Aglomerados e sem máscara, funcionários da Havan fazem festa para Hang no dia seguinte à CPI

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BRASILIA, DF,  BRASIL,  29-09-2021, 12h00: CPI DA COVID. O empresário Luciano Hang gesticula pedindo calma aos senadores durante depoimento aos senadores da CPI que investiga as ações do governo federal na pandemia da Covid 19. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASILIA, DF, BRASIL, 29-09-2021, 12h00: CPI DA COVID. O empresário Luciano Hang gesticula pedindo calma aos senadores durante depoimento aos senadores da CPI que investiga as ações do governo federal na pandemia da Covid 19. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O empresário bolsonarista Luciano Hang, dono das lojas Havan, publicou em suas redes sociais um vídeo do momento em que é recepcionado com festa por funcionários da empresa nesta quarta-feira (30), um dia após prestar depoimento à CPI da Covid, no Senado Federal.

Os colaboradores aparecem sem máscara, aglomerados, segurando bexigas verdes e amarelas e agitando bandeiras do Brasil. Hang passa por eles batendo palma, enquanto toca a música de propaganda da loja. O empresário ainda abraça duas funcionárias, ambas sem máscara, assim como ele.

Ao publicar o vídeo, Hang agradece aos funcionários pelo apoio e diz ter cumprido sua missão na CPI.

"Cumpri com meu dever de cidadão, de brasileiro, e falei toda a verdade. Esse reconhecimento me emociona muito e me motiva ainda mais a seguir lutando por aquilo que eu acredito ser o correto para mim, minha família, nossa empresa e o nosso país", escreveu.

Nesta quarta-feira, o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que seu relatório final da comissão vai propor o indiciamento do empresário, por crimes durante a pandemia.

"Nós temos elementos probantes, um elenco comprovatório imenso da participação criminosa do senhor Luciano Hang em vários momentos dessa pandemia, patrocinando, defendendo, postando, financiando a equipe equivocada de enfrentamento do presidente da República, que acabou transformando nosso país em um morticínio, com quase 600 mil vítimas e milhões de sequelados", afirmou.

"Seja como for, colaborando ou não [com a CPI], ele constará do relatório, será indiciado por vários crimes e vai ter que se haver com esses crimes, reavendo com eles até o final da sua vida", afirmou.

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