Alimentos não dão trégua: em 12 meses, cebola sobe 43,3%; batata inglesa, 67%

O Globo
·1 minuto de leitura

RIO - A despeito de a inflação ter perdido fôlego em janeiro, a alta no preço dos alimentos não dá trégua. Em 12 meses, a cebola subiu 43,3%, enquanto a batata inglesa ficou 67% mais cara e o tomate, 40,90%.

Esses três alimentos compõem uma cesta de compra recorrente nos lares brasileiros, sendo adquiridos semanalmente pela maioria das famílias do país.

Especialistas explicam que o cosumidor sente mais no bolso quando os alimentos pesam na alta da inflação, justamente pela frequência de compra desses itens.

É aumento que pesa principalmente no bolso dos mais pobres, corroendo o orçamento familiar já pressionado pela queda da renda em meio à crise econômica que resultou do cenário de pandemia.

Com o fm do auxílio emergencial neste início de ano, as vendas dos supermercados recuaram em janeiro.

De outro lado, houve alimentos com deflação de preço em 12 meses. É o caso do leite longa vida, com queda de 25,69% no preço, e do óleo de soja, com menos 96,20%.