Adeus ao Donbass. Voluntários ajudam a evacuar região da Ucrânia

Os caminhos da guerra são cada vez mais sinuosos para quem permaneceu no Donbass. Na região ucraniana, os bombardeamentos deitaram por terra infraestruturas e a possibilidade de uma vida normal.

Quem ficou para trás, na maioria idosos e pessoas com deficiência, pode apenas contar com a ajuda de outros para partir.

O processo apresenta vários desafios e exige aos voluntários terem prioridades bem definidas.

Serhii Rozhok, motorista na associação Vostok SOS, explica que "primeiro que tudo, segurança para as pessoas, para nós. Tentamos fazer tudo com precisão, rapidamente. A segurança das pessoas é a prioridade número um".

A retirada dos mais vulneráveis sob fogo cruzado é encarada como uma oportunidade de desempenhar um papel no esforço de guerra a salvar vidas.

Agora chegou a vez de Vira Solovyova, de partida da aldeia de Maksimilianivka, onde vive, na região de Donetsk:

"Vamos embora por causa dos bombardeamentos. O telhado desapareceu, as janelas estão partidas. Restam dois de nós. Ainda nem sequer tranquei a porta. Não fecha", conta.

A evacuação de Donetsk e Luhansk, no Donbass, é feita, desde o início da guerra, preferencialmente por comboio. Uma fuga ao conflito e avanços das tropas russas, cada vez mais urgente e perigosa.

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