Alckmin não participará do 1º de Maio das centrais sindicais no Pacaembu

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL, 23-03-2022, 12h00: Cerimônia de filiação do ex governador de SP Geraldo Alckmin ao PSB (Partido Socialista Brasileiro), na sede da Fundação João Mangabeira, em Brasília. Com a presença da presidente do PT deputada Gleisi Hoffmann e de várias lideranças do PSB, Alckimin assinou a ficha de filiação. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 23-03-2022, 12h00: Cerimônia de filiação do ex governador de SP Geraldo Alckmin ao PSB (Partido Socialista Brasileiro), na sede da Fundação João Mangabeira, em Brasília. Com a presença da presidente do PT deputada Gleisi Hoffmann e de várias lideranças do PSB, Alckimin assinou a ficha de filiação. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), que deverá ser o vice na chapa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não participará do evento do 1º de Maio das centrais sindicais, que será realizado na praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu.

Segundo sua assessoria de comunicação, ele não deve comparecer por questões de agenda. O petista confirmou presença, assim como Guilherme Boulos (PSOL) e Márcio França (PSB).

As centrais também convidaram figuras que não fazem parte do bloco da esquerda e da centro-esquerda, como Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, que ainda não deram resposta.

A ideia das centrais com o convite foi a de promover um 1º de Maio amplo e democrático. Devido ao histórico de falas e posturas antidemocráticas, Jair Bolsonaro (PL) foi colocado como exceção e não foi chamado.

A presença de Alckmin era aguardada não só pela chapa que deverá compor com Lula, mas também pela proximidade com as centrais sindicais que desenvolveu desde o ano passado.

Há duas semanas, em evento das centrais sindicais, ele disse que a "luta sindical deu ao Brasil o maior líder popular deste país", em referência ao ex-presidente.

O ato do Dia do Trabalhador é um dos principais eventos das centrais, e desta vez é comandado por CUT, Força Sindical, UGT e CTB. A CSB, que também está no grupo das maiores centrais, decidiu não participar do ato e realizará seu próprio encontro.

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