"Alemão é como se fosse meu irmão", diz Fani Pacheco

O Globo
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Aos 38 anos, a ex-BBB Fani Pacheco está em pleno processo de transformação. Estudante de Medicina, ela planeja se especializar em Psiquiatria. "Tem mil especialidades lindas, mas eu amo saúde mental. Nunca foi tão importante quanto agora. Estamos vivendo uma catástrofe e as pessoas estão se deprimindo e desenvolvendo transtornos", analisa. "As redes sociais deram mais espaço para discussões em torno de temas como depressão e suicídio. Esse cuidado com a parte emocional é tão importante quanto com o lado físico", emenda. Ela lembra já ter passado períodos conturbados. "Aos 17 anos, fui diagnosticada com depressão endógena, tomei remédio e tive vida normal", se recorda. "Quando minha mãe morreu, desenvolvi síndrome do pânico, tive compulsão alimentar e engordei 20 quilos.Fiz terapia e estou superbem."

Fani, que participou da sétima edição do "BBB", em 2007, compara a sua edição com a de agora. "Hoje meu relacionamento com Diego Alemão seria considerado abusivo ou eu seria tachada de trouxa, assim como a Carla Diaz", avalia e lembra seu posicionamento. "Era feminista, sempre defendi as mulheres na casa". No "BBB 21", está torcendo por Camilla de Lucas. "Primeiramente por ela ser de Nova Iguaçu. Depois, quando começou a mostrar a personalidade, fiquei encantada. Camilla se posiciona e as bandeiras que ela levanta não são apenas na teoria, mas também na prática", diz.

Sobre Diego Alemão, com quem viveu um romance na casa, Fani fala: "Somos amigos até hoje. É como se fosse meu irmão."