Alta de até 80% em materiais de construção pode atrasar obras de estradas, ferrovias e aeroportos

A alta de até 80%, desde o início do ano passado, nos preços de insumos fundamentais para projetos de infraestrutura virou um problema para concessionárias de rodovias, ferrovias e aeroportos e uma dor de cabeça para o governo a menos de três meses da eleição. Asfalto, aço e diesel, entre outros itens ligados à construção civil, dispararam em meio ao processo inflacionário global agravado pela guerra na Ucrânia. A alta nos custos ameaça atrasar obras das concessionárias. Construtoras que tocam obras públicas têm as mesmas dificuldades.

Em geral, as empresas tentam convencer o governo sobre a necessidade de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos. Só que as empresas falam em revisão de contratos para não paralisar obras num momento em que o governo está mais interessado em mostrar máquinas trabalhando.

A infraestrutura é uma das vitrines eleitorais que a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro pretende destacar. O ex-ministro da pastaTarcísio Freitas é candidato bolsonarista ao governo de São Paulo.

Veja na reportagem completa do GLOBO como a escalada dos preços no setor pode atrapalhar projetos em curso.

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