Amigos lamentam morte de homem por colega de trabalho: ‘onde iremos parar?’

Um homem foi morto por um colega de trabalho durante o horário de expediente em uma fábrica de São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Marcelo Camilo, de 36 anos, sofreu uma perfuração no coração na manhã da última segunda-feira e não resistiu aos ferimentos após sofrer três paradas cardíacas.

Crime: Militar da Marinha é encontrado morto a facadas em casa, na Zona Norte do Rio

Nas redes sociais, amigos de Marcelo publicaram homenagens a ele, lamentando o ocorrido e cobrando que as investigações cheguem ao responsável pelo crime, que ainda não foi identificado pela Polícia Civil.

Em uma série de publicações, um amigo da vítima lamentou a perda, lembrando das qualidades de Marcelo.

“Pois é, meus amigos, hoje com muita tristeza, nosso amigo Marcelo Camillo veio a falecer. Um cara muito gente boa, amigo, colega, brincalhão, um cara sem palavras, peço a Deus que conforte sua família, desde já meus sentimentos a todos. Que a justiça seja feita”, disse em uma publicação. “Covarde [...] matou por motivo de horário de café, Marcelo Camillo. Que Deus te conduza até a glória, ficaremos com as boas lembranças. Deus conforte sua família.”

Outra pessoa próxima a Marcelo contou, em publicação, estar triste com a perda, lamentando o fato de a vítima deixar uma esposa e um filho.

“Gente, onde iremos parar. Acabamos de saber que uma amigo do meu marido foi morto por causa de um desentendimento de HORARIO DE CAFÉ... pasmem por um HORÁRIO DE CAFÉ [...] Onde está o amor ao próximo, o respeito pelo ser humano, onde está o valor a vida do próximo”, questionou. “Agora como fica a família, a esposa que ainda está sem acreditar, o filho, que conheceu o pai a pouco tempo.”

Laudo: Acusado de matar amiga a facadas em Niterói tem transtorno mental

Outras publicações de pessoas próximas da vítima também lamentaram a brutalidade e a crueldade com as quais o crime aconteceu. O suspeito do crime, que não teve a identidade revelada, é considerado foragido. Após o crime, ele teria saído caminhando do local.

"Era um menino do bem, calmo e querido", contou uma mulher, que disse ter sido professora de Marcelo.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos