O gol de coração de Alisson

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O gol do filho do José Agostinho FOTO Laurence Griffiths/Getty Images

Não foi a melhor temporada de Alisson, melhor goleiro do mundo em 2019. Não foi mesmo um bom ano do Liverpool dele.

Mas foi dele de cabeça o primeiro gol de goleiro da história do clube. Depois de um escanteio no final do jogo. Quando ele de preto como Schneider e outros goleiros do Inter fez o gol como se fardasse o vermelho do Colorado e dos Reds.

As mãos que tantos milagres conseguiram. Fundamentais na conquista da Europa e do mundo em 2019. Os pés que erraram feio em clássicos em que bastava um chutão pra frente.

Nessa viagem de 80 dias desde a morte do pai, Alisson sofreu o que só ele sabe. Solidão que é própria do goleiro. Vazio que órfãos de todas as idades sofrem de saudade.

Mas alguma coisa o levou à frente. Acredite se quiser. E ele subiu mais do que todo mundo. Até pra tentar chegar mais perto do mundo dele.

O filho do José Agostinho fez de coração o gol de cabeça. Ou vice-versa. A ordem dos fatores não altera. Como bem o Paulo Andrade narrou do mesmo jeito o inenarrável.

Não valeu título. Mas quem disse que futebol é só isso?

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