo de causar um dano ambiental irreversível e possivelmente catastrófico?". À  Folha de S.Paulo, ele diz que ações bélicas não são adequadas nesse caso. "Contudo, dada a importância da Amazônia para todas as nações, não apenas o Brasil, posso facilmente vislumbrar várias formas de pressão diplomática." Ex-conselheiro-chefe de biodiversidade no Banco Mundial, o biólogo Thomas Lovejoy visitou a região pela primeira vez em 1965. Sete anos depois, escreveu seu primeiro artigo sobre ela: "Transamazônica: estrada para a extinção?". Pula para 2019, e a floresta ainda arde. Para ele, "medidas mais agressivas" contra o governo verde-amarelo, se existirem, serão econômicas. "Um pequeno começo seria restringir a importação de produtos agrícolas frutos do desmatamento local", afirma à reportagem.  Não há nada de imperialista em desejar "um futuro sustentável com um planeta funcional, o que inclui o ciclo hidrológico da Amazônia", diz. "É o interesse de todos." "Todos os Estados são sensíveis a uma intervenção estrangeira, então é fácil entender por que os brasileiros se preocupam tanto com isso", afirma Walt. "Mas não há sinais de que outros países queiram ocupar o Brasil. O resto do mundo quer é encorajá-lo a ser mais responsável com esse recurso vital." Claro que ajudaria e muito se "outras nações se comportassem", segundo o professor de Harvard. Mesmo a Guiana Francesa, puxadinho ultramarino do país de Macron, tem um projeto de mineração com potencial de desmatar o quinhão amazônico entre suas fronteiras.  E há, claro, os gigantes. "EUA e China deveriam estar fazendo mais para reduzir as próprias emissões de gases de efeito estufa", afirma Walt. "Só que há pouca evidência que um Bolsonaro ou um Trump entendem o problema ou estão dispostos a fazer o que for necessário. Temo que só irá piorar." Mas e se piorar? Como fica? Walt destaca, não sem certa controvérsia, um pacto global de 2005: todos os membros da ONU se comprometeram com a doutrina Responsabilidade de Proteger. Ela prega que a soberania não é um privilégio, mas uma responsabilidade, e que a comunidade internacional têm o dever de proteger populações de crimes como o genocídio. Se poderia valer para questões ambientais em larga escala, fica aberto a interpretações.  Acadêmicos já identificaram caminhos que o Conselho de Segurança da ONU poderia tomar contra o Brasil, como recorrer ao artigo 42 da organização: se as vias diplomáticas falharem, os países-membros poderão se valer de ataques por ar, terra ou mar "para manter ou restaurar a paz e a segurança internacionais".  Uma hecatombe global catalisada pela ruína amazônica, portanto, poderia justificar uma ação dessa magnitude. Porém, "ainda que destruir a Amazônia seja um perigo óbvio para muitos outros países", pensar numa intervenção no Brasil elevaria esse jogo a outro patamar, diz Walt. Até porque, ele lembra, das cinco nações mais poluentes, quatro têm arsenal nuclear: China, EUA, Índia e Rússia. Se os sujos falam do mal-lavado hoje, o que impediria que amanhã as atenções se voltassem a eles?

  • Como identificar um relacionamento tóxico e superá-lo
    Notícias
    HuffPost Brasil

    Como identificar um relacionamento tóxico e superá-lo

    "Toxico" foi eleita a palavra do ano em 2018 pelo dicionario de Oxford

  • 'Os Normais': 4 momentos inesquecíveis da série para matar a saudade
    Notícias
    HuffPost Brasil

    'Os Normais': 4 momentos inesquecíveis da série para matar a saudade

    Neste domingo (25), o Brasil se despediu da escritora, atriz e roteiristaFernanda Young

  • Reforma no Santos Dumont eleva movimento no Galeão, mas sem transtorno
    Notícias
    Agência Brasil

    Reforma no Santos Dumont eleva movimento no Galeão, mas sem transtorno

    No primeiro dia de obras na pista principal do Aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio de Janeiro, que ficará quase um mês praticamente fechado, o Aeroporto Internacional Tom Jobim – RioGaleão, na Ilha do Governador, registrou aumento significativo na movimentação de passageiros, mas não foram registrados transtornos. Santos Dumont fica praticamente vazio com a transferência de voos para o Galeão - Tomaz Silva/Agência Brasil Enquanto isso, no Santos Dumont, que só vai operar pela pista auxiliar com alguns voos da Azul e da Passaredo, o movimento era praticamente nenhum.A engenheira Monique Soares seguia na manhã de hoje (24) para Brasília e o voo da Gol foi transferido do Santos Dumont para o Galeão. Ela disse que foi informada da mudança com antecedência e aproveitou o ônibus disponibilizado pela companhia aérea para fazer o traslado entre os terminais. “Com antecedência eles ligaram e mandaram e-mail avisando. Eu moro no Flamengo, então é um pouco ruim, mas, com essa opção de ter o ônibus para deslocar os passageiros, não ficou tão ruim, porque a gente não teve que custear. Tem ônibus de uma em uma hora, então, sanou-se o problema.”Um táxi do Flamengo até o Santos Dumont custa em torno de R$ 15 e, para o Galeão, sobe para R$ 50. No transporte por motorista de aplicativo, o mesmo trajeto custa cerca de R$ 10 até o Santos Dumont e R$ 40 até o Galeão.Os taxistas que trabalham no Santos Dumont reclamaram da baixa no fluxo de passageiros. Segundo Antônio Carlos, integrante da Cooperativa AeroDumont, que opera no aeroporto do centro, a perda pode chegar a 60%. “Está complicado: vamos ter que segurar na rua, com aplicativo de táxi. No Galeão, a gente só pode subir para deixar passageiro e pegar se for pedido por aplicativo. Lá, no horário do rush, vai aumentar muito a demanda, e quem trabalha na rua vai para lá também. Não temos como fazer um acordo com eles porque lá é consórcio, aqui é direto com a Infraero”.Os lojistas do Galeão já sentiram a diferença no aumento do movimento. Segundo Beatriz Souza Santos, atendente de uma lanchonete no saguão de embarque, a expectativa é de aumento substancial nas vendas enquanto durarem as obras no Santos Dumont. “Deu para perceber o aumento, sim. Entre as 8h e as 10h o movimento era muito fraco, hoje teve um aumento, creio eu, de 50%. Estamos trabalhando a todo vapor, está bastante movimentado, sempre tem alguém entrando, comprando”.Em nota, a assessoria de imprensa do aeroporto internacional informou que a operação segue normalmente, “com movimentação maior devido ao início da transferência dos voos para o RioGaleão, mas sem imprevistos até o momento”.

  • STF dá 48 horas para governo opinar sobre uso de fundo da Petrobras em combate a incêndios
    Notícias
    Folhapress

    STF dá 48 horas para governo opinar sobre uso de fundo da Petrobras em combate a incêndios

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República, a Advocacia Geral da União e o Ministério da Economia se manifestem em até 48 horas sobre a proposta de usar recursos recuperados da Petrobras pela Lava Jato no combate aos incêndios da Amazônia. O uso de R$ 2,5 bilhões pagos pela estatal em multa durante a operação no enfrentamento às queimadas foi sugestão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que fez uma petição sobre o assunto ao Supremo. Alexandre de Moraes é o relator do caso. Ele impediu que o dinheiro fosse usado pela força-tarefa da Lava Jato em um fundo que seria criado e supervisionado pelos procuradores de Curitiba. Até a PGR, na ocasião, considerou a destinação pretendida por Deltan Dallagnol como irregular. Desde então, o dinheiro está sob a guarda do STF.

  • Governo Bolsonaro quer ampliar educação a distância no ensino superior federal
    Notícias
    Folhapress

    Governo Bolsonaro quer ampliar educação a distância no ensino superior federal

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo Jair Bolsonaro (PSL) vai apostar na expansão do ensino a distância no sistema federal de ensino superior. O plano, ainda em desenvolvimento, ocorre em meio ao bloqueio de verbas que preocupa reitores. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o governo prepara um modelo de universidade federal e institutos federais digitais. Avaliações do próprio governo federal mostram que cursos a distância têm menor qualidade na comparação com os presenciais. "Estamos estudando, está incipiente ainda, a Universidade Federal Digital e Instituto Técnico Digital através de plataforma para o Brasil todo. É pra lá que a gente vai caminhar", disse Weintraub nesta sexta-feria (23). O ministro falou sobre o assunto durante entrevista em Brasília para anunciar o repasse de recursos para instalação de internet em escolas rurais de educação básica. De acordo com Weintraub, a plataforma vai prever módulos para que os alunos, sobretudo de áreas distantes dos grandes centros, possam seguir os cursos que desejam. O ministro não deu detalhes se haverá novas instituições para oferta dos cursos ou se a expansão ficará a cargo das universidades e institutos. "[O estudante] vai poder [estudar] ficando com a família, tendo renda lá, sem se deslocar para os centros. E cai muito o custo, questão de dormitório, refeitório, [o aluno] pode eventualmente ir a simpósios, seminários, e juntar todo mundo para períodos mais curtos. O que barateia e facilita a interação", disse o ministro. Weintraub ressaltou que o modelo pode ampliar a oferta de carreiras em regiões afastadas, embora tenha exemplificado a inviabilidade para cursos como de piloto de avião. O ministro chegou a comentar que o assunto da entrevista coletiva, de conectividade nas escolas, era mais importante do que as queimadas que ocorrem em florestas na região amazônica e que se tornaram uma crise internacional. Ele minimizou a situação e atribuiu a repercussão a uma suposta atuação de ONGs e ao interesse do agronegócio europeu. "Hoje estamos falando de algo mais importante, que é a forma de mudar nossa forma de educar nossos jovens nas próximas gerações, que é a distância, via internet, de forma mais eficiente, mais humana, que permite cada uma dessas crianças sonhar alto", disse ele. Na última avaliação federal com alunos concluintes do ensino superior, o Enade de 2017, 6,1% dos cursos presenciais tiveram conceito máximo; no ensino a distância, o percentual foi de 2,4%. Cursos não presenciais têm sido aposta das instituições privadas para expansão das matrículas --além de poder facilitar o acesso do aluno, representarem ainda custos menores de operação. A modalidade já representa 25% dos alunos em instituições privadas. As universidades federais já adotam o ensino a distância, mas em menor extensão. Em 2017, registrou-se 101.395 alunos na modalidade, o que representa 8% do total de matrículas. Os dados são da Sinopse Estatística da Educação Superior de 2017, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais). O bloqueio de recursos no MEC atinge ações que vão da educação infantil à pesquisa. Nas universidades federais, o bloqueio foi de R$ 2,2 bilhões, referente a cerca de 30% dos valores discricionários (que não contam salários, por exemplo). O MEC tem reafirmado que o dinheiro pode ser liberado até o fim do ano. Na campanha eleitoral, Bolsonaro havia indicado que o ensino a distância seria uma das apostas de seu governo. A entrevista coletiva foi convocada para o anúncio de liberação de R$ 60 milhões para a instalação de infraestrutura de conexão de internet em escolas rurais. Essa será a primeira execução no ano nesse programa. Os valores, transferidos para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para que as ações sejam executadas, fazem parte dos R$ 120 milhões já prometidos pelo MEC para essa ação, chamada Educação Conectada. A pasta, no entanto, ampliou o número de escolas que serão atendidas: antes seriam 6,5 mil escolas, agora serão 8 mil unidades rurais. Outros R$ 114 milhões também haviam sido anunciados para em julho instalar internet em escolas urbanas. As transferências de recursos federais para que escolas possam ter internet haviam sido totalmente esvaziadas pelo governo Bolsonaro no primeiro semestre, ao lado de outras ações voltadas para a educação básica, como a Folha de S.Paulo revelou em julho.  No ano passado, último ano do governo Michel Temer (MDB), 23.266 escolas receberam recursos para internet, que totalizaram R$ 78,6 milhões só em 2018.  Weintraub disse que o governo pretende levar conexão de internet a todas as escolas de educação básica. "O governo quer universalizar a conexão via internet para todas as escolas do Brasil", disse ele, que criticou gestões anteriores por não terem priorizado o assunto. No ano passado, 67% das escolas do país contavam com internet. Se considerar unidades com conexão banda larga, o percentual cai para 54%, segundo dados do Censo Escolar tabulados pelo portal Qedu.   A legislação brasileira veta a educação a distância até o 9º ano do ensino fundamental, embora haja experiências da chamada Educação Mediada por Tecnologia. No modelo, aulas ao vivo são transmitidas por internet e há possibilidade de interação de alunos. A reforma do ensino médio, aprovada pelo governo Temer em 2017, já abriu a possibilidade de ensino a distância na etapa. Especialistas criticam o modelo na educação básica. No ensino superior, cursos a distância preveem a existência de um polo regional para que haja avaliações, por exemplo. Mesmo cursos presenciais já permitem que 40% das aulas sejam fora da sala de aula, o que ocorreu também após alteração promovida na gestão Temer (antes o limite era 20%).

  • G7 concorda em ajudar Amazônia 'o mais rápido possível', diz Macron
    Notícias
    HuffPost Brasil

    G7 concorda em ajudar Amazônia 'o mais rápido possível', diz Macron

    O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou neste domingo (25) que oslideres do G7 concordaram em ajudar os paises afetados por queimadas naAmazonia, entre eles o Brasil

  • Notícias
    Agência Brasil

    Acre decreta emergência por causa de seca e incêndios florestais

    A escassez de chuvas e o crescente número de focos de calor motivaram o governo do Acre a decretar situação de emergência em todo o estado. Assinado pelo governador Gladson Cameli (PP), o Decreto nº 3.869 foi publicado no Diário Oficial do estado de hoje (23).De acordo com o governo, o atual período de seca ainda deve se estender por mais três meses, causando a diminuição da umidade relativa do ar e do nível dos rios, o que potencializa os riscos de incêndios florestais. A situação também ameaça o sistema de abastecimento de água para a população.Historicamente, segundo ainda o governo, o maior número de focos de incêndios florestais é registrado durante os meses de agosto e setembro, mas os resultados já contabilizados desde o início do ano superam negativamente os verificados nos anos de 2010, 2016 e 2018, considerados os piores já enfrentados pelo estado.No texto do decreto, o governo argumenta que “as queimadas descontroladas, os incêndios florestais e as concentrações de monóxido de carbono e material particulado na atmosfera estão acarretando agravos à saúde da população, principalmente nos grupos etários mais vulneráveis (idosos e crianças)”, exigindo a adoção de medidas capazes de mitigar “os desastres”.O decreto tem vigência de 180 dias. Durante esse período, o governo acriano pode adquirir, sem a necessidade da realização de licitações, os bens necessários às atividades de resposta à situação, bem como a prestação de serviços e a execução de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários “dos desastres”, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 dias consecutivos e ininterruptos.A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil poderá requisitar apoio técnico e logístico de toda Administração Pública estadual, direta e indireta, para prevenir, combater e controlar incêndios florestais e queimadas urbanas. Em casos de riscos iminentes, agentes da Defesa Civil estarão autorizados a entrar em qualquer residência para prestar socorro ou evacuá-la. Também poderão utilizar a propriedade para desenvolver atividades de enfrentamento a “iminente perigo público”.Com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente e do Corpo de Bombeiros, a Coordenadoria instituirá a chamada Sala de Situação, responsável por elaborar um diagnóstico da situação das queimadas e da ocorrência de chuvas nos municípios acrianos, além de articular a Rede Estadual de Gestão de Riscos Ambientais e elaborar e disponibilizar os boletins de focos de calor e de índices pluviométricos e fluviométricos e estabelecer o risco de fogo e reunir as informações e dados que sirvam para subsidiar a tomada de decisão por parte do poder público.O Corpo de Bombeiros deverá mobilizar todo o efetivo disponível para atuar na operação de combate e controle de queimadas. Já o Batalhão Florestal da Polícia Militar atuará para reprimir ações criminosas ou que possam provocar incêndios florestais.

  • Notícias
    Folhapress

    Motorista de ônibus é flagrado pelo bafômetro em Guarulhos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Um motorista de ônibus urbano, de 44 anos, foi flagrado dirigindo sob efeito de álcool na noite desta sexta-feira (23), em Guarulhos (Grande SP), durante uma blitz da PRF (Polícia Rodoviária Federal) na rodovia Presidente Dutra. O condutor teve a CNH (carteira de habilitação) apreendida e pode ficar até um ano proibido de dirigir. Cerca de 40 passageiros estavam no veículo no momento do flagrante. Segundo um passageiro, cuja identidade não foi informada, relatou à polícia, o condutor dirigia de forma "perigosa" o coletivo, linha 716, da empresa Campos dos Ouros. "O motorista quase derrubou um motociclista durante o trajeto", diz trecho de nota da PRF. Por volta das 22h30, de acordo com a polícia, o condutor foi submetido a teste do bafômetro, que indicou que ele estava com 33 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. "Considerando a margem legal de erro do equipamento, ele ficou a apenas 0,01 miligramas de ser preso por crime de trânsito", explica a PRF. Após a constatação de que o motorista havia ingerido álcool, os passageiros embarcaram em outros ônibus que passavam pelo local. O coletivo que era conduzido pelo acusado foi retirado da rodovia por outro funcionário da empresa de transportes, que também foi submetido ao teste do bafômetro, que deu negativo.  Ainda segundo a PRF, será cobrada uma multa de quase R$ 3 mil. Além do motorista de ônibus, outras quatro pessoas foram flagradas dirigindo sob efeito de álcool na noite de sexta na Dutra, na região de Guarulhos. Ao todo, foram realizados 500 teste de bafômetro no local.  Resposta  A Prefeitura de Guarulhos, gestão Gustavo Henric Costa (PSB), classificou como "inadmissível" a conduta do motorista. O governo acrescentou que a concessionária responsável pela contratação e treinamento dos funcionários será multada "como forma de penalização". O valor da multa não foi informado. "A Prefeitura de Guarulhos também exigiu o afastamento imediato do motorista", diz trecho de nota. A empresa Campos dos Ouros foi procurada pela reportagem, mas não retornou as ligações.

  • Um segundo republicano desafia Trump nas presidenciais de 2020
    Notícias
    AFP

    Um segundo republicano desafia Trump nas presidenciais de 2020

    O ex-congressista Joe Walsh anunciou neste domingo sua candidatura às primárias republicanas contra o presidente Donald Trump ante as eleições presidenciais americanas de 2020.