Advogada de médicos da Prevent Senior diz que profissionais tinham que trabalhar mesmo com Covid-19

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BRASÍLIA — A advogada Bruna Morato, que representa 12 médicos da empresa Prevent Senior e presta depoimento da CPI da Covid nesta terça-feira, disse que mesmo os profissionais infectados pelo coronavírus tinham que trabalhar. Segundo ela, a orientação partiu da diretoria da empresa.

— As informações que me foram transmitidas é que sim, médicos e enfermeiros trabalharam infectados — disse a advogada em resposta a pergunta do senador Humberto Costa (PT-PE).

O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), perguntou então de quem partiu a orientação para eles trabalharem infectados.

— A orientação, na verdade, era diante, acredito eu, da escassez do corpo clínico — disse ela, concluindo: — Partiu da diretoria da Prevent Senior, inclusive os superiores hierárquicos tinham essas informações.

Na sequência, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) apresentou um requerimento para que seja solicitada ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal uma investigação sobre possíveis omissões do Conselho Federal de Medicina (CFM), do Conselho Regional de Medicina (CRM) de São Paulo e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na apuração de irregularidades envolvendo a Prevent Senior. O requerimento foi aprovado.

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