De alto luxo, hotel do Flamengo em Doha tem praia 'ocidental' e cerveja a R$ 70

Carlos Eduardo Mansur
O atacante Kayke, ex-Flamengo, vive no hotel onde o clube está hospedado

Os grandes complexos hoteleiros de Doha são ilhas onde todos os costumes ocidentais são permitidos – sob alto custo. É num destes locais de luxo, espécies de zonas internacionais dentro da cidade, que o Flamengo irá se concentrar para o Mundial.

Além de 249 suítes, o hotel cinco estrelas que receberá os rubro-negros tem uma praia particular com 400m de extensão. Nela, é permitido usar sunga e biquíni, proibidos nas praias públicas de Doha.

O complexo tem ainda sete restaurantes e os bares têm autorização para vender aos turistas bebida alcoólica. Não é fácil encontrar uma cerveja a menos de R$ 70 (uma garrafa de 350ml).

Numa área anexa, também pertencente ao hotel, há um condomínio de casas. A extensa área é definida “como um lugar de paz" por um ex-rubro-negro, morador do local. O atacante Kayke, desde setembro no Qatar SC, circulava perto do mar com short e camisa regata de basquete.

– Minha esposa já contactou mulheres de jogadores, para qualquer coisa que precisem. Vamos dar o suporte para parentes, filhos. Vai ser incrível. Willian Arão é um amigo pessoal, já passamos Natal e Ano Novo juntos e agora ele vem com o Flamengo se hospedar onde eu moro para um Mundial. É especial isso – afirma Kayke, que pensa em se naturalizar.