Aliado de Trump, Boris Johnson parabeniza Biden; veja reações de políticos pelo mundo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dos principais aliados do presidente Donald Trump, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi um dos primeiros líderes a parabenizar Joe Biden e Kamala Harris, presidente eleito e vice-presidente eleita dos Estados Unidos. "Parabéns a Joe Biden por sua eleição como presidente dos Estados Unidos e a Kamala Harris por sua conquista histórica. Os EUA são nosso aliado mais importante e estou ansioso por trabalhar junto com eles em nossas prioridades comuns, das mudanças climáticas ao comércio e segurança", escreveu Boris nas redes sociais. O presidente da França, Emmanuel Macron, que teve uma relação com Trump marcada por altos e baixos, afirmou: "Os americanos escolheram o seu presidente. Parabéns @JoeBiden e @KamalaHarris! Temos muito a fazer para superar os desafios do presente. Vamos trabalhar juntos!". O ex-presidente americano Barack Obama disse que "não poderia estar mais orgulhoso em parabenizar nosso próximo presidente, Joe Biden" e que "não poderia estar mais orgulhoso em parabenizar Kamala Harris" por sua "histórica eleição como vice-presidente". "Temos sorte de Joe ter o que é preciso para ser presidente", afirmou Obama, de quem Biden foi vice-presidente entre 2009 e 2017. O presidente argentino, Alberto Fernández, também se manifestou. "Felicito o povo estadunidense pelo recorde de participação nas eleições, uma clara expressão da vontade popular. Parabenizo @JoeBiden, próximo presidente dos Estados Unidos, e @KamalaHarris, que será a primeira mulher vice-presidente desse país", escreveu Fernández em rede social. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em nota divulgada pela Fundação FHC, afirmou: "Vivemos nestes últimos dias um momento decisivo para a democracia. Por isso abrimos uma exceção à regra de não nos manifestarmos sobre política partidária e eleitoral. É simbólico que a decisão do povo americano tenha sido sacramentada com os votos da cidade de Filadélfia, capital da Pensilvânia". "Mais de 200 anos atrás, em 1787, ali se aprovou a Constituição dos Estados Unidos da América, que assentou as bases para o desenvolvimento da democracia naquele país, com repercussões favoráveis ao fim do domínio colonial na América Latina e das monarquias absolutistas na Europa. Em dois séculos e meio, nenhum presidente americano havia buscado deslegitimar o processo eleitoral, um dos alicerces fundamentais da democracia. O atual o fez sistemática e deliberadamente. Sua reeleição representaria, portanto, um grave risco à democracia, e não só nos Estados Unidos. Por isso, pelo que não aconteceu, vivemos um momento histórico, que merece ser celebrado", acrescentou a nota de FHC. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que a "vitória de @JoeBiden restaura os valores da democracia verdadeiramente liberal, que preza pelos direitos humanos, individuais e das minorias. Parabenizo o presidente eleito e, em nome da Câmara dos Deputados, reforço os laços de amizade e cooperação entre as duas nações".