A feira está cara! Veja itens mais inflacionados em 2021

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Farmers' food market stall with variety of organic vegetable. Vendor serving and chating with customers.
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  • Inflação acumulada no primeiro semestre foi a maior desde o ano de 2015;

  • Alimentos como legumes e açúcar tiveram aumento de preço muito acima da média;

  • Secas e desvalorização do real são apontadas como possíveis causas para a inflação.

Segundo dados do IBGE, o preço de alguns itens subiu muito acima da taxa da inflação - 5,67%. Entre os produtos com maior aumento de preços estão alimentos como pepino (78,51%), abobrinha (72,90%) e pimentão (58,18%). Outros produtos usados na cozinha também tiveram inflação, entre eles açúcar refinado (27,11%), fubá de milho (25,05%) e mandioca (24,93%). Entre as causas possíveis para os aumentos nos preços, estão a seca e a desvalorização do real em comparação ao dólar.

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A inflação acumulada registrada no primeiro semestre de 2021 foi de 6,7%. O resultado é o maior para o período desde 2015, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O etanol e a gasolina tiveram aumentos de 40,75% e 31,09% em seus preços.

Outros combustíveis com inflação considerável foram o gás veicular — que teve uma subida de 30,12% — e o óleo diesel (28,02%). Já o preço do gás de botijão subiu mais de 23%, enquanto o gás encanado subiu 17,88%. Em agosto, os transportes representaram mais de 20% do IPCA.

Os dados são verificados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede o aumento geral de preços de um grupo de produtos e serviços vendidos no varejo e que se referem ao consumo das famílias.

As informações são do G1.

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