Acusação de racismo contra aluno de Filosofia mobiliza estudantes e ganha dossiê na UFRGS

"Que vergonha". A frase, acompanhada de um emoji vomitando, foi o início de um pesadelo para a psicóloga Amanda Klimick, de 23 anos, moradora de Porto Alegre.

A mensagem do que seria um caso de assédio deflagrou uma série de ataques racistas a seu namorado, o estudante de Políticas Públicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Sérgio Renato da Silva, conhecido como Jota Júnior. Amanda é loura e tem olhos verdes. Jota é negro.

O estranho que a abordou é um doutorando de Filosofia, que estuda na mesma universidade de Jota, o que levou o caso para a polícia, mas sobretudo para dentro do debate acadêmico.

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