Alcolumbre reage a pressão no dia em que indicação ao STF completa 3 meses travada no Senado

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  04-03-2020, 20h00: O presidente do congresso nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), preside sessão do Congresso destinada a analisar vetos presidenciais, no plenário da câmara dos deputados. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 04-03-2020, 20h00: O presidente do congresso nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), preside sessão do Congresso destinada a analisar vetos presidenciais, no plenário da câmara dos deputados. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reagiu nesta quarta-feira (13) à pressão para pautar a sabatina de André Mendonça para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Alcolumbre se posicionou sobre o assunto pela primeira vez, divulgando uma nota pública, no mesmo dia em que o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirma que ele estaria "jogando fora das quatro linhas da Constituição".

A indicação de Mendonça foi feita há três meses, mas segue emperrada no Senado.

Em sua nota, Alcolumbre também menciona indiretamente a pressão que vem sofrendo dos evangélicos.

"Querem transformar a legítima autonomia do presidente da CCJ em ato político e guerra religiosa", afirma o texto.

"Reafirmo que não aceitarei ser ameaçado, intimidado, perseguido ou chantageado com o aval ou a participação de quem quer que seja", diz.

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