Americano com varíola dos macacos foge de hospital no México

Um cidadão americano com varíola dos macacos escapou de um hospital privado na cidade turística de Puerto Vallarta, no estado de Jalisco, no oeste do México, e depois saiu do país, conforme informaram as autoridades de saúde mexicanas nesta quarta-feira.

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O paciente de 48 anos, originário do estado do Texas, fugiu no último fim de semana, apesar de receber instruções da equipe médica de que deveriam realizar exames e mantê-lo em isolamento, disse um comunicado do secretário estadual de saúde.

Quando foi ao hospital, o sujeito apresentava "tosse, calafrios, dores musculares e lesões pústulas na face, pescoço e tronco", detalhou a unidade.

Depois de fugir do centro médico, o indivíduo dirigiu-se ao hotel onde estava hospedado com outra pessoa, recolheu sua bagagem e pegou um voo no dia 4.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) confirmou nesta segunda-feira às autoridades mexicanas que o paciente havia retornado ao seu país onde foi realizado o teste que confirmou a doença.

O indivíduo começou com sintomas em 30 de maio e, do México, relatou sua situação a um médico no Texas, que relatou o caso como suspeito de varíola dos macacos ao CDC.

Antes de chegar a Puerto Vallarta no dia 27 de maio, o sujeito esteve em Berlim, na Alemanha, entre os dias 12 e 16 de maio, e depois na cidade de Dallas, no Texas.

Durante sua estada no México, o sujeito participou de festas no Mantamar Beach Club, no balneário de Jalisco, para as quais o secretário estadual de Saúde exortou a população que compareceu ao local entre 27 de maio e 4 de junho a monitorar seu estado de saúde.

O México confirmou em 28 de maio seu primeiro caso importado de varíola em um americano de 50 anos que foi tratado na Cidade do México.

A varíola dos macacos é uma doença infecciosa cuja disseminação de pessoa para pessoa é possível, mas não tão comum.

A doença foi identificada pela primeira vez em humanos em 1970 na República Democrática do Congo, e atualmente é considerada endêmica em uma dúzia de países africanos.

Seu aparecimento em países não endêmicos é o que preocupa os especialistas. Até agora, os casos confirmados em regiões não endêmicas são geralmente benignos e nenhuma morte foi relatada.

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