Agência Espacial Europeia investe 17 mil milhões de euros na corrida às estrelas

A Agência Europeia Espacial (ESA, na sigla anglófona) adotou um orçamento de 17 mil milhões de euros para os três próximos anos, anunciou o ministro da Economia de França, Bruno Le Maire.

É um aumento significativo de 17% em relação ao triénio anterior, embora aquém dos 18,5 mil milhões de euros desejados pelo diretor-geral do organismo. Foi conseguido após negociações difíceis durante dois dias entre os 22 Estados-membros da ESA, incluindo Portugal, que estará disposto a contribuir com 115 milhões de euros.

A contribuição destina-se a financiar a exploração espacial, a observação da Terra e programas de lançamento.

Esta quarta-feira foram revelados, ainda, os 17 novos astronautas para as futuras missões espaciais.

Foram escolhidos 10 recrutas masculinos e sete femininos, de um total de 22.523 candidaturas válidas, dos quais 17.126 eram homens e 5.397 mulheres.

No entanto, apenas cinco dos recrutas foram escolhidos para uma carreira de astronautas, os restantes 11 ficam na reserva. Um assume funções especiais no recém-criado "Parastronaut Feasibility Project", devido a limitações físicas.

Os novos recrutas vêm de Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Bélgica, Áustria, Suíça, Polónia, Suécia e Chéquia.