Adeus a "Malhação": os momentos mais icônicos da novela teen da Globo

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Marjorie Estiano, Sérgio Hondjakoff, Heslaine Vieira e Manoela Aliperti: ícones de diferentes eras da Malhação (reprodução/TV Globo)
Marjorie Estiano, Sérgio Hondjakoff, Heslaine Vieira e Manoela Aliperti: ícones de diferentes eras da Malhação (reprodução/TV Globo)

Resumo da notícia:

  • TV Globo exibe o último capítulo de "Malhação" nesta sexta-feira (28)

  • Após 27 anos no ar, o folhetim revelou atores e influenciou diferentes gerações de jovens

  • Para você, qual foi a melhor era da novelinha?

"Malhação", TV Globo, foi cancelada nesta sexta-feira (28). Após 27 anos no ar, a emissora decidiu acabar com o folhetim sem uma homenagem. A despedida, diga-se, não fez jus à história da novela: coube a reprise da temporada "Sonhos", originalmente exibida entre 2014 e 2015, colocar um ponto final na trajetória da marca criada para adolescentes.

Em quase três décadas, Malhação revelou inúmeros atores de expressão (Cauã Reymond, Sophie Charlotte, Débora Falabella, Maria Flor, Marjorie Estiano e Thiago Lacerda), tornando-se praticamente a escola oficial de atores da Globo. E mais importante: fez história na TV brasileira ao expor dramas da juventude, como gravidez na adolescência, racismo e bullying, para uma enorme audiência e de modo educativo.

Com muitos momentos marcados indelevelmente em nossa memória, decidimos fazer justiça ao legado de Malhação (por que a Globo não preparou um especial com atores de diferentes temporadas de Malhação em sua despedida?) e relembrar abaixo as eras mais icônicas da novelinha. E, para você, qual foi o auge da "Malhação"?

A primeira geração

Antes de ser ambientada em uma escola, "Malhação" se passava, como indica o título, numa academia de ginástica. A novela que apresentou Mocotó, personagem de André Marques, e Fabinho, papel de Bruno de Luca, ao público ainda revelou outros grandes nomes, como Carolina Dieckmann, Danton Mello e Fernanda Rodrigues, em 1995, seu ano de estreia. Ah, se você é dessa época, também deve se lembrar de Dado (Cláudio Heinrich), o professor de judô.

Malhação Ao Vivo

A Malhação foi pioneira ao mostrar a interação do elenco com a internet em 1998. Em um momento hilário e até hoje lembrado, André Marques acabou sendo surpreendido por uma enxurrada de comentários que chamavam Roberto Marinho, fundador da TV Globo, de... traficante. Uma das trolladas mais marcantes da nossa história cibernética.

Múltipla Escolha

A Malhação passou a ser ambientada no colégio "Múltipla Escolha" em 1999. Neste momento, "Assim Caminha a Humanidade", de Lulu Santos, deu lugar a "Te Levar", do Charlie Brown Jr, e Nuno Leal Maia passou a ser confundido nas ruas pelo seu personagem, Pasqualete, o dono do colégio. Nesta fase, mais atores foram revelados, como Priscila Fantin, Samara Felippo, Roger Gobeth, Daniel de Oliveira, Natália Lage e até o criticado secretário de cultura Mario Frias. Ainda nessa época, também conhecemos a lanchonete Gigabyte, onde diálogos como "uma rodada de suco para a galera" se tornariam bem frequentes.

A fase Cabeção

Em 2000, um dos personagens mais icônicos da Malhação foi apresentado ao público. Cabeção, interpretado por Sérgio Hondjakoff, começava uma era que duraria seis anos com todos os elogios do público. A sua era chegou ao ápice em 2002, com a chegada de Mau-Mau (Cauã Reymond) e um carro que marcou época na dramaturgia brasileira: o Chevette Ogromóvel.

A era Vagabanda

Em 2004, o roteirista Ricardo Hofstetter teve a brilhante ideia de criar uma banda para a Malhação. Nasceu assim a Vagabanda, um trio formado por Gustavo (Guilherme Berenguer), Natasha (Marjorie Estiano) e Catraca (João Velho). Talvez você ainda saiba cantar o maior single deles, "Você Sempre Será", interpretada pela própria Marjorie Estiano.

As Five

Gravada pela primeira vez em São Paulo, "Viva a Diferença" é um marco recente na TV brasileira. Escrita por Cao Hamburger, o criador de "Castelo Rá-Tim-Bum”, a temporada ganhou a categoria de Melhor Série pelo Emmy Internacional ao mostrar o encontro de cinco adolescentes de diferentes realidades e classes sociais no metrô da maior cidade da América Latina. A química entre Gabriela Medvedovski, Daphne Bozaski, Ana Hikari, Heslaine Vieira e Manoela Aliperti foi tão grande que elas ganharam série própria - e de sucesso igualmente notório - no Globoplay, "As Five".

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