Acusado de assédio sexual por funcionária da CBF, Rogério Caboclo procurou criminalista há uma semana

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Antes mesmo da denúncia de assédio sexual envolvendo seu nome ter sido protocolada na Comissão de Ética da CBF, Rogério Caboclo já estava se antecipando a possíveis problemas. O agora afastado presidente da CBF procurou uma criminalista para defendê-lo no caso.

Caboclo entrou em contato com a advogada Fernanda Tórtima, uma das mais respeitadas do Rio de Janeiro na área criminal. Apesar de ela já estar se inteirando da denúncia, ainda não pode atuar no caso porque oficialmente não há procedimento criminal instaurado até o momento.

A denúncia de assédio sexual e moral foi formalizada pela funcionária na sexta-feira. Dois dias depois, a Comissão de Ética da CBF decidiu pela suspensão de Caboclo por 30 dias. De acordo com o colunista do GLOBO Lauro Jardim, porém, o afastamento deve ser definitivo.

Uma reportagem do "Fantástico", da TV Globo, revelou no domingo que o cartola ofereceu R$ 12 milhões à funcionária para que ela negasse o suposto assédio e não divulgasse gravações que poderiam comprometê-lo. A mulher, porém, não aceitou a oferta.

Ela fora orientada por advogados a gravar as conversas sempre que ficasse sozinha com o dirigente. Nos áudios divulgados pelo "Fantástico", Caboclo estimulava conversas de cunho pessoal e sexual com a funcionária.

Em nota de sua defesa, Caboclo nega que tenha cometido assédio, mas admite que houve brincadeiras inadequadas.

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