Aceleração de reformas no Chile aumenta taxa de aprovação de Bachelet

Presidente do Chile, Michelle Bachelet, participa de evento da Universidade Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos. 26/09/2015 REUTERS/Rashid Umar Abbasi
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Por Rosalba O'Brien SANTIAGO (Reuters) - Os índices de aprovação da presidente chilena, Michelle Bachelet, começaram a melhorar à medida que a líder socialista deixa os escândalos para trás e seu programa de reformas ganha ímpeto. Um levantamento mensal do instituto de pesquisa GfK Adimark divulgado nesta quarta-feira mostrou que ela tem uma taxa de aprovação de 29 por cento, um aumento de 4 pontos percentuais em comparação com um mês atrás e a mais alta desde maio. O Chile é uma das economias mais prósperas e estáveis da América Latina, mas também sofre com grandes desigualdades de renda e educação. Bachelet, que iniciou seu segundo mandado em março de 2014, foi eleita com a promessa de que iria dedicar impostos e investimentos para diminuir esse vácuo. Estes compromissos pareceram ameaçados após uma série de erros crassos que a imprensa direitista hostil rapidamente explorou, levando sua popularidade a despencar a um recorde negativo de 24 por cento em agosto de 2015 – sua aprovação era de 58 por cento em junho de 2014. Seus críticos mencionam mensagens contraditórias sobre o conteúdo das reformas, e um escândalo envolvendo um empréstimo bancário preferencial concedido à sua nora cobrou um preço alto da mandatária, que apostou seu capital político em sua disposição para enfrentar as desigualdades do país. O ritmo e a profundidade das reformas também vêm sendo freados por uma queda no preço do cobre, o principal artigo de exportação do Chile.

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