Além do Facebook: veja outras empresas que estão investindo no metaverso

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A 3D printed Facebook's new rebrand logo Meta is placed on laptop keyboard in this illustration taken on November 2, 2021. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
A 3D printed Facebook's new rebrand logo Meta is placed on laptop keyboard in this illustration taken on November 2, 2021. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

No final de outubro, o Facebook anunciou a mudança do seu nome para Meta, como uma alusão ao metaverso. Desde então, muito se tem debatido sobre o que é esse conceito e quais as transformações que podem ocorrer na nossa maneira de interagir socialmente através dessa nova tecnologia.

Mas afinal, como explicar o que é o metaverso? A forma mais básica e concisa é que trata-se de um universo virtual onde as pessoas vão interagir através de avatares, onde o mundo real e o virtual vão se mesclar sem uma fronteira muito definida. Diversas tecnologias vão ajudar a criar esse mundo, como a realidade aumentada e a realidade virtual. O objetivo é que o metaverso seja uma espécie de internet 3D, onde comunicação, educação, diversão e trabalho serão atividades realizadas de maneira imersiva e operáveis entre si.

Apesar da expectativa que já considera essa nova maneira de interação virtual como o “próximo capítulo” da internet, o metaverso ainda não existe. Empresas estão investindo em pesquisas e estudos para que sua criação ocorra nos próximos anos.

Muito além do anúncio feito por Mark Zuckerberg, onde o criador do Facebook expressa sua ambição em se tornar um dos pioneiros na construção desse universo virtual, conheça outra importantes companhias que estão de olho na criação e apostando no metaverso:

  1. Microsoft

  2. Disney

  3. Nvidia

  4. Epic Games

  5. Magic Leap

Microsoft

Outra gigante de tecnologia a anunciar seu próprio metaverso foi a Microsoft. Batizado de Mesh, a empresa pretende a partir do ano que vem adotar novos recursos que vão permitir reuniões via Teams (plataforma de videoconferência) com avatares em 3D. De acordo com a Microsoft, as empresas que utilizam o Teams poderão utilizar essa função para que seus funcionários possam interagir em um mundo virtual.

A tecnologia deve funcionar em computadores, smartphones e dispositivos de realidade virtual, como óculos 3D.

Disney

Disney World. (Drew Angerer/Getty Images)
Disney World. (Drew Angerer/Getty Images)

Outra gigante, dessa vez do mundo do entretenimento, a Disney também está apostando no metaverso.Imagina ter um avatar e conseguir abraçar o Mickey Mouse? Essa é um pouco a ideia do metaverso da Disney. O projeto prevê uma paisagem digital com avatares animados representando o usuário em uma realidade virtual. A empresa pretende ainda que o seu metaverso seja uma extensão do seu serviço de streaming, o Disney+.

Nvidia

A fabricante de placas gráficas e chips também está dentro das empresas que estão investindo pesado na criação do seu próprio metaverso. A Nvidia anunciou no início de novembro o Omniverse Avatar, plataforma tecnológica para criação de avatares baseados em inteligência artificial. O objetivo é criar personagens extremamente detalhados com gráficos 3D e Ray Tracing que poderão falar, ver e interagir com pessoas de forma natural. Um pouco assustador, não? A ideia é que esses “personagens” sejam assistentes virtuais capazes de realizar transações bancárias, agendar consultas médicas, entre outras tarefas que sejam ensinadas a eles.

Epic Games

Epic Games. Foto: Reprodução
Epic Games. Foto: Reprodução

A desenvolvedora de jogos eletrônicos e softwares Epic Games também pretende aumentar seu alcance com o metaverso. O jogo Fortnite já é uma grande plataforma digital. Por lá, alguns eventos já foram organizados, como shows com grandes artistas do pop. O rapper Travis Scott e a cantora pop Ariana Grande são alguns dos nomes que já fizeram shows para os gamers dentro da plataforma. Com o metaverso, a Epic Games tem como objetivo tornar isso ainda maior, mesclando ainda mais o mundo real com o virtual.

Magic Leap

Fundada em 2010, a Magic Leap é uma das pioneiras na criação do universo virtual e pretende aplicar a tecnologia do metaverso para os ramos da saúde e indústria. Nos últimos anos, a startup teve algumas dificuldades e desafios técnicos.O objetivo agora é lançar em 2022 um novo dispositivo que será um óculos de realidade aumentada que poderá ser usado em diversas áreas do cotidiano.

Com informações de TechTudo e CanalTech.

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